<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6539486</id><updated>2012-03-04T13:10:14.415-04:00</updated><category term='Dança'/><category term='Memória'/><category term='Animação'/><category term='Televisão'/><category term='Fumetti'/><category term='Trash'/><category term='Celebridades'/><category term='Youtube'/><category term='eBooks'/><category term='Fanzine'/><category term='Sci-Fi'/><category term='Sexo'/><category term='Comédia'/><category term='Opinião'/><category term='Fotos'/><category term='Livros'/><category term='Tutorial'/><category term='Wallpapers'/><category term='Desenho Animado'/><category term='Curiosidades'/><category term='Games'/><category term='Lucy'/><category term='Notícias'/><category term='Sexy'/><category term='Documentário'/><category term='Faroeste'/><category term='Tristeza'/><category term='Links'/><category term='Humor'/><category term='Contos'/><category term='Idiomas'/><category term='Aviso'/><category term='Blogs'/><category term='Seriado'/><category term='Artigo'/><category term='Show'/><category term='Quadrinhos'/><category term='eBook'/><category term='Erotismo'/><category term='Cinema'/><category term='Ficção-Científica'/><category term='Filmes'/><category term='Memórias'/><category term='Educação'/><category term='Vídeo'/><category term='Pet'/><category term='Terror'/><category term='Música'/><category term='Scans'/><category term='Mangá'/><category term='Fantasia'/><category term='Seriados'/><category term='Fórum'/><category term='Arte'/><category term='mp3'/><category term='Fotografia'/><category term='Conversa Furada'/><title type='text'>Rapadura Açucarada Ano IX</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Eudes Honorato</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2THx3OS0alk/SQpLDUxVDRI/AAAAAAAAAAM/TIge-gTNYuo/S220/12.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>1082</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6539486.post-2344229982257838669</id><published>2012-03-02T01:33:00.001-04:00</published><updated>2012-03-02T01:46:22.682-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contos'/><title type='text'>J. J.  is Back in Town</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;JERUSALEM JONES: MOVIDO A VAPOR&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://rob-hutch.deviantart.com/art/Cowboy-Rob-Steampunk-140211764?q=favby%3Ajohnmon%2F4884853&amp;amp;qo=84" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="300" border="0" src="http://i43.tinypic.com/vpewhy.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;Coloco o último parafuso no cavalo de Don Holey. É, isso mesmo, parafuso. Pode acreditar. Ele monta em seu pangaré de aço que, resfolegando uma fumaça preta fedorenta, sai a todo vapor. E vapor é o que não falta nesta cidade na qual estou preso a mais de 4 anos. Como não descobri ainda como voltar para casa, o jeito foi me adaptar e sobreviver. Aqui, em Crosstown, a cidade esfumaçada. Tudo começou com um enterro. E, como eu odeio enterros.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Dingo Brown e eu estávamos em fuga depois que encontramos uma tribo de índios canibais. Ele comeu a filha do chefe, e agora a tribo queria nos comer. Eram apenas negócios. Eu já desconfiava das histórias sobre os Camaweba. Mas, achava que era brincadeira de alguns Apaches bêbados. Nunca ouvi falar de índios canibais, a não ser lá pélas bandas da América do Sul.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Era pra ser uma simples entrega de"água de fogo" que os Camaweba (e a maioria dos índios que conheço) adoravam. Como não gostavam de contato direto com o homem branco, na cidade, Dingo e eu resoilvemos fazer disso um negócio rentável. Até ele desgraçar tudo, cedendo aos encantos da não-tão-linda Coçadinha Deliciosa. Não é piada. Essa é a tradução aproximada de Po Mo Lechtoa. Dingo arrumou sarna pra se coçar.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Não nos capturaram, mas Dingo foi atravessado por uma flecha que mais parecia uma tora. Conseguimos fugir, mas ele estava morrendo. E eu fico muito abalado com pessoas morrendo perto de mim. Faz com que eu repense minha vida toda e, depois de dez minutos, continue com ela do mesmo modo, ou pior do que antes. Mas, o fato é que Dingo morria, mas não parava de falar.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Jayjay - nossa, como eu odiava quando ele me chamava assim, mas sorri, pois o cara estava morrendo - Jayjay, me enterre na curva do rio. - Era típico de Dingo fazer piadas nas horas mais impróprias. Mas, o pior foi que eu ri.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Não, agora é sério. Eu sei que vou dessa pra melhor e sei também que você comeu a minha irmã, Jayjay. Mas eu te perdôo. - Isso era novo, pra mim. Mas, fiquei quieto. Não queria discutir como um semi-morto.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Quero que você pegue no meu bolso um poema que escrevi e leia, como desped... - E morreu. Uma das mortes mais demoradas que já presenciei. Não estou sendo insensível, apenas prático.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O mais interessante era que agora teria de me virar e achar um meio de enterrá-lo. Optei por pedras, já que eu não sou uma porra de toupeira que sai escavando o chão duro. Depois de cobrir o corpo do tagarela com o suficiente de pedras para evitar que ele fosse comido pelos abutres, peguei o tal poema (que havia pego antes no bolso dele, claro), limpei a garganta e, me sentindo mais idiota que o normal, eu li:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;"Cometas entre as pontas dos meus dedos. Chuvas abrasadoras. Cal e cinzas. Aka... -que é isso? - ... akameron sagat ki to akameron envia-te to akasagat meron. Schizu. P.S. Isso vaiu te ensinar a não comer a irmã caçula do seu melhor amigo"&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Mas que mer... - E foi aí que minha desgraça começou.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Num único puxão eu fui esticado até o limite da minha sanidade. Meu cérebro parecia feito de palha. Meu coração parecia ter sumido e minha coragem se esvaiu totalmente. E fui lançado, como de um estilingue, para dentro do poço do inferno. Mais exatamente Crosstown, como vim a descobrir.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Acordei do que pareceu uma eternidade, com pessoas me olhando, caído no chão. Algumas olhavam para cima e se perguntavam de onde vim. O inglês delas era estranho, mas eu conseguia entendê-las. Porém, mais estranho que seu sotaque, eram suas roupas e tudo o mais. Parecia que todo mundo usava couro naquele lugar esquisito. Tudo era parecido com uma cidade normal do velho oeste e, ao mesmo tempo, era diferente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Me levantei e quase fui abalroado por um enorme cavalo preto... feito de aço! O homem em cima dele carregava uma estrela reluzente no peito, mostrando assim quem mandava por ali. Seu nome era...&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Justin Mckenzie, filho. Você parece que está meio perdido. Não recebemos muitas visitas aqui há, deixa ver, uns 200 anos, mais ou menos, se é que me entende.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Não, eu não entendia. Mas deixei isso pra lá. As armas que ele carreva, que pareciam mais dois canhões, me diziam para não fazer nenhuma piada com aquele jeito dele de falar. Enquanto ele continuava falando, eu olhei em volta e fiquei admirado. A cidade parecia não ter fim. E tudo era fascinante. Uma carruagem passou por nós e alçou voo, me deixando perplexo. Porém, as pessoas nem pareciam notar. Apesar da fumaça que fazia, aquilo parecia incrivelmente excitante.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Calma, filho, é só o Jacob levando a esposa e os filhos para verem os parentes. A Gaivota dele é antiga mas ainda dá pro gasto. venha, vamos até a delegacia. Lá você me conta como chegou aqui e nós tentamos te ajudar.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A menção da palavra "delegacia" me fez ter arrepios, apesar do calor. Mas eu o acompanhei assim mesmo. Mckenzie parecia ser uma boa pessoa.. Para um xerife.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Na delegacia eu expliquei tudo, tentando parecer o menos idiota possível. Mckenzie me olhava sem deixar claro o que estava pensando de tudo aquilo. Quando terminei, ele me olhou pensativo e depois disse algo que me deixou perplexo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Brown era meu filho. - Eu quase infartei, quando ele disse aquilo. Pensei que fosse uma piada e que ele iria soltar uma sonora risada em seguida. Mas isso não aconteceu.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Ele não queria ficar aqui. Dizia que isso aqui era perda de tempo. Que não queria viver preso em uma fantasia. Assim, procurou por todos os meios um modo de sair de Crosstown. Entenda, Jones. Não somos prisioneiros aqui. Somos privilegiados. Mas Dingo não foi o primeiro nem o último a nos abandonar. E, não sendo o primeiro, claro que uma hora ele ia conseguir encontrar a mesma fonte que tirou daqui os anteriores.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;"O poema era uma chave. tanto para sair, como parar entrar. Ele a conseguiu por meios excusos. Creio que possa ter inclusive matado para atingir seu objetivo. Digo isso porque nunca encontramos a pessoa que criou a chave para ele. Consequentemente você está preso aqui, já que o poema não veio com você e eu não conheço mais ninguém que saiba dessas artimanhas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;"Para Dingo, Crosstown e nosso mundo era uma prisão. ele achava que seu mundo era a liberdade. Um lugar "normal". Não faço idéia de como ele descobriu a existência de um lugar tão atrasado. Sem querer ofender. Sei disso, porque ele vivia me contando como era por lá. Eu perguntava como ele sabia disso, se ele nunca fora até lá. Ele apenas dava um sorrisinho idiota e suspirava.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;"Na verdade eu achava que era tudo uma grande pirraça adolescente. Quando ele sumiu, acreditei que todas as histórias sobre um mundo "real", e uma chave para chegar lá, fossem meras fantasias e que ele simplesmente ganhara o mundo, como se diz. Acreditava nisso, até encontrar você e ouvir sua história."&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Mas e as irmãs dele? Eu... hã... conheci a mais nova. Até mesmo os pais dele. Não éramos carne e unha, mas eu conhecia Dingo e sua família.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Não sei explicar isso. Mas, só posso deduzir que ele se adaptou como pôde. Ele era muito jovem quando saiu daqui. Pode ter adotado uma nova familia. Graças a Deus a mãe dele partiu quando ele era ainda criança e não está aqui para saber o quanto ele nos renegou. Mas não tenho mágoa. Ele viveu e morreu como quis. Ter enviado você para cá a contragosto, acho que foi sua piada final.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E foi assim que o xerife Mckenzie meio que me apadrinhou em sua cidade, em seu mundo. Eu fiquei em um quarto nos fundos da delegacia. E acabei conseguindo emprego na oficina para consertos de cavalos a vapor. Quando mais aprendia sobre aquilo tudo, mais me sentia como parte de um lugar onde nunca estive. Um velho oeste movido a vapor. Por uma estranha ironia, não existiam trens. Existiam as tais gaivotas, bem maiores, que faziam com que os trens se tornassem obsoletos. Se não fosse por tanta fumaça, Crosstown seria quase um paraíso. Porém, em todo paraíso, existe uma cobra, e ali não era diferente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O cavalo a vapor que eu acabara de consertar não foi pago. Para piorar, percebi que todo o dinheiro da oficina fora roubado. O dono, Jack Bowman, vai achar que fui eu e vou perder a confiança de Mckenzie. Quando pergunto ao ajudante Dimples sobre Don Holey, ouço apenas o que nao queria ouvir:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Ele é um Isolado. Ele não é humano de verdade, Jones. Ele é movido a vapor, também. Mesmo que não se perceba de imediato. Os Isolados são construídos para matar. É sua única finalidade.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Parece que meus problemas nunca tem um fim.&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6539486-2344229982257838669?l=rapaduradoeudes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/feeds/2344229982257838669/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6539486&amp;postID=2344229982257838669&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/2344229982257838669'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/2344229982257838669'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/2012/03/j-j-is-back-in-town.html' title='J. J.  is Back in Town'/><author><name>Eudes Honorato</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2THx3OS0alk/SQpLDUxVDRI/AAAAAAAAAAM/TIge-gTNYuo/S220/12.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i43.tinypic.com/vpewhy_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6539486.post-5461214014224346759</id><published>2012-02-23T23:07:00.000-04:00</published><updated>2012-02-23T23:27:00.824-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Memórias'/><title type='text'>Criando Laços</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;EU CONHECI MINHA IRMÃ NUM DIA DAS MÃES&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;em&gt;As Aventuras de Leda e Eudes na Cidade Grande&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://i44.tinypic.com/20fxagz.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="273" border="0" src="http://i40.tinypic.com/f9pmpw.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;Algumas pessoas não aparecem na sua vida, elas acontecem. Foi assim com a minha irmã Leda, a quem conheci em maio do ano passado. Porém, melhor explicar porque eu não a conhecia.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Não temos aqui nenhum caso triste de irmãos perdidos um do outro ao qual o Gugu Liberato adoraria ter em seu programa, para reunir, enquanto todos no auditório e em casa se banhariam em lágrimas. A coisa é mais simples, dependendo do ponto de vista, claro.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quando meu pai e minha mãe se separaram, eu tinha apenas 8 anos de idade, e Leda só nasceria dali a 15 anos. Ou seja, ainda demoria muito para eu sequer saber da sua existência. Para nos conhecermos levaria mais 17 anos, após seu nascimento.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O fim do relacionamento de meu pai e minha mãe foi razoavelmente amigável, e ele ainda morou muito tempo aqui no Rio de Janeiro, nas cercanias de onde meus avós moravam. Isso nos permitia estar sempre em contato com ele, quando íamos visitar meus avós e tios. Era sempre ocasião para disputarmos uma partida de sinuca, eu e meu pai, quero dizer. Algumas vezes até mesmo dormíamos na sua nova casa. Porém, mesmo estando com alguém, ele não parecia querer saber de mais filhos. Aparentemente quatro parecia ser um bom número. Ou assim eu pensava.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Como se a fita fosse adiantada, o tempo passou rapidamente. E no passar do tempo, as coisas mudaram para todos, inclusive para meu pai, que agora começava realmente a constituir uma nova família, com o nascimento do meu primeiro meio-irmão, Válter, ou Valtinho, como costumávamos chamá-lo. A mãe dele era uma pessoa alegre e simpática a quem meu pai conhecera em uma de suas idas ao Ceará. Ainda convivemos por mais alguns anos, a ponto de ver Valtinho crescer um pouco. Mas isso tudo mudaria quando meu pai decidiu fixar residência permanente no interior do Ceará, no lugar de onde ele saiu, justamente quando eu nasci. Assim perdemos o contato que já vinha escasseando devido às responsabilidades que tanto eu quanto ele íamos adquirindo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A fita adianta novamente, o tempo passa e eu e meu pai não nos vemos mais por muitos e muitos anos. Algumas pouquíssimas vezes nos esbarramos na nova casa de meu avô (agora sem minha avó). Mas é algo muito corriqueiro. Não vejo mais meu meio-irmão e acabo por perder os poucos laços que criamos enquanto ele crescia aqui. Meu pai e eu não escrevemos um pro outro, nem telefonamos. Não cultivamos esse costume e tudo vai se distanciando mais e mais.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Com o tempo, meu irmão consegue meios para visitá-lo no Ceará e à sua nova família, que agora tem uma recém-nascida, Leda. Eu, por vários motivos nunca o acompanho, seja por estar trabalhando, ou envolvido (neste tempo) com as Testemunhas de Jeová e esquecendo de todo o resto, seja por não fazer realmente muita questão, pois o tempo e as circunstâncias criaram um distanciamento ao qual eu também não fiz muita questão de diminuir.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Fico sabendo de tudo que se passa com meu pai, através do meu irmão. Suas fotos, filmagens e histórias me fazem ficar por dentro das últimas notícias de Campo-Lindo, lugar onde ele mora até hoje. Numa dessas viagens, meu irmão traz a notícia de que ele é pai pela sétima vez, agora da menina chamada Leila. Esta, só conheço pela internet. Mas, estou me adiantando.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Como numa cena sendo que se desenrola muito rapidamente, os anos passam correndo. Meu irmão quase todo ano visita meu pai e traz noticias, mas eu estou muito aquém de tudo isso. Não consigo sentir que tenho outras irmãs e do meu irmão quase não lembro mais. Até que chegamos ao Dia das Mães do ano passado...&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Meu irmão vem me buscar para que possamos visitar minha mãe, como é de praxe neste dia. Com ele no carro, está minha irmã, por parte de pai, Leda. Não sei dizer agora se senti algum tipo de surpresa. Assim que a vi, no mesmo momento, senti como se nós dois já nos conhecêssemos. Nem mesmo precisávamos dizer nada. Ela era minha irmã, afinal de contas e o sangue falava por nós.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Assim como eu (e muitos de nossa família) ela era tímida apenas no primeiro momento. Em poucos minutos já estávamos conversando como velhos conhecidos. Na casa de minha mãe e quando passeamos pelos arredores com meu irmão, não desgrudamos. Era a primeira vez que nos víamos, então tínhamos que matar uma saudade que existia desde que ela nasceu.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Eu só a havia visto em algumas fotos, mas era como se eu nunca a tivesse visto antes e ao mesmo tempo como se sempre a tivesse conhecido e ela nunca ficava sem jeito comigo, como às vezes ficava com minhas irmãs por parte de mãe e até mesmo minha mãe. Ficava sempre quietinha, na dela, ouvindo nossas histórias de infância.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quando fomos embora ela foi com meu irmão de quem estava aos cuidados. Ela veio de avião, com uma tia, e estava hospedada no apartamento dele. Aparentemente iria ficar uns dois meses. Ou assim ela pensava.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Depois daquela primeira vez que nos vimos, eu não sabia quando a veria novamente. Até que uma emergência pessoal fez com que meu irmão pedisse que ela passasse uns dias aqui. Aí sim, começou a grande aventura entre irmão e irmã.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Apesar da diferença de idade, falávamos a mesma língua com muita facilidade. Leda era ao mesmo tempo criança, adolescente e adulta, e dividia cada uma dessas partes a seu tempo. E a criança que ela é se comunicava muito bem com a criança que eu sou. E, para meu deleite, Leda gostava de algo que fez com que obtivéssemos uma ligação mais forte ainda: ler.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Os dias que ela passou aqui, fez até mesmo com que eu deixasse a internet de lado. Quando não era por ela estar usando para falar com os amigos do lugar onde mora, era por estarmos por aí, andando, mesmo que a esmo, apenas por andar. Íamos à livraria do Botafogo Praia Shopping tantas vezes, que era quase um ritual. Fã incondicional de Harry Potter, até então ela só havia visto alguns filmes. Então íamos á livraria onde eu mostrava a ela não só os livros da série, como outro livros derivados.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Um dos livros pelo qual ela se apaixonou foi um pop-up (livro em que as figuras "pulam" do livro). E íamos tantas vezes olhá-lo na livraria (era caro demais pra pensar em comprar) que era quase como se ele fosse nosso e nós só o guardássemos lá. Como ela não teria tempo de ler os livros da série enquanto estivesse aqui, comprei para ela o livro que detalhava os personagens e trazia alguns brindes: A Magia de Harry Potter, ou algo assim.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Além disse, queria dar um poster a ela, de um dos filmes, para que ela levasse quando fosse para casa. Isso deu início a uma caçada, a uma missão quase impossível. Os sites que vendiam posteres só aceitavam cartão de crédito, e coisa que não faço é compra on line com cartão de crédito. Além disso, nenhum poster agradava. Viramos a internet de cabeça para baixo, até que resolvi que o melhor era pegar uma imagem e mandar imprimir em forma de poster.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A ideia parecia simples, mas faltava encontrar o lugar que imprimisse algo tão grande. Depois de muito quebrar a cabeça e achar que não tinha mais como fazer, e quase desistir, foi que descobri que virando a esquina havia uma plotadora e então as coisas andaram. Fizemos os posteres. É, mais de um, pois ela pagou do próprio bolso por um do Dobby. É, assim como eu, minha irmã é estranha também. Mas, no bom sentido.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Lucy, minha cadelinha. já estava até mesmo acostumada aos passeios que agora incluíam Leda. Fazia tanta festa com ela que eu tinha que tomar cuidado para não ficar com ciúmes. Andávamos por Botafogo curtindo as peripécias de Lucy.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Uma das coisas que mais me surpreendia em Leda era como, apesar de vir de uma cidade do Interior do Ceará, de ser tímida e retraída em um primerio momento, e de nunca ter estado aqui do Rio de Janeiro, era como se ela pertencesse a este lugar. E era como se ela sempre estivesse estado aqui.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Como ela nao tinha visto todos os filmes de Harry Potter, baixei e assistimos todos ao longo dos dias, menos, claro, o último, que ainda não tinha estreado e faltava muito. Prometi que a levaria ao cinema no dia 15 de julho, a estréia, e assim foi. Fomos eu, ela e meu irmão. Bem antes dessa data ela já voltara a se hospedar no apartamento de meu irmão, mas nos víamos sempre. Quando eu não ia lá, ela vinha aqui.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Além das brincadeiras, conversávamos a sério sobre muitas coisas e sobre como não parecia que eu a connhecera a tão pouco tempo. Éramos irmãos a vida toda, e isso estava provado naqueles poucos meses.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Leda ficou por aqui bem mais do que o planejado, dando tempo inclusive de termos briga de irmãos e tudo. Que graça teria ser irmão sem isso? Em trio (eu, ela e meu irmão) fomos ao Pão de Açucar, passeamos de bicicleta pelo Parque do Flamengo, enfrentamos monstros bizarros e tudo mais. E, pouco antes de ela voltar para casa, fez algo que eu achava que ela cogitaria apenas como brincadeira, como aconteceu um tempo antes.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ela estava aqui conversando com um um amigo pelo MSN e este perguntou o que ela andava fazendo aqui no Rio. Ela me disse que não sabia o que responder, pois não estava fazendo nada tão emocionante no momento. Eu sugeri que ela brincasse: "Diga que voou de asa delta. Ele vai pirar". E ela disse. Pois bem, alguns meses depois disse, Leda voou de asa delta!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Eu digo e repito, minha irmã me surpreende sempre!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Leda voltou para casa e sempre nos falamos através da Internet. Ainda me falta conhecer Leila, que tem 13 anos, e quem sabe ela apareça por aqui. Mas, pelo menos, nos falamos on line, também, e já é um começo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E também espero que Ledavolte, que venha nos visitar e que não demore Ben10 anos para que isso aconteça. Sim, sim, é uma piada interna, do tipo que nasce quando irmãos estão andando por bancas de jornais.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Beijo, Leda!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;P. S.: Sim, é ela lá em cima, por mais dificil que seja acreditar que ela tenha deixado eu pôr essa foto aqui!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6539486-5461214014224346759?l=rapaduradoeudes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/feeds/5461214014224346759/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6539486&amp;postID=5461214014224346759&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/5461214014224346759'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/5461214014224346759'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/2012/02/criando-lacos.html' title='Criando Laços'/><author><name>Eudes Honorato</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2THx3OS0alk/SQpLDUxVDRI/AAAAAAAAAAM/TIge-gTNYuo/S220/12.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i40.tinypic.com/f9pmpw_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6539486.post-3998700477550581150</id><published>2012-02-16T21:30:00.001-04:00</published><updated>2012-02-17T08:36:26.543-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Humor'/><title type='text'>Facebook's Quotes</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;MENTE VAZIA, OFICINA DO FACEBOOK&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;em&gt;Nada se perde, tudo se transborda&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://tinypic.com?ref=mtb24n" target="_blank"&gt;&lt;img width="397" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="400" border="0" src="http://i44.tinypic.com/mtb24n.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;"No príncipio era o blog e Eudes detestava blogs. Até o dia em que resolveu fazer um. Então fez-se a luz".&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;É mais ou menos assim que se resume minha atitude para com as novidades da Internet. Tudo eu não gosto, detesto, odeio... até o momento em que adiro (do verbo aderir). Aí se torna uma obsessão. Foi assim com o blog, assim que esse apareceu nas nossas vidas on line. Eu era totalmente blasé com o formato, sem nunca ter feito um. Nos anos seguintes foi assim com Orkut (um dos poucos em que minha ojeriza se provou verdadeira), fórum , Twiter e etc. Por fim, eu achava que Facebook era o verdadeiro Anticristo (e quem sabe se não é), até o momento em que comecei a usar, para fugir do Twitter. E não parei mais. Lá, além dos links habituais, coloco várias ilustrações e fotografias que vou colhendo pela internet. E alguns pensamentos que me trespassam a mente, enquanto estou por aqui. Compilo-os neste post:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Se Von Dews pode ter uma Comic Con, eu quero o RapaduraCon Açuçar.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- É incrível como certos barulhos banais me irritam a um extremo homicida.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Hoje, quando acordei, levei um baita susto. Pensei que estava ficando cego, aí lembrei que uso óculos e estava sem eles.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Da série palavras que você nunca usa na vida real: LÂNGUIDO&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Entra anos e sai anos e o carnaval é sempre a mesma coisa.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Ler Watchmen de tempos em tempos é sempre uma experiência e tanto. Como se a mente expandisse ou algo assim.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Eu vou fazer de conta que estou fingindo...&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Boa noite pessoal, até mais e Han atirou primeiro.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- George Lucas: A long time ego...&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Não é mole não, não é mole não, a Globo nem sabe o que é arte, isso é imbecilização.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Nesta sexta-feira, no Globo Repórter: INDIRETAS NO FACEBOOK - Pra quem são elas? Funcionam realmente? Uma alimentação saudável pode ser afetada por indiretas? Indiretas causam o fenômeno da Pororoca? Não percam!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- O sentimento é recípocro...recíproquo...recí... é múto... mutú... mut...ah, na verdade eu te odeio.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Se acontecer uma greve no setor agrícola, teremos muitos de tratores.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Algumas pessoas tem tanto dinheiro e uma vida tão boa que gostam de morrer jovem e com pompa, escalando o Everest.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- O pior unfollow é aquele da vida real!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- O grande barato da vida continua sendo o marido da barata!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Se todos na humanidade fossem da mesma cor, altura e tivessem o mesmo padrão de beleza, haveria racismo contra o jeito de andar.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- O Google está autocompletando meu nome. Que emoção!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- A lei é pros duros, mas é a lei.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- É lamentar, minha cara Watson. (Respondendo a um post da Renatchka)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- O tempo passa, mas lavar é com você.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Democracia: ela vem de 4 em 4 anos (ou de 2 ou em 2, como queira) e dura mais ou menos uns 30 segundos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Se a vida te der limões, seja você mesmo, siga seus sonhos e olhe no precipício antes que ele te encare de volta.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Quando fui rever meus conceitos, estavam tão velhos que não me reconheceram.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Em caso de timidez, quebre o gelo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Enquanto isso, no Jornada nas Estrelas mineiro: - ESPAÇO, A PORTEIRA FINAL...&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Nada como sair um pouco da internet, ir pagar conta e o vento que está dando a graça de sua presença, lá fora, levantar a saia de uma loira sem calcinha.... várias vezes!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Antigamente, bom mesmo era ver TV enquanto chovia lá fora. Antes da tempestade vinha Bonanza.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Os 3 principais sintomas de desorientação: 8) Confusão Mental 2) Embralarh as plavaras 3) Perda de mem.. hã?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Quer ver o caos de verdade? Dá o poder de ler o pensamento a todo mundo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Será que tudo que eu gosto é ilegal, infringe os direitos autorais ou engorda?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Caio Fernando Abreu, se você não sabe quem é, nem eu.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Nesse país só tem tirano. Tirano dos pobres pra dar aos ricos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Facebook, sempre melhorando para pior.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Eu sou enérgico, o Marlon Brando.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Living la vida tosca!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Enquanto isso, no jogo de baseball: - LANCE, HENRIKSEN!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Os Impostos se atraem.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- As 3 principais causas da procrastinação São: 1...&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Dizer: "você sabe disso", com convicção, sempre funciona.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Se conselho fosse bom, você baixava.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- O segredo da felicidade é parar de achar que existe um segredo!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6539486-3998700477550581150?l=rapaduradoeudes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/feeds/3998700477550581150/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6539486&amp;postID=3998700477550581150&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/3998700477550581150'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/3998700477550581150'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/2012/02/facebook-quotes.html' title='Facebook&amp;#39;s Quotes'/><author><name>Eudes Honorato</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2THx3OS0alk/SQpLDUxVDRI/AAAAAAAAAAM/TIge-gTNYuo/S220/12.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i44.tinypic.com/mtb24n_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6539486.post-2084519588306478662</id><published>2012-01-27T15:01:00.000-04:00</published><updated>2012-01-27T15:12:53.496-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Memórias'/><title type='text'>A Divina Flor da Papaia Celestial</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;GRANDES MOMENTOS DO FÓRUM F.A.R.R.A&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;.&lt;br/&gt;&lt;em&gt;A insanidade não existe, é só uma coisa da sua cabeça&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://tinypic.com?ref=n14is9" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="249" border="0" src="http://i44.tinypic.com/n14is9.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Quer viver uma grande aventura? Então abra um fórum e administre-o. O F.A.R.R.A., nos moldes para o qual foi criado (compartilhamento de arquivos), durou exatos 3 anos. Depois, por alguns problemas externos, tive que encerrar as atividades. Hoje ele ainda existe, como A.R.R.A.F., e é um local onde o pessoal que se apegou ao fórum se reúne para bate-papo e troca de informações. E eu deixei a administração com um casal de apaixonados pelo fórum.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas, em 3 anos, é óbvio que, além de compartilhar arquivos, o fórum acumulou muitas histórias bizarras das quais fui testemunha ocular, querendo ou não, já que eu era o administrador.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Muitas pessoas em um fórum, onde ela não paga NADA, para estar ou baixar o que quer, acha que tem direitos iguais aos de um consumidor que foi a uma loja, locadora, banca de jornais ou algo assim, e teima em exigir esses "direitos". Outras pessoas simplesmente acham que estão em sua própria casa e podem fazer do jeito que quiser. Ainda outros não admitem ser contrariados. E existem aqueles que simplesmente não tem noção de coisa alguma. Um lugar com todos esses tipos de pessoas gera as histórias mais absurdas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quase perto do fim, o fórum acumulou um pouco mais de 100.000 usuários. Obviamente nem todos interagiam e, se o fizessem, meu trabalho se tornaria insano. Mas, da porcentagem que interagia, havia uma porcentagem que simplesmente estava aquém de qualquer ajuda. Aqui vou citar apenas os casos mais graves (leia-se: hilariantes... ou não). Se eu fosse contar tudo que aconteceu nesse tempo de fórum, não poderia ser em apenas um post:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;O FANÁTICO POR BATMAN&lt;/span&gt; - Em um fórum há sempre um bate-papo saudável entre os usuários, que podem abrir tópicos pertinentes a assuntos que digam respeito á seção respectiva. Aqui, no caso, a seção sobre quadrinhos. Nerds tem uma mania um tanto estranha de entrar em uma eterna discussão sobre que super-herói derrotaria qual. A certa altura, um indivíduo abriu um post dizendo que Batman venceria tal herói. Até aí tudo bem.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Porém, a autonomia dada a um usuário, para poder ele mesmo abrir posts, pode sair do controle. Empolgado, o usuário começou a abrir post atrás de post, cada um deles colocando Batman contra um super-herói diferente. Isso é o chamado "flood", termo usado para definir quem manda mensagens demais, com o mesmo teor. Em vez de abrir apenas um único tópico e dentro dele discorrer contra quem o batman lutaria, a pessoa procurou o caminho mais difícil. Porém, creio que chamar a atenção já era a intenção inicial.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quando criticado sobre sua atitute o usuário passou a se colocar no lugar de vítima, causando mais problemas, até ser expulso. E, pior, o Batman não veio ajudá-lo!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;ACUSADO DE HOMOFOBIA&lt;/span&gt; - No fórum, apesar de voltado para o compartilhamento, haviam várias seções diferentes, uma delas era desiginada +18, ou seja, para postagem de fotos e outras imagens eróticas. Aqui cabe um adendo. Uma seção chamada "Reclamações e Sugestões" foi a pior idéia que eu tive. Quando uma nova mensagem apareceu nesta, fui olhar e lá havia um usuário reclamando que não havia fotos de homens pelados na seção +18.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Dei minhas explicações para ele, do porque de não colocar fotos de homens pelados e, claro, isso não o deixou feliz. Por mensagem privada ele me disse que a falta das tais fotos e a minha atitude em negar-lher o "direito" de tê-las lá, era nada mais nada menos que homofobia e que eu aguardasse que seria em breve processado. Foi, claro, devidamente expulso.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;NÃO PAQUERE COM SEU NAMORADO VENDO&lt;/span&gt; - Um fórum também pode ser um ótimo lugar para xavecar (como qualquer lugar, como se a gente escolhesse lugar para isso). Mas, não é uma boa idéia se você tem namorado(a) e ele(a) está inscrito e participando do MESMO fórum que você.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Uma querida usuária do fórum gostava de, digamos, dar atenção "diferenciada" a um outro usuário, mesmo com seu namorado ali, a postos. Estranhamente, a parte afetada por esse comportamento não conseguia entender que o problema não era apenas o usuário que desfrutava da atenção de sua amásia, mas sia A SUA amásia, também.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Assim sendo, eu recebia mensagens em particular do jovem mancebo pedindo que eue o desligasse do fórum. Mas... mas... mas... não seria mais prático você chamar a atenção de sua namorada e mandá-la parar de dar mole para o usuário? Mas, claro, eu não disse isso porque não era conselheiro sentimental. Apenas fiz como ele me pediu, desliguei-o do fórum. Assim, quando a moçoila viu que o namorado não mais prestava atenção às suas peripécias, a coisa esfriou e acabou. Talvez ele tenha sido esperto... ou não. Sei lá.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;NÃO ENTRE NUM FÓRUM COM O APELIDO DE "SHANNA"&lt;/span&gt; - Para entrar num fórum (ou em qualquer lugar da internet) com um apelido desses, você tem que impôr respeito e ser sagaz. Bom, a usuária que entrou com este apelido não era nem uma coisa, nem outra. Para piorar, era totalmente sem noção da realidade. Quebrava regras simples, como postar na seção correta. Discutia assuntos, como aborto, para o qual seu único argumento era "Deus mandou", e difundia boatos que ela devia receber por e-mail, como por exemplo, o logotipo da Kibon é uma "senha" para pedófilos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Obviamente que o apelido e os tipos de assuntos tratados pela usuária, faziam com que tudo acabasse em... Shanna. Os trocadilhos pipocavam e era Shanna isso e Shanna aquilo. No fim das contas, a Shanna se sentiu incomodada e retirou-se por si mesma. Os "farristas" (como se designa o usuário do F.A.R.R.A.) nunca mais viram a Shanna. Alguns dizem que ainda viram Shanna em outro lugares, mas não há garantia. Fique claro que nem mesmo a expulsei, a Shanna que não aguentou mais as pessoas sendo tão duras com ela.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Depois de muitas tentativas de fazê-la se adaptar ao fórum, eu mesmo desisti. Deixei a Shanna de lado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;TATUAGEM, QUE TATUAGEM&lt;/span&gt; - Exibicionismo não é algo para todo mundo. Nem todos tem o gabarito necessário para essa prática. É preciso treino e eficácia. E, assim não foi com uma de nossas usuárias que resolveu mostrar para o fórum em peso, uma tatuagem sua, em uma foto que ela mesma postou. A tatuagem era nas costas, ou no braço, não me lembro. Só me lembro que ela tirou a foto de sutiã. Seria uma coisa sensual, não? É, mas existem sutiãs e sutiãs. E o que ela estava não era do tipo sensual. Era mais da espécie a qual um usuário denominou como "sutiã de amadurecer mamão papaia". No fim das contas, quase ninguém conseguiu prestar atenção à tatuagem. O sutiã ficou tão impregnado no imaginário popular que os homens nem mesmo conseguiram aproveitar a semi-nudez de graça, que não era de se jogar fora. Mas o sutiã era.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;A DIVINA FLOR DA PAPAIA CELESTIAL&lt;/span&gt; - Sim, a papaia apareceu em outro episódio. Nosso último. Muita gente queria que os arquivos colocados no fórum fossem disponibilizados do jeito que ela queria. E muitos se irritavam se isso não era feito. Xingavam, eram expulsos, voltavam novamente com outro perfil, xingavam novamente e eram expulsos novamente. Porém, alguns gostavam de pegar mais pesado. Gostavam de humilhar o administrador.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Eis que um belo dia abro minha caixa de mensagens privadas e lá está um enorme texto dizendo o quanto sou prepotente por fazer as coisas no fórum como eu quero (para alguns eu era pior do que Hitler e um clone do Hitler, juntos). Eles não aceitavam que o dono do fórum fizesse as coisas como ele queria. Era um pensamento absurdo. Assim sendo, a mensagem destilava uma ladainha de insultos. Mas, eis que ao insulto final, eu não consegui me conter... e caí na gargalhada.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Tentando demonstrar com toda a força de sua raiva, com o eu era um ser prepotente desprezível, o usuário diz que eu me acho "A Divina Flor da Papaia Celestial". A designação é tão boa que eu até mesmo a usei, por um tempo, como nome de um dos meus blogs.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Infelizmente não lembro quem seja o usuário, para agradecê-lo. Nem lembro também do restante da mensagem. Quem poderia lembrar? Depois de algo tão portentoso, tudo mais perde a importância.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E é isso, se você pensa em ter um fórum, é mais ou menos isso que você enfrentará. Ou pior. Até mais ver!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6539486-2084519588306478662?l=rapaduradoeudes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/feeds/2084519588306478662/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6539486&amp;postID=2084519588306478662&amp;isPopup=true' title='23 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/2084519588306478662'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/2084519588306478662'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/2012/01/divina-flor-da-papaia-celestial.html' title='A Divina Flor da Papaia Celestial'/><author><name>Eudes Honorato</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2THx3OS0alk/SQpLDUxVDRI/AAAAAAAAAAM/TIge-gTNYuo/S220/12.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i44.tinypic.com/n14is9_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>23</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6539486.post-5333683350904083162</id><published>2012-01-18T11:18:00.000-04:00</published><updated>2012-01-19T18:00:56.154-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Scans'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Quadrinhos'/><title type='text'>Os Astonishing Xis-Men</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;SURPREENDENTES X-MEN - VOL. 01&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;em&gt;Scans by Onomatopéia Digital, uma subsidiária RA&lt;/em&gt;&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://tinypic.com?ref=2w389k4" target="_blank"&gt;&lt;img width="261" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="400" border="0" src="http://i41.tinypic.com/2w389k4.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Para baixar, clique&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.mediafire.com/?v906axvp9p2h7ax" target="_blank"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;aqui&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;Quando eu lia X-Men, eu não pronunciava corretamente, como hoje em dia. Para mim, eles eram os "Xis-Men" e não os "Équis-Men". E acho que quase todo mundo que lia suas aventuras, naquele tempo, pronunciava assim. Até que a animação baseada nos heróis começou a ser veiculada no Brasil e a dúvida foi sanada e, com o tempo, nos acostumamos com a pronúcia correta. Com a guerreira Sonja acontece a mesma coisa, mas essa é outra história.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Minhas primeiras incursões ao mundo mutante se deram pelas mãos de Chris Claremont e Dave Cockrum. Era a fase de transição entre os antigos e os novos integrantes. O surgimento de Wolverine, Colossus, Tempestade e Noturno. Claremont realmente foi quem fez o grupo ser o que ele é hoje. Eu não gostava dos desenhos de Dave Cockrum. Isso fazia com que eu não fosse tão fã assim das histórias dos mutantes.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Então, um novo desenhista começou a tomar conta do pedaço: John Byrne. Não me era um total desconhecido, pois já havia lido as histórias do Punho de Ferro, desenhadas por ele. O seu traço me agradava muito e o tempo mostrou que o cara era bom, como ficou bem claro para todos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Nas mãos da dupla Claremont/Byrne, os X-Men chegaram ao patamar dos maiores heróis da Marvel e, quem sabe, até os tenha ultrapassado. A popularidade do grupo veio para o bem e para o mal. Afinal, os mutantes ganharam tantos títulos que manter a qualidade se tornou quase impossível.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Na década de 90, quando a Fase Jim Lee despontou, eu não estava lendo nenhum tipo de quadrinho. Hoje em dia, pelo menos nesse caso, acho que foi uma benção esta "decisão". Os anos 90 não foram gentis com os quadrinhos de super-heróis e muita coisa péssima foi feita nesta época, inclusive com os supracitados.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Com X-Men aconteceu quase o mesmo que aconteceu com Novos Titãs, no meu caso, quero dizer. A melhor fase do supergrupo da DC, sem dúvida, foi a dobradinha Wolfman/Pérez e, depois disso, não consegui ler mais nada feito por outra equipe criativa. E permanece assim até hoje. Já, com o X-Men eu voltei a ler, não como antigamente, claro. Mas, dentro do turbilhão de HQs do grupo que são feitas, surge aqui e ali, arcos e/ou títulos que valem a pena ser lidos, mesmo que seja anos depois de lançados. É o caso do encadernado Surpreendentes X-Men - Volume 1.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mesmo antes disso, já havia me "surpreendido' com as histórias escritas por Grant Morrison e ilustradas por Frank Quitely para Novos X-Men. E, aqui, novamente, um roteirista de peso se junta a um artista do qual sou fã, para formar uma HQ que me faz voltar aos tempos em que eu lia ótimas histórias destes super-heróis.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A nova revista foi muito badalada na época de seu lançamento (da mesma forma que o foi Novos X-Men) por conta do roteirista ser Joss Whedon, o criador de Buffty, A Caça-Vampitos e da série de FC Firefly. Já os desenhos estavam a cargo de John Cassaday, de quem eu me tornara admirador depois que o conheci na série Planetary, provavelmente a minha HQ preferida de todos os tempos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ainda assim, não li em os scans na época, nem quando foi publicada no Brasil nas revistas mensais. Os dois métodos tinham suas desvantagens para mim. O primeiro, o fato de parar em frente ao computador para ler, e o segundo devido a eu não conseguir manter um rotina monetária para comprar edições mensais. Então, eis que a Panini lança o encadernado com os primeiros dois arcos dessa nova revista.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Deve-se dizer que o título "Surpreendentes X-Men" foi honrado. Whedon já chegou surpreendendo, realmente. O primeiro arco nos traz uma retumbante revelação: uma vacina que pode curar a condição de mutante. Creio que esta história tenha inpsirado o roteiro do terceiro filme dos X-Men. Junto com esa suposta cura, um alienígena de um planeta chamado Grimamundo quer destruir os X-Men e ele parece saber muito mais do que aparenta. No segundo arco, muita coisa não pode ser dita, para não se estragar a surpresa para quem não leu ainda. A única coisa que posso dizer é que os mutantes ganham um novo e improvável inimigo. Alguém que sempre esteve com eles.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;São 322 páginas de aventura de verdade, como se espera de algo assim, quando damos nosso dinheiro nas mãos do jornaleiro&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6539486-5333683350904083162?l=rapaduradoeudes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/feeds/5333683350904083162/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6539486&amp;postID=5333683350904083162&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/5333683350904083162'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/5333683350904083162'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/2012/01/os-astonishing-xis-men.html' title='Os Astonishing Xis-Men'/><author><name>Eudes Honorato</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2THx3OS0alk/SQpLDUxVDRI/AAAAAAAAAAM/TIge-gTNYuo/S220/12.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i41.tinypic.com/2w389k4_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6539486.post-6895494862528842299</id><published>2012-01-16T13:57:00.000-04:00</published><updated>2012-01-16T14:07:40.450-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Memória'/><title type='text'>Feliz Anivesário, Lia</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;TODOS OS DIAS DE SUA VIDA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://tinypic.com?ref=23tmsed" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="300" border="0" src="http://i44.tinypic.com/23tmsed.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="COLOR: #ffffff"&gt;&lt;strong style="COLOR: #8000ff; FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;E&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;u não lembro da vida sem você&lt;br/&gt;&lt;span style="COLOR: #8000ff"&gt;L&lt;/span&gt;embro sim, de um tempo meio nublado&lt;br/&gt;&lt;span style="COLOR: #8000ff"&gt;I&lt;/span&gt;ndistinto, onde não consigo perceber&lt;br/&gt;&lt;span style="COLOR: #8000ff"&gt;A&lt;/span&gt; sua presença ali, ao meu lado&lt;br/&gt;&lt;span style="COLOR: #8000ff"&gt;N&lt;/span&gt;ego e quero esquecer&lt;br/&gt;&lt;span style="COLOR: #8000ff"&gt;E&lt;/span&gt;ste tempo tão calado&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;span style="COLOR: #8000ff"&gt;M&lt;/span&gt;as, depois de ti, você aconteceu&lt;br/&gt;&lt;span style="COLOR: #8000ff"&gt;A&lt;/span&gt; rotina se tornou algo indomada&lt;br/&gt;&lt;span style="COLOR: #8000ff"&gt;R&lt;/span&gt;estando apenas a alegria e eu&lt;br/&gt;&lt;span style="COLOR: #8000ff"&gt;I&lt;/span&gt;solando a nós dois, nesta ilha encantada&lt;br/&gt;&lt;span style="COLOR: #8000ff"&gt;A&lt;/span&gt;tacando a tristeza que logo morreu&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;span style="COLOR: #8000ff"&gt;O&lt;/span&gt;nde mais eu poderia encontrar&lt;br/&gt;&lt;span style="COLOR: #8000ff"&gt;L&lt;/span&gt;ugar algum havia me prometido&lt;br/&gt;&lt;span style="COLOR: #8000ff"&gt;I&lt;/span&gt;r adiante já era um modo de errar&lt;br/&gt;&lt;span style="COLOR: #8000ff"&gt;V&lt;/span&gt;i que queria mesmo era estar contigo&lt;br/&gt;&lt;span style="COLOR: #8000ff"&gt;E&lt;/span&gt;ntão, não tive dúvidas sobre onde estar&lt;br/&gt;&lt;span style="COLOR: #8000ff"&gt;I&lt;/span&gt;gnorando qualquer sentimento ambíguo&lt;br/&gt;&lt;span style="COLOR: #8000ff"&gt;R&lt;/span&gt;ecuso-me a um segundo mais esperar&lt;br/&gt;&lt;span style="COLOR: #8000ff"&gt;A&lt;/span&gt;mando a ti como homem, amante a amigo&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;span style="COLOR: #8000ff"&gt;H&lt;/span&gt;oje eu sei que não mais nos separamos&lt;br/&gt;&lt;span style="COLOR: #8000ff"&gt;O&lt;/span&gt;casos e acasos temos juntos enfrentado&lt;br/&gt;&lt;span style="COLOR: #8000ff"&gt;N&lt;/span&gt;a lua, para ver o pôr da Terra, nos sentamos&lt;br/&gt;&lt;span style="COLOR: #8000ff"&gt;O&lt;/span&gt;des a um amor de loucos, temos nós cantado&lt;br/&gt;&lt;span style="COLOR: #8000ff"&gt;R&lt;/span&gt;imos mais que duas crianças e, sim, brigamos&lt;br/&gt;&lt;span style="COLOR: #8000ff"&gt;A&lt;/span&gt;ntes assim que sermos dois aparvalhados&lt;br/&gt;&lt;span style="COLOR: #8000ff"&gt;T&lt;/span&gt;emos mais um do outro que pensamos&lt;br/&gt;&lt;span style="COLOR: #8000ff"&gt;O&lt;/span&gt; que nos faz eternos apaixonados&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;FELIZ ANIVERSÁRIO, LIA, MEU AMOR&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6539486-6895494862528842299?l=rapaduradoeudes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/feeds/6895494862528842299/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6539486&amp;postID=6895494862528842299&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/6895494862528842299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/6895494862528842299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/2012/01/feliz-anivesario-lia.html' title='Feliz Anivesário, Lia'/><author><name>Eudes Honorato</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2THx3OS0alk/SQpLDUxVDRI/AAAAAAAAAAM/TIge-gTNYuo/S220/12.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i44.tinypic.com/23tmsed_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6539486.post-7563683007276712389</id><published>2012-01-14T19:05:00.000-04:00</published><updated>2012-01-19T18:44:00.135-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Scans'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Memórias'/><title type='text'>Minha Mãe e os Quadrinhos</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;A MÃE DE TODOS OS GIBIS&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;em&gt;Como vim a cultivar o meu gosto por HQs&lt;/em&gt;&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://i41.tinypic.com/20f278i.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="238" border="0" src="http://i39.tinypic.com/rrjpyt.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Estamos todos os quatro irmãos em casa, esperando minha mãe chegar das compras. A ansiedade é grande, por um motivo simples: como somos todos muito pequenos, quando ela fica longe muito tempo, um aperto no coração de cada um se faz sentir e, quando ela chega, parece que nos sentimos seguros novamente. Já sabendo disso (como ela sempre pareceu saber de tudo), ela trazia algum tipo de agrado para cada um. Para mim, ela trazia um gibi. E, a lembrança mais remota que tenho dela fazendo isso, é dela tirando de dentro da bolsa um gibi de O Mestre do Kung Fu, de quando era publicado pela Editora Vecchi (ou Bloch, não lembro direito). Para mim, aquele era o maior presente do mundo, mesmo eu mal sabendo ler ainda.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Minha mãe, que fez aniversário na sexta feira, dia 6 de Janeiro e, aos 65 anos nunca perdeu esse dom de incentivar a leitura, mesmo ela nunca tendo lido um único gibi. E, mesmo se pudesse, ela não conseguiria parar para fazê-lo. Digo que não perdeu, porque sempre me lembra de levar algum gibi para meu sobrinho de 11 anos. Seu único neto, Caio Vinícius. Ela se deleita vendo o gosto que ele tem pela leitura, o mesmo que ela via em mim.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mesmo quando ela ficou sozinha para cuidar de nós e as dificuldades aumentaram, ainda assim ela nunca foi de reprimir minha vontade de ler mais e melhores gibis. Claro, que nesses tempos, os gibis assim como as vacas, eram magros. Lembro-me como se fosse hoje de uma vez em que estávamos num ponto de ônibus onde havia uma banca de jornal - que surpreendentemente está lá ainda hoje, mesmo que desativada - e ela me deu algo equivalente a um real para que eu comprasse uma revista do Pato Donald, a mais baratinha. O importante era ter algo para ler.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Aos 12 anos eu fui trabalhar e, claro, a maior parte do dinheiro ia para a banca de jornal. Isso fazia ao menos com que ela não tivesse que tirar de seu orçamento para comprar HQs para mim. Assim, sendo, de certo modo, eu estava ajudando. Para "piorar" as coisas, eu trabalhava a alguns metros da maior banca de jornal da localidade e passava por lá às 6 da manhã, para ver o que havia chegado, antes mesmo de ir para o trabalho. Essa foi a única época em que eu realmente colecionei HQs, chegando a acumular 500 revistas. E, sempre sobrava para minha mãe.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No caso aqui, era o fato de que eu tomava o espaço dela para poder guardar minhas revistas. Primeiro me apoderei de um pequeno armário, feito por um tio marceneiro. Fui colocando os gibis dentro dele e transformando-o na minha base. Porém, o armário era muito pequeno, e creio que não deve ter suportado nem 200 das revistas que acumulei. Eu precisava de um lugar maior, e já sabia qual.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Com o tempo apareceu lá em casa um armário branco, horizontal, enorme. Também havia sido feito por alguém, não lembro quem. Minha mãe e minhas duas irmãs guardavam tudo que era tipo de coisa ali e eu precisava me apoderar de pelo menos uma parte dele. Uma missão difícil, não devido a minha mãe, mas às minhas irmãs, claro. Mas, aos poucos fui colocando todas as revistas nele, e a quantidade só ia aumentando. Minha mãe, novamente, foi a conciliadora e evitou que eu fosse morto. Fiquei com a parte de baixo toda, que era enorme! Passava horas arrumando e rearrumando os gibis ali, coisa que nunca mais fiz em minha vida. Os que tenho hoje ficam, ou na estante, ou espalhado pelo quarto.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quando cheguei aos 500, vendo o monstro que tinha criado, minha mãe olhou para aquela quantidade de gibis, olhou para mim, e disse a célebre frase que ela repetiria várias vezes durante a minha vida: "Tudo teu é demais, Eudes". Em parte ela estava certa. Não havia mais onde guardar tanta revista. Assim, tomei a decisão cruel de vendê-los todos e comprar a segunda coisa mais legal que os gibis (quando a gente é garoto, quero dizer): Uma bicicleta! E minha mãe apoiou alegremente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Talvez essa seja a melhor das qualidade da minha mãe. Por mais insana que fossem as nossas decisões, ela sempre apoiou. No caso dos quadrinhos ela me ajudou a criar o gosto por eles. Ela é a minha Martha Kent e Tia May, só que mais jovem e engraçada!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Te amo, mãe!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;AS OBRAS COMPLETAS DE CARL BARKS - VOL. 11&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;em&gt;Scans by Onomatopéia Digital, Uma Subsidiária RA&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://tinypic.com?ref=2mry6nb" target="_blank"&gt;&lt;img width="261" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="400" border="0" src="http://i41.tinypic.com/2mry6nb.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Para baixar, clique&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.mediafire.com/?6vtj1923t5dcko7" target="_blank"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;aqui&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="COLOR: #8000ff"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;Sinopse:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; Mais histórias escritas e ilustradas pelo Homem dos Patos, Carl Barks. Donald, Tio Patinhas e os sobrihos enfrentam magia negra, encontram um papagaio contador, tem que salvar uma cidade de ladrões de gado, entre outras coisas. Barks foi quem definiu toda a mitologia dos patos da Disney, nos quadrinhos.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6539486-7563683007276712389?l=rapaduradoeudes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/feeds/7563683007276712389/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6539486&amp;postID=7563683007276712389&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/7563683007276712389'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/7563683007276712389'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/2012/01/minha-maes-e-os-quadrinhos.html' title='Minha Mãe e os Quadrinhos'/><author><name>Eudes Honorato</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2THx3OS0alk/SQpLDUxVDRI/AAAAAAAAAAM/TIge-gTNYuo/S220/12.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i39.tinypic.com/rrjpyt_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6539486.post-4918042879581782443</id><published>2012-01-11T15:32:00.001-04:00</published><updated>2012-01-11T15:40:38.974-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filmes'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comédia'/><title type='text'>O Mal Está Lá Fora</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;TUCKER AND DALE VS. EVIL&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;em&gt;As Aparências Enganam e Podem Matar (de Rir)&lt;/em&gt;&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://tinypic.com?ref=zlanue" target="_blank"&gt;&lt;img width="269" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="400" border="0" src="http://i44.tinypic.com/zlanue.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Eu tenho um indicador para saber se um filme de comédia é realmente bom e esse indicador é quando a Lia (minha esposa) ri de verdade. Assim como ela não chora em qualquer filme de drama, ela também não ri em qualquer filme de comédia. Na verdade, em quase nenhum. Enquanto estou lá eu, ao lado dela, me debulhando em lágrimas, nos filmes de drama, ou morrendo de rir a toda altura, nos filmes de comédia, ela está lá, impassível, apenas me fazendo companhia. Assim sendo, quando ela dá uma risada alta e gostosa, eu sei que o filme realmente é bom! É o caso de Tucker and Dale vs. Evil.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O filme é uma pérola perdida que talvez muitos não conheçam, assim como eu não conhecia até ontem. O filme é uma comédia de terror, de 2010, que eu já havia visto por aí, de relance, mas que o título não me chamou atenção alguma. Mas, resolvi assistir quando vi a nota alta dada pelo&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt1465522/" target="_blank"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;IMDB&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;(7.6) e vi que eu devia estar perdendo alguma coisa boa aí. Também me chamou a atenção a presença de Alan Tudyk, um excelente ator, ainda mal aproveitado, que tem como destaque em sua carreira a comédia Morte no Funeral e Eu, Robô (onde ele empresta suas feições e voz ao robô perseguido por Will Smith).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Pois bem, o filme conta a história sob dois pontos de vista: o de Tucker e Dale, dois caipiras de bom coração, que estão indo para uma casa de campo, adquirida por Tucker, para passar o fim de semana pescando e o ponto de vista de um grupo de universitários que estão em férias no mesmo local, e que vêem tudo a seu redor com olhares preconceituosos, causando assim uma série de mal entendidos que levarão à morte.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para o grupo de universitários - acostumados aos filmes de terror, onde geralmente caipiras são sinônimo de assassinos sanguinários - Tucker e Dale são mais do que suspeitos em seus modos grosseiros e jeito aparvalhado. Para Tucker e Dale, os universitários são apenas... universitários. Para piorar as coisas, um deles é obcecado pelo fato de que ali, naquele local, há muitos anos, houve realmente um massacre de universitários, como eles. Mas, isso foi há muito tempo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;As coisas estão indo bem, até que Tucker e Dale vão pescar no mesmo em rio em que os estudantes estão tomando banho, a noite. Quando uma das garotas avista os dois caipiras, toma um susto e cai na água batendo a cabeça. Quando resgatam a garota, salvando-a de morrer afogada, e a levam para sua cabana para que ela se recupere, começa a confusão. Os amigos de Allyson acham que os dois raptaram-na e vão tentar resgatá-la custe o que custar.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Daí pra diante, cada ação de Tucker e Dale parecerá cada vez mais supeita e assustadora. Nada dá certo, e a falta de comunicação entre os dois grupos piora tudo. A pimeira metade do filme tem cenas pra lá de hilárias, que apenas assistindo pode se ter uma idéia. É o tipo de coisa que sabemos ser impossível acontecer, pelo menos tantas situações assim de uma vez só, mas que não importa, afinal é um filme. Para os sobreviventes parece apenas que Tucker e Dale estão eliminando um a um com frieza e sadismo. Para Tucker e Dale, parece que os universitários enlouqueceram e resolveram colocar em prática algum tipo de pacto suicida!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No fim das contas, o filme ainda deixa essa lição de moral: não julgue alguém pela mera aparência ou você pode acabar metendo so pés pelas mãos. O filme em breve estará no Supersônico a Carvão, para download.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;CHICLETE COM BANANA: CENAS DE SEXO, DROGAS E ROCK'N ROLL&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;em&gt;Scans by Onomatopéia Digital, Uma Subsidiária RA&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://tinypic.com?ref=a314sl" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="271" border="0" src="http://i39.tinypic.com/a314sl.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Para baixar, clique&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.megaupload.com/?d=R9IZBD4T" target="_blank"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;aqui&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="COLOR: #8000ff"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;Sinopse:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; Coletânea de mais de 130 páginas, com as tirinhas mais engraçadas de Angeli e seus personagens Meia Oito, Benevides Paixão, Bob Cuspe, Ritapop,. Rhallah Rikota, Ritchi Pareide, Bibelô, Nanico, Tudiblú e Moçamba. O humor ácido e sarcástico de Angeli em uma edição especialíssima.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6539486-4918042879581782443?l=rapaduradoeudes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/feeds/4918042879581782443/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6539486&amp;postID=4918042879581782443&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/4918042879581782443'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/4918042879581782443'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/2012/01/o-mal-esta-la-fora.html' title='O Mal Está Lá Fora'/><author><name>Eudes Honorato</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2THx3OS0alk/SQpLDUxVDRI/AAAAAAAAAAM/TIge-gTNYuo/S220/12.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i44.tinypic.com/zlanue_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6539486.post-2650746057826737051</id><published>2011-12-25T19:55:00.000-04:00</published><updated>2011-12-25T20:07:12.589-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Scans'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Quadrinhos'/><title type='text'>Presente de Natal RA</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;CORAÇÃO DO IMPÉRIO: O LEGADO DE L. ARKWRIGHT&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;em&gt;Scans by Onomatopéia Digital, uma subsidiária RA&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://tinypic.com?ref=2i7vdpd" target="_blank"&gt;&lt;img width="259" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="400" border="0" src="http://i44.tinypic.com/2i7vdpd.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Para baixar, clique&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.megaupload.com/?d=QOP5EE4J" target="_blank"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;aqui&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Bryan Talbot, talvez não seja um nome identificável assim tão de repente. Este roteirista e desenhista de quadrinhos ingleses é mais conhecido por sua maior obra, As Aventuras de Luther Arkwright que, segundo a introdução da HQ acima, influenciou gente como Alan Moore e Neil Gaiman. Só aí dá pra ver que o cara não é pouca coisa. Pois, justamente Coração do Império é a continuação desta saga, como deixa claro o subtítulo do volume 1: &lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;O Legado de Luther Arkwright&lt;/span&gt;.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Porém, é possível ler esta HQ sem o ter lido previamente As Aventuras de Luther Arkwright. Mas, se preferir ler antes, pode baixar os dois volume &lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;a href="http://aspasnoir.blogspot.com/2010/12/luther-arkwright.html" target="_blank"&gt;AQUI&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;. Esta continuação, se passa mais de 20 anos após a morte de Arkwright e a heroína é sua mimada filha, a Princesa Vitória. Nesta realidade alternativa, a Inglaterra ainda domina o mundo e uma mistura de passado e futuro se misturam num estilo steampunk.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A rainha, mãe de Vitória, é uma tirana que não sabe dos planos do Vaticano para depor a Inglaterra do poder, enviando um agente para, quem sabe, matar a rainha. Mas, Victoria tem seus próprios problemas, como uma mágoa profunda por não ter conhecido seu pai, e constantes enxaquecas que ela desconhece quais sejam os motivos. E, por trás de tudo isso, desse quadro de conspiração, tanto fora, quanto dentro do reino, uma espécie de catástrofe sobrenatural parece iminente, ameaçando não só a Inglaterra, mas o mundo inteiro.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Em breve colocarei aqui o volume 2 e último.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;FELIZ NATAL COM MUITA RAPADURA PARA TODOS&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://tinypic.com?ref=284kmc" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="281" border="0" src="http://i42.tinypic.com/284kmc.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Feliz Natal a todos os amigos que ainda insistem em visitar ese blog que é atualizado tão espaçadamente, mas que nunca é abandonado de verdade. Que não só neste Natal, mas em todos os dias da vida de vocês, tenham sucesso e tudo de bom que mereçam, tanto vocês quanto a família e pessoas a quem amam. Mesmo não tendo um sentido religioso para mim, a data serve para lembrar que devemos lembrar das pessoas que realmente importam, ou seja, as que estão perto, seja de que modo for. Abraço nos caras, e beijo nas meninas!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. Do not manually edit. http://www.zoundry.com --&gt;&lt;br /&gt;  &lt;span class="ztags"&gt;&lt;span class="ztagspace"&gt;Technorati&lt;/span&gt; : &lt;a href="http://technorati.com/tag/Bryan%20Talbot" class="ztag" rel="tag"&gt;Bryan Talbot&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/Luther%20Arkwright" class="ztag" rel="tag"&gt;Luther Arkwright&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6539486-2650746057826737051?l=rapaduradoeudes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/feeds/2650746057826737051/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6539486&amp;postID=2650746057826737051&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/2650746057826737051'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/2650746057826737051'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/2011/12/presente-de-natal-ra.html' title='Presente de Natal RA'/><author><name>Eudes Honorato</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2THx3OS0alk/SQpLDUxVDRI/AAAAAAAAAAM/TIge-gTNYuo/S220/12.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i44.tinypic.com/2i7vdpd_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6539486.post-1651236510352667084</id><published>2011-12-10T23:04:00.000-04:00</published><updated>2011-12-10T23:09:05.636-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Memórias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Humor'/><title type='text'>Parles Vous?</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;TINTIN E A MENINA QUE NÃO&lt;br/&gt;GOSTAVA DE HARRY POTTER&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://eudesnorato.pixa.us/images/19493595/Tintin" target="_blank"&gt;&lt;img width="292" height="400" border="0" src="http://img7.pixa.us/b74/19493595.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Apenas ilustrativo, não são scans&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Sempre que me dá na telha eu vou até ao que eu chamo de "sebo de luxo" que fica ali no cinema Estação Sesc Rio, o Luzes da Cidade. Não é meu lugar preferido para comprar livros ou gibis. São muito caros para produtos de segunda ou terceira mão. Também só vou na intenção de encontrar alguma HQ antiga, perdida, para que eu possa, quem sabe, escanear. Mas, esse é outro problema: são pouquíssimas e jogadas num canto. Mas, sempre se pode dar a sorte de ter chegado alguma coisa "nova". Então, quando tive de ir ao supermercado, resolvi passar por lá antes.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Já era noite e eu pensava em entrar, olhar e sair. Mas, isso nunca acontece. Sempre me demoro, olhando e olhando, como se, de repente, fossem brotar alguma HQ que eu não vi antes. Quando cheguei, a primeira coisa que notei foi que o volume de material estava bem menor que da última vez que estive lá. Isso é desanimador, pois mostra que eles não se importam muito com quadrinhos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Muitas MAD em inglês, algumas HQ da EBAL, e um emaranhado de HQs de super-heróis sem muito valor. Quando levantei mais algumas, me deparei com uma meia dúzia de álbuns do Tintin, perdidos por ali. E, nesse momento, como num passe de mágica, materializou-se atrás de mim, uma menina de uns 8 anos de idade, de cabelos pretos e magra, falando uma mistura de português e francês. Ela se adiantou a mim e pegou os álbuns, dizendo: "Eu adoro tan tan" (a pronúncia francesa para Tintin).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Fiquei surpreso com o aparecimento dela e seu interesse nos gibis de Tintin. Mais pela sua idade que qualquer outra coisa. Ela mostrava os álbuns para a mãe e o pai, falando ora em português, ora em francês. Continuei agachado procurando alguma coisa para levar, mas sem muita esperança. Ela agachou ao meu lado e continuou procurando mais álbuns do aventureiro Tintin. Vendo que ela não tinha muita força para levantar os muitos volumes acumulados, retirei-os todos do lugar e procuramos juntos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Muito comunicativa, ela dizia o quanto sua mãe gostava de Luke Lucky, quando avistou um dos álbuns dele. E, enquanto procurávamos os álbuns, de vez em quando ela soltava algumas frases que me faziam ficar mais admirado. Do nada ela dizia: "Eu não gosto de Harry Potter". A sua pronúncia de "Harry Potter" era divertida. Aquilo me deixou sem muito o que dizer, já que não sou uma das pessoas mais comunicativas do mundo quando pessoas que não conheço conversam comigo tão naturalmente. Só consegui dizer: "Isso é bem difícil de se ver".&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O que mais eu admirava era como as coisas que ela dizia, não eram arrogantes, nem afetadas, como algumas crianças que gostam de parecer adultos em miniatura fazem. Ao dizer que não gostava de Harry Potter parecia alguém que diz que não gosta de sorvete de pistache, seja lá qual seja o gosto disso. Não era uma crítica em si, apenas uma constatação. Tanto que ela não se alongou nos motivos de não gostar.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Sua mãe via a atenção que ela me dava e parecia pedir desculpas com os olhos, como quem diz "ela faz isso o tempo todo", mas não disse nada como "deixe o moço em paz, querida".&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ela já estava com uns cinco ábuns de Tintin nos braços e parecia que não íamos encontrar mais nenhum. De repente, encontrei alguma coisa que eu poderia levar. Uma minissérie completa de Glory, uma heroína da Image. Quando peguei ela deu uma olhada e sentenciou, novamente fazendo apenas uma constatação: "É de garotos". Eu quase soltei uma gargalhada. Ela continuou olhando a capa e disse: "Que horrível", se referindo aos desenhos exagerados da Image. Tentei defender o meu gosto, dizendo:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- É, o desenho é feio mesmo, exagerado. Mas olha só esse aqui - e peguei uma Vertigo da Editora Abril, com um Jonah Hex sinistro, mas bem desenhado, na capa. A reação dela foi imediata: "Horrível, também". Se referindo mais à capa ser sinistra, do que ao desenho em si. Eu estava sem opções. Deixei de lado as HQs de "garotos" e perguntei se ela ia levar mesmo todos aqueles álbuns de Tintin. Ela nem piscou ao responder que sim. E arrematou: "Hoje é meu aniversário". Novamente fui pego de surpresa e não soube o que dizer. Ela dizia tudo de uma forma tão natural, como se não fosse realmente importante, que eu não sabia como responder. O máximo que eu disse foi um "que bom".&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quando peguei as minhas HQs, ela novamente me pegou em uma pergunta: "São para seus filhos?" Não pude deixar de rir antes de responder. Ela era uma dama e, diplomaticamente estava dizendo que eu era velho demais para ler aquelas coisas mal desenhadas! Ainda sorrindo, respondi: "Não, são pra mim mesmo. Eu leio desde que tinha a sua idade". Ela pareceu achar justo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quando levantei, minhas pernas doíam de tanto tempo agachado. Ela riu de minhas dores e disse que também estava sentindo, se solidarizando. A atenção dela voltou-se para os DVDs que estava empilhados acima dos quadrinhos e escolhia alguns aleatoriamente. Quando vi o "Diário de Uma Princesa", peguei e disse, "Talvez você goste desse". Por incrível que pareça, ela não conhecia o filme e o pegou, olhando com uma certa estranheza. Depois de examinar por alguns segundos, soltou um "é, quem sabe". E senti em sua resposta algo como se ela detestasse estar admitindo que pudesse gostar daquela coisa feita para "garotas". O que esperar de uma menina de 8 anos que lê Tintin, filha de uma senhora que adora Luke Lucky. Eu parecia estar em uma dimensão paralela.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Havia me esquecido completamente do supermercado e, mesmo a contragosto, paguei o que peguei e me preparei para ir embora. Porém, não pude deixar de me despedir dela, que pareceu surpresa. Apertei sua mão, a de sua mãe e de seu pai. Todos tão simpáticos quanto ela. Fui para o supermercado imaginando que se eu tivesse uma filha, gostaria que fosse exatamente igual a ela. Ou ao menos parecida.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Me peguei imaginando como seria compartilhar algo tão bom como a leitura com alguém tão próximo. Ensinar, aprendendo. Bom, ao menos aprendi algo hoje. Nem tudo está perdido. Por mais medíocre que o mundo esteja se tornando, ainda há uma resistência, mesmo que pequena, na figura dos pais dessa menina. Afinal, é como numa frase que li entre as muitas que aperecem no Facebook: se fala tanto em deixar um mundo melhor para os filhos, mas e quanto a deixar filhos melhores para nosso mundo?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. Do not manually edit. http://www.zoundry.com --&gt;&lt;br /&gt;  &lt;span class="ztags"&gt;&lt;span class="ztagspace"&gt;Technorati&lt;/span&gt; : &lt;a href="http://technorati.com/tag/Fran%C3%A7a" class="ztag" rel="tag"&gt;França&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/Luzes%20da%20Cidade" class="ztag" rel="tag"&gt;Luzes da Cidade&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/Tintin" class="ztag" rel="tag"&gt;Tintin&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6539486-1651236510352667084?l=rapaduradoeudes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/feeds/1651236510352667084/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6539486&amp;postID=1651236510352667084&amp;isPopup=true' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/1651236510352667084'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/1651236510352667084'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/2011/12/parles-vous.html' title='Parles Vous?'/><author><name>Eudes Honorato</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2THx3OS0alk/SQpLDUxVDRI/AAAAAAAAAAM/TIge-gTNYuo/S220/12.jpg'/></author><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6539486.post-2548233047647790240</id><published>2011-11-20T22:39:00.000-04:00</published><updated>2011-11-21T19:55:45.397-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Blogs'/><title type='text'>Nono Aniversário</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;NOVE ANOS DE RAPADURA SENDO AÇUCARADA&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://eudesnorato.pixa.us/images/19486007/numero-nove-82219" target="_blank"&gt;&lt;img width="365" height="400" border="0" src="http://img7.pixa.us/932/19486007.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Já passou de meia-noite, portanto já é dia 21 de novembro e fazem exatamente 9 anos que, em algum momento deste dia, lá naqueles idos, eu resolvi tentar o que seria meu segundo ou terceiro blog. Os outros foram deletados depois de alguns dias. Não havia a mínima expectativa quanto a este também. Mas, não custava tentar. Com o apoio de uma galera que hoje em dia se chama Trollnet, o Rapadura Açucarada teve visitas que me animaram a continuar, mesmo eu não sabendo o que postar. Até que, em algum momento de janeiro de 2003, eu passei a colocar scans. Foi então que o blog encontrou seu público e sobreviveu este tempo todo.E, este ano, vamos deixar extamanete este público falar, neste nono aniversário, o que pensam do RA. Rapaduristas, avante:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;/em&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;Luca Torelli:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; "Com certeza o período que mais me marcou na história do RA foi a Era de Ouro dos scans! Hoje parece algo banal baixar gibis escaneados, qualquer um pode baixar o "New 52" da DC no dia de seu lançamento (para no dia seguinte falar mal da revista). Mas no início do RA não era tão fácil encontrar scans - principalmente com boa qualidade de imagem. Quando eu descobri o blog, foi sensacional. Eu tinha a disposição vários clássicos que sempre disse que iria procurar em sebos ou gibitecas, mas nunca ia atrás. Vários deles eu ainda nem li (estão na lista de espera), mas muitos outros pude ler na tela do computador, como o Monstro do Pântano e Hellblaizer. Foi com este último, aliás, que comecei minha carreira de tradutor-pirata de scans, com o auxilio do Eudes na letragem.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Por tudo isso, parabéns RA!"&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;João Lúcio:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; "Já fazem 9 anos? Parece que foi ontem, pelos meados de 2006 quando conheci o RA. E foi por meio dele que descobri o maravilhoso (e obscuro) mundo dos scans (Junto com o VertigemHQ) e consequentemente o maravilhoso mundo dos quadrinhos. Eu era estudante, 16 anos e não tinha um puto no bolso pra comprar quadrinhos então comecei a baixar e viajar. Por intermédio do RA conheci Alan Moore, Frank Miller, Neil Gaiman e todos os titãs dos quadrinhos que hoje tenho orgulho de exibir na minha prateleira (21 anos na fuça, mais que na hora de trabalhar!). E como disse uma vez: Sou um fã (não mais) anônimo do blog. E esse é meu primeiro comentário no blog depois de 5 anos, já tava mais do que na hora de dar as caras.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Sem mais delongas, parabéns ao Rapadura Açucarada e para todas as pessoas que ao longo de todos esses anos acompanham o blog. Inclusive vocês, leitores anônimos."&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;Rodrigo Aú:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; "Caraca! Acho que era 2003 ou antes, eu não sabia nem o que era blog direito. mas tava lá do trabalho na época era atendente do Velox e deixei muito cliente na linha, pra ler os scans mais acessados da rede. Era uma doideira. Acho que foi isso. O meu blog ainda continua sendo o Clube da Luta, lembra? Agora lá no blog assino como M4C4C0, mas você é de casa pode me chamar de Rodrigo qualquer dia agente se esbarra em Botafogo. Um abraço e obrigado."&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;David Silva:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; "Oi, Eudes seu blog é muito bom. Sua iniciativa permitiu a quem não teve acesso as HQ impressas, conhecer e desfrutar um pouco mais. Parabéns! e longa vida."&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;Nitro:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; "O que dizer: foi inspirado no RA que eu me aventurei nos blogs, criando o Nitroglicerina. Isso no tempo em que o RA tinha muitos scans e algumas mulheres peladas. Bons tempos! Aliás, todas as fases do RA tem o meu carinho, sempre estou aqui acompanhando. Eu invejo o tempo que tu tens pra cuidar dos blogs, eu queria ter tanto tempo assim também. Me lembro que uma vez eu postei no Nitroglicerina que tu deve possuir algum super-poder, tipo algo de parar o tempo pra poder cuidar de tudo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Parabéns Eudes, que possamos comentar nos 20, 30, 40 anos do blog. "&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;Fie:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; "Ah, eu não lembro exatamente como conheci o Rapadura. Eu lembro de quando ele era azul (?), acho, e tinha apenas um agregado de HDs Virtuais pra HQs. Isso tem anos. Lmbro também que no meu primeiro encontro com o Rapadura eu estava exatamente procurando uma HQ (dã!), mas nem lembro qual. CHO que era Batman - Ego. Exemplar que eu tinha, mas perdi *sad*... (acho que ficou com algum amigo).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Fiquei alguns anos sem frequentar o Rapadura por que tinha me desligado das HQs, depois descobri o F.A.R.R.A e me acabei delirando de quanta coisa o povo tinha reunido. Mesmo assim não me tornei um frequentador muito ativo (menos ainda participador do fórum, nem lembro de ter feito alguma participação em tópico. ) Mais um tempo distante e quando volto descubro que o fórum foi disseminado, mas gerou vários outros blogs que frequento sem que saibam *stalker*.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Eu só queria ter participado mais de quando teve o fórum e queria ter ânimo pra entrar no novo, mas a falta costume com fóruns e de tempo é um empecilho. =) O blog atualmente ta ótimo em nível cultural. Sempre que tenho tempo eu passo pra ler as postagens. Não comento por preguiça e por que meu nível cultural em relação a livros anda muito em baixa, mas tomo nota de cada título que passa por aqui e me cativa pensando: "Quero ler esse um dia!".&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Bom, não sei se tenho mais o que dizer, só posso desejar parabéns ao blog agora e esperar que ele viva mais e traga mais postagens maravilhosas pra net. Pelo menos sempre teremos um cantinho com cultura decente, né? ^^"&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;Questão:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; "Rapaz, uma das maiores emoções que tive aqui foi quando o Eudes colocou o fanfilm que coloquei no F.AR.R..A. do Questão e o fanfic escrito por mim há muitos séculos atrás, nos tempos dos downloads. Mas o mais marcate foi descobrir aqui as maravilhas e insanidades dos scans. Parabéns e muito obrigado."&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;Vicente Andrade:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; Faz tempo que curto o Rapadura, seja me deleitando com os scan (onde eu praticamente comecei a ler as revistas na web) ou curtindo os posts e textos do Eudes. Show de bola! Parabéns, Eudes. Parabéns Rapadura. Sou seu fã!"&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;Anônimo:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; "Vou te falar que eu fiquei uns 4 anos sem aparecer no RA. Agora, só tenho um comentário negativo a fazer. Você lê e lê, então lê mais um tanto, passa o dia lendo e praticando a escrita de várias formas... e ainda não aprendeu a escrever. Ainda não sabe separar sentenças, não sabe o que é uma crase, ainda erra horrivelmente palavras simples. Escuta, prezado Eudes, não dá pra finalmente se tocar?? Se você quer que alguém leia, faça um texto melhor.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;Aquila Chrysaetos:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; "Não gosto de aparecer na net. Ponto. Mas não podia deixar de fazer meu comentário. Acompanho o blog há MUITO tempo (mais menos de 9 anos) e PARABÉNS! Como fã doente de quadrinhos, este blog é um porto seguro na minha busca de sanidade. T++"&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;Rhafa:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; "Parabéns! Acho que já faz uns 6 anos ou mais que visito o blog (na verdade aho que faz mais tempo), e descobri ele por causa dos scans que disponibilizavam. Bem antes de Jerusalem Jones. Tomara que continue por muito tempo. Valeu."&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;Calango 74:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; "Parabéns pela longevidade do Rapadura Açucarada. Só posso dizer uma coisa: a Toca do Calango nasceu inspirada no RA. Embora não tenha mantido um produção profícua de scans como você, lhe devo muito. Até hoje é o blog que mais gera visitas para a Toca. "&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;Merlinus:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; "Parabéns, Eudes. Eu acompanhava o blog no tempo que ele tinha mulher pelada e HQs. Descobri grandes HQs por aqui. Foi graças a você que descobri que existiam revistinhas para adultos. Me viciei em Sandman, Hellblazer entre outras. Depois veio a colocar filmes e foi onde consegui achar BONS filmes. Alguns inclusive que tinha desistido de achar no mundo real. Acabei me afastando um pouco daqui, se bem que visito muito o Supersônico a carvao. Mas tenho certeza que se não fosse você minha vida não seria a mesma.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;Sabino:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; "Olá amigo Eudes, Meu nome é Sabino (o meu registro do F.A.R.R.A é Fantasma Negro, pseudonimo que você me arranjou, porque eu não conseguia fazer o registro e você me deu um help). Acompanho o Rapadura desde o começo, e foi através dele que conheci e consegui os meus primeiros scans. Sempre gostei do blog, mas a melhor fase para mim foi a do FARRA. Ali tivemos uma quantidade imensa de scans.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas acredito que é a sua simplicidade e seu modo de ser que mais me convence a acompanhar o blog diariamente. Você foi uma boa inspiração para toda esta geração de blogueiros que estão ai postando scans e traduzindo revistas, eu mesmo fui uma das vitima, e hoje tenho um blog (o Fantasma Brasil), pois além de baixar scans quis também dar a minha contribuição.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Parabéns pelo seu belo trabalho no Rapadura, e para mim não tem uma fase melhor. Acredito que o Rapadura teve como tudo nesta vida uma evolução e uma transformação natural. Grande abraço, e "VIDA LONGA AO RAPADURA AÇUCARADA!!!"&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;Senhor Fodão:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; "Acompanho esse blog desde os 16 anos de idade, o que significa que leio as doideiras do Eudes faz 7 anos. Uau, como o tempo voa. Posso dizer que se não fosse a existência do Rapadura Açucarada, eu não renovaria meu contato com os quadrinhos, que tinha perdido aos meus 12 anos e voltei com força total (sim, graças aos scans) aos 16.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Sem esse blog eu não saberia quem é Alan Moore, Grant Morrison, Warren Ellis e Garth Ennis, meus escritores favoritos. Na verdade, eu nem teria como comparar a qualidade deles. Ah, sem falar que os contos de ficção científica e do Jerusalem Jones são histórias que eu curto bastante também. O Eudes realmente tem um talento pra coisa. As vezes me pego lembrando de como foi legal acompanhar diariamente a evolução das traduções de Preacher nos tempos de colégio... bons tempos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Abraços Eudes, e obrigado cara, esse blog é demais. Que venham mais 50 anos dessa maluquice! "&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;Ricardo:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; "Acho que o Rapadura foi o primeiro blog que acompanhei na internet. Uma das melhores coisas que aprendi com ele foi que, tendo qualidade, as pessoas procuram participar e ajudar. O F.AR.R.A. foi e ainda é o espaço onde amigos podem falar de coisas que gostam divergir e ainda assim manterem o respeito. É o melhor exemplo de como a internet deve ser. "&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Satanika:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; "Agora que você deixou a gente falar, a gente fala ué! Faz muito tempo que não comento aqui, mas o RA é um blog que mora no meu coração. Os scans abriram portas para um modo de disseminar cultura que muita menina desinformada acha uma bobagem! As HQs do Sandman, Preacher, Fábulas e tantas outras marcaram os felizes anos nerds de minha vida! O RA é um marco para muita gente, e mesmo que você, caro Eudes, adoreeeeei a polêmica de resolver "fechar o blog". Jamais faça isso, o sonho não pode acabar! Estaremos por aqui nos próximos anos! Beijos a todos os amigos e ao grande mentor Eudes! ;D"&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;em&gt;Então, é isso. Mais um aniversário, e espero estar aqui por muito tempo ainda. O RA é parte de mim e não posso negar isso. Espero que eu não tenha extraviado nenhum comentário, mas, se aconteceu. me desculpe a vítima. Uma boa noite e uma ótima segunda-feira a todos (na medida do possível, claro).&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. Do not manually edit. http://www.zoundry.com --&gt;&lt;br /&gt;  &lt;span class="ztags"&gt;&lt;span class="ztagspace"&gt;Technorati&lt;/span&gt; : &lt;a href="http://technorati.com/tag/Anivers%C3%A1rio" class="ztag" rel="tag"&gt;Aniversário&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/Rapadura%20A%C3%A7ucarada" class="ztag" rel="tag"&gt;Rapadura Açucarada&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6539486-2548233047647790240?l=rapaduradoeudes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/feeds/2548233047647790240/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6539486&amp;postID=2548233047647790240&amp;isPopup=true' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/2548233047647790240'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/2548233047647790240'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/2011/11/nono-aniversario.html' title='Nono Aniversário'/><author><name>Eudes Honorato</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2THx3OS0alk/SQpLDUxVDRI/AAAAAAAAAAM/TIge-gTNYuo/S220/12.jpg'/></author><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6539486.post-6028896352170416975</id><published>2011-11-17T18:28:00.000-04:00</published><updated>2011-11-17T18:28:00.851-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Blogs'/><title type='text'>Mês de Aniversário do RA...</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;E QUEM FAZ O POST É VOCÊ!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://i39.tinypic.com/t5sivk.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="279" border="0" src="http://i41.tinypic.com/swv7ea.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;Dia 21 o Rapadura Açucarada faz incríveis 9 anos de idade. E, sei que se eu contar mais uma vez a origem de tudo, serei fuzilado. Assim sendo, quem fará o post de aniversário do RA serão vocês. Explicando melhor:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Podem mandar comentários para este post, dando suas impressões sobre o blog desde que o conheceram. Como o blog teve muitas fases, podem comentar a fase que mais gostaram ou fazer como bem desejarem. O comentário não pode ser muito extenso para que eu possa tentar colocar todos os que forem enviados. Isso, supondo-se que serão uma quantidade razoável. Vai que apareçam apenas três.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Estes comentários enviados não serão publicados neste post aqui, mas guardados para o post do dia 21. Só será publicado neste post se o comentário não for enviado com a intenção de ser publicado no aniversário. Conte alguma experiência que teve com o blog, se ele o fez encontrar o sentido da vida, se você se casou por causa do blog, se se separou também, etc. Novamente, peço que sejam suncintos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Se alguém preferir, também pode mandar para meu e-mail, em vez de para os comentários: eudes_norato@yahoo.com.br&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;em&gt;P.S.: Mesmo as más impressões serão publicadas, desde que não venham recheadas de ofensas e palavrões.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. Do not manually edit. http://www.zoundry.com --&gt;&lt;br /&gt;  &lt;span class="ztags"&gt;&lt;span class="ztagspace"&gt;Technorati&lt;/span&gt; : &lt;a href="http://technorati.com/tag/Anivers%C3%A1rio" class="ztag" rel="tag"&gt;Aniversário&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/Rapadura%20A%C3%A7ucarada" class="ztag" rel="tag"&gt;Rapadura Açucarada&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6539486-6028896352170416975?l=rapaduradoeudes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/feeds/6028896352170416975/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6539486&amp;postID=6028896352170416975&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/6028896352170416975'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/6028896352170416975'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/2011/11/mes-de-aniversario-do-ra.html' title='Mês de Aniversário do RA...'/><author><name>Eudes Honorato</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2THx3OS0alk/SQpLDUxVDRI/AAAAAAAAAAM/TIge-gTNYuo/S220/12.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i41.tinypic.com/swv7ea_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6539486.post-7976668919796472035</id><published>2011-11-14T13:00:00.000-04:00</published><updated>2011-11-14T13:01:59.561-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros'/><title type='text'>Diga Que Eu Estava Certo!</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;O HIPNOTISTA - LARS KEPLER&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://tinypic.com?ref=6sqc91" target="_blank"&gt;&lt;img width="265" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="400" border="0" src="http://i39.tinypic.com/6sqc91.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;A certa altura de O Hipnotista, as pistas sobre um sequestro tem a ver com Pokemón e sua mitologia. Sim, pode acreditar. E um livro que pega uma porcaria como Pokemón e torna uma coisa interessante, merece ser lido. Porém, antes mesmo de chegar a esse episódio do livro, eu já estava totalmente imerso na trama engendrada por Lars Kepler que, na verdade, é o pseudônimo de um casal de escritores e este é seu primeiro livro escrito em parceria.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Assim como Harry Potter trouxe atenção aos livros de fantasia infanto-juvenil; assim como Código Da Vinci trouxe atenção aos livros de conspiração envolvendo algum elemento religioso; e assim como Crepúsculo (para o bem ou para o mal) trouxe novamente os refletores para os livros de vampiros, O Hipnotista provavelmente só está entre nós graças à Trilogia Millenium, do sueco Stieg Larsson. E graças a Deus por isso.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Só um livro muito bom para fazer com que eu escreva sobre ele, logo após um post sobre livro, no caso, Eu Sou Deus. Coincidentemente, O Hipnotista é da mesma editora, a Intrínseca. Eu só notei isso depois que já havia começado a ler. E, digamos assim, o italiano Giorgio Faletti tem muito que aprender com o sueco fictício Lars Kepler.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Um livro de suspense policial é realmente bom quando ele é perturbador. Quando faz o leitor se sentir incomodado, nervoso. E O Hipnotista faz isso, quase o tempo todo! A trama começa aparentemente simples: Um homem é assassinado longe de casa e sua família també é morta. Sua esposa e uma filha pequena são trucidadas. Porém, seu filho de 15 anos, milagrosamente, sobrevive, apesar das centenas de facadas que levou.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Entra em cena o detetive da polícia, Joona Linna, que descobre existir ainda uma filha mais velha, que não estava no local. Desconfiado de que alguém quer matar a família inteira, Linna quer que o menino ferido seja hipnotizado e diga o que aconteceu na casa, tentando assim conseguir uma pista de quem seja o assassino e evitar que a filha mais velha seja assassinada. Para isso ele chama o psiquiatra Erik Maria Bark.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Porém, Bark se recusa. Devido a problemas passados ele não usa a hipnose há mais de 10 anos. No entanto, Linna é insistente e convence Bark a hipnotizar o garoto e é aí que todos os problemas de Erik Maria Bark começam. Ou, quem sabe, recomeçam.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A história do assassinato da família de Josef Ek, em si, já é assustadora. O desenrolar dela mais ainda. Mas, a hipnose do menino é o gatilho para uma trama que abrange a maior parte do livro e esta é de fundo mais pessoal para Erik Maria Bark, o hipnotista. Sem saber, ele dá início a uma busca por vingança que está ligada a seu passado. Revelar mais do que isso estragaria a leitura.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;É incrível como os autores nos levam por um labirinto de tramas e personagens em que ficamos nos perguntando, como diabos eles vão costurar isso tudo para que faça sentido. Mas, uma confiança implícita permanece, já que a qualidade do livro deixa claro que certamente todo aquele emaranhado terá um desfecho coerente. E tem.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Por alguns momentos, no início prolongado do livro, parece que o hipnotista não será uma figura tão importante assim no livro em que o título leva o seu "nome". Mas, ao prosseguir a leitura nos damos conta de que tudo tem realmente a ver com ele e com o fato de a hipnose ter sido o fator principal para colocar sua vida de cabeça para baixo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O Hipnotista é um livro que comecei a ler tranquilamente, até que, de repente, eu não queria mais largar. Queria virar a noite lendo, mas o sono me vencia. Queria logo saber tudo sobre aquela história tão incrivelmente intrincada. Podemos dizer que o livro me... hipnotizou!&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. Do not manually edit. http://www.zoundry.com --&gt;&lt;br /&gt;  &lt;span class="ztags"&gt;&lt;span class="ztagspace"&gt;Technorati&lt;/span&gt; : &lt;a href="http://technorati.com/tag/Erick%20Maria%20Bark" class="ztag" rel="tag"&gt;Erick Maria Bark&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/Joona%20Linna" class="ztag" rel="tag"&gt;Joona Linna&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/Lars%20Kepler" class="ztag" rel="tag"&gt;Lars Kepler&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6539486-7976668919796472035?l=rapaduradoeudes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/feeds/7976668919796472035/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6539486&amp;postID=7976668919796472035&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/7976668919796472035'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/7976668919796472035'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/2011/11/diga-que-eu-estava-certo.html' title='Diga Que Eu Estava Certo!'/><author><name>Eudes Honorato</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2THx3OS0alk/SQpLDUxVDRI/AAAAAAAAAAM/TIge-gTNYuo/S220/12.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i39.tinypic.com/6sqc91_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6539486.post-3080906000493378731</id><published>2011-11-07T22:39:00.000-04:00</published><updated>2011-11-09T19:14:35.440-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros'/><title type='text'>Giorgio, Você é um Fanfarrão</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;EU SOU DEUS - GIORGIO FALETTI&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://tinypic.com?ref=qziu0o" target="_blank"&gt;&lt;img width="280" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="400" border="0" src="http://i40.tinypic.com/qziu0o.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Eu gosto de literatura fast food. Muito mesmo. Gosto de Michael Crichton e seus dinossauros impossíveis de acontecerem; gosto de Dan Brown e seus delírios simbologistas. Em resumo, gosto de me divertir lendo. Uma vertente desse tipo de literatura são os livros de suspense policial. Neles, em geral, um serial killer, ou algum outro tipo de assassino, precisa ser encontrado antes que continue matando e, geralmente, é sempre uma grande surpresa a identidade do meliante. Mais ou menos o que Agatha Christie fazia, só que com mais elegância e maestria.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Entre os vários autores desse tipo de livro, temos o italiano Girogio Faletti. Já tivemos aqui, como se pode ver na capa de Eu Sou Deus, um livro seu já publicado no Brasil: Eu Mato. E.... eu li. E posso dizer, comprar Eu Sou Deus foi um ato de muita confiança, ou melhor dizendo de loucura, levando-se em conta o que achei de Eu Mato, depois que passei da metade. Vou tentar explicar melhor.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Faletti é um excelente escritor. Sua prosa é ótima e seus personagens consistentes, profundos. Em Eu Mato, ele constrói um assassino tão perfeito, que parece impossível que os heróis do livro conseguirão capturá-lo. Ele sempre está um passo...um passo, não, dois, três, a frente dos investigadores. Ele executa os assassinatos com uma incrível habilidade e técnica. Algumas das mortes nos vemos até mesmo compactuando com ele. Porém, o nosso serial killer gosta de anunciar seus crimes em uma rádio. É aí que começa todo o problema do livro.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quando estou lá pela metade, já sei quem é o assassino e o método que ele usa para anunciar seus crimes. E, daí pra diante, a coisa só piora. É quase como se uma segunda pessoa, e não Faletti, tivesse terminado de escrever o livro. A coisa descamba para um final piegas e cheio de vergonha alheia, com um assassino frio, calculista e cruel se tornando um verdadeiro maricas, depois que é descoberto. Por isso tudo é que digo no primeiro título que Faletti é um fanfarrão.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Assim sendo, comprar Eu Sou Deus era praticamente um ato de consumismo vazio. Mas, se fosse isso, eu apenas deixaria o livro em algum canto e esqueceria dele. Mas, não, eu queria ler. Queria dar uma segunda chance a Faletti. E, posso dizer que valeu a pena. Porém, há ressalvas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Pelo título dos dois livros podemos ver que Faleeti parece gostar de um certo padrão. Não seria nada demais, se parasse por aí. Afinal, é outro livro sobre serial killer, com um título na primeira pessoa e, bom, é do Faletti.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Não posso negar que a história é instigante. Mas, até aí, Eu Mato também era, até destrambelhar tudo. Aqui, o serial killer é, na verdade, um assassino em massa. Não posso dizer como ele mata, pois estragaria a leitura, já que a primeira parte do livro se demora bastante na história que dará origem ao assassino. Aliás, de maneira bem curiosa e inventiva, diga-se de passagem.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Faletti nos leva até a época da guerra do Vietnã e nos apresenta um amargurado soldado coberto de queimaduras, que agora é nada mais que um veterano de guerra. A história por trás de suas queimaduras, e algumas injustiças que sofreu, moldarão a sua personalidade, tornando-o um homem ainda mais amargurado e vingativo. Mas, se passarão muitos anos até que isso venha a tona. E, quando começa, entram em cena a policial Vivien Light e o fotógrafo Russell Wade. Uma improvável parceria.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Light e Wade acabam trabalhando no caso juntos devido ao fato de Wade, por um golpe do destino, acabar de posse de pistas importantes, e faz um acordo com o Capitão de polícia, para que ele acompanhe as investigações, ou ele entregará as pistas aos jornais. Começa então uma caçada pela cidade de Nova York, para encontrar alguém que resolveu se vingar de uma maneira catastrófica.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;As diferenças deste para Eu Mato são importantes. Faletti não se detém tanto no assassino e ficamos mais concentrados na dupla protagonista e em seus problemas pessoais. Light tem uma irmã com Alzheimer, e uma sobrinha que está em uma instituição que ajuda viciados em drogas. Wade é um perdedor, que vive á sombra do irmão falecido, e que não consegue estar a sua altura, para ele mesmo, ou para seus pais.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas, é nas semelhanças com Eu Mato que Eu Sou Deus decepciona um pouco. E, o que vou dizer agora, é um spoiler se a pessoa já leu Eu Mato e não leu Eu Sou Deus: novamente consigo descobrir quem é o assassino e o porque disso evoca muito o método de Eu Mato. É igual, mesmo sendo diferente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Porém, o assassino aqui é mais humano, e não super-humano, como o de Eu Mato, que depois se torna um banana! Assim sendo não ficamos com aquela expectativa exagerada. No fim das contas, é quase irrelevante quem seja o assassino, já que o livro é muito mais denso que isso. Engloba muito mais coisas. Mesmo assim, fica dificil de entender como Faletti é um campeão de vendas, com essas falhas. Seu próximo livro bem podia se chamar, Eu Sou Um Fanfarrão.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. 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E queria levar minha mãe. Fui perguntar se ela estava a fim, já achando que ela diria "que diabo é isso?", mas me enganei e ela topou sem nem piscar. Vamos, sim, onde é? Foi a resposta rápida e rasteira da Dona Tiana. Como a Lia ainda está com dificuldade para longas caminhadas, teria de ser a mama mesmo a me acompanhar.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://i39.tinypic.com/20gy6at.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="252" border="0" src="http://i43.tinypic.com/r2uxx4.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;em&gt;Zumbi gatinha e Charlie Sheen Zumbi do lado esquerdo&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Seguimos para Copacabana - o local do evento - de Metrô e já nos vagões os zumbis começavam a aparecer, mesmo que alguns deles estivessem se transformando durante a viagem. Ainda me aproximei deles e perguntei de onde seria a saída e me disseram que seria do Copacabana Palace. Ah, se estão se perguntando se fui caracterizado de zumbi, devo responder que não, não fui. Ainda não tenho esse desprendimento todo, ou simplesmente não tinha o material necessário. Vai saber.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://i40.tinypic.com/4ryu8i.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="272" border="0" src="http://i44.tinypic.com/k0ln2s.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;em&gt;Minha mãe, uma zumbi e um matador de zumbis&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Saímos na estação Siqueira Campos e o lugar estava repleto de mortos-vivos. Minha mãe, sem muita cerimônia, foi se aproximando de alguns para posar para fotos. A maioria do pessoal muito simpático e se divertindo bastante. Alguns já vieram maquiados, outros estavam terminando no caminho e alguns outros estavam fazendo ali mesmo, com pessoas que aproveitavam pra ganhar uma grana e estavam fazendo maquiagens no local. Como não levei dinheiro, nem se eu quisesse poderia me atrever a virar zumbi.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://i40.tinypic.com/oeh3l.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="271" border="0" src="http://i43.tinypic.com/2m2972o.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Uma zumbi muito viva entre outras coisas&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;O dia estava ameno, e um vento frio soprava, vindo do mar. A caminhada era uma mistura de zumbis, pessoas que vieram apenas ver e tirar fotos (como eu), pessoas que sempre estão ali em Copacabana, crianças, cães, bicicletas e skates. Como chegamos bem no horário, seguimos com os zumbis, caminhando e nos admirando com algumas maquiagens e lamentando por outras.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://i40.tinypic.com/zwjjh1.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="290" border="0" src="http://i39.tinypic.com/2u9nx9c.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;em&gt;Um Stormtrooper invade a Zombie Walker&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Minha mãe não se melindrava em parar um Stormtrooper e dizer (não pedir) que ia tirar uma &lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;a href="http://a1.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash4/298004_181837501900202_100002218591995_384730_986320730_n.jpg" target="_blank"&gt;foto com ele&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;. Acho que se ele se negasse ela ia acabar usando A Força. Mas, tudo certo, ele topou e não aconteceu nenhum incidente jedi. Continuamos andando até onde nossas pernas aguentaram depois começamos o caminho de volta, notando que todos os zumbis da caminhada pareciam já ter chegado e não havia muitos mais chegando.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://i44.tinypic.com/2qrzhn8.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="261" border="0" src="http://i44.tinypic.com/25ahs0j.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;em&gt;Essa fantasia custou o olho da cara... tu dum tss&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;Fomos pra casa, andando, com minha mãe me contando umas histórias um tanto quanto fantásticas sobre meus bisavós. Sempre me surpreendo em como o tempo passa e eu nunca sei tudo sobre minha mãe, avós, bisavós e antepassados em geral. Mas, essa é uma outra história. Fui embora satisfeito em ter me divertido em um feriado de (quase) sol, com minha mãe, que topa qualquer parada e vendo zumbis por todo lado na minha primeira Zombie Walk, depois de tantas que já tivemos aqui no Rio. Na próxima estou lá.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://i39.tinypic.com/wa1ts8.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="300" border="0" src="http://i39.tinypic.com/wa1ts8.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. Do not manually edit. http://www.zoundry.com --&gt;&lt;br /&gt;  &lt;span class="ztags"&gt;&lt;span class="ztagspace"&gt;Technorati&lt;/span&gt; : &lt;a href="http://technorati.com/tag/Copacabana" class="ztag" rel="tag"&gt;Copacabana&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/Rio%20de%20Janeiro" class="ztag" rel="tag"&gt;Rio de Janeiro&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/Zombie%20Walk" class="ztag" rel="tag"&gt;Zombie Walk&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6539486-607057102284328207?l=rapaduradoeudes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/feeds/607057102284328207/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6539486&amp;postID=607057102284328207&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/607057102284328207'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/607057102284328207'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/2011/11/zombie-walk-red-label.html' title='Zombie Walk Red Label'/><author><name>Eudes Honorato</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2THx3OS0alk/SQpLDUxVDRI/AAAAAAAAAAM/TIge-gTNYuo/S220/12.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i43.tinypic.com/2ltitq8_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6539486.post-4454362699780104481</id><published>2011-10-31T19:01:00.000-04:00</published><updated>2011-10-31T19:01:02.092-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Scans'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Quadrinhos'/><title type='text'>Rei do Futebol</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;PELEZINHO ESPECIAL: 50 ANOS DE PELÉ&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;em&gt;Scans by Onomatopéia Digital&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://i44.tinypic.com/23lnz8p.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="276" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="400" border="0" src="http://i42.tinypic.com/29z8l03.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Para baixar, clique&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.megaupload.com/?d=CX5HH78C" target="_blank"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;aqui&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;Quadrinho difícil de se conseguir pra escanear são as revistas do Pelezinho. Complicado mesmo. Também não lembro se já vi alguma revista em scan durante as minhas andanças pela internet. Talvez até tenha por aí e eu apenas não tenha ido aos lugares certos. O fato é que eu mesmo nunca havia conseguido escanear nada dessa revista que fez a infância de muita gente mais feliz e mais divertida. Mesmo eu, que nem sou grande fã do jogador, gostava bastante da HQ baseada no mesmo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Daí que, eis que estou a passear com Lucy, quando avisto, jogada entre outras tralhas, o especial aqui publicado. Era praticamente um erro na Matrix. A revista estava sendo vendida por um homem que costuma vender tudo quanto é objeto usado (muito usado), mas nunca vi nenhuma HQ. Não creio que seja sua especialidade. Desanimei um pouco ao notar que a revista estava num estado lamentável.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Peguei-a e folheei. Nem era tão antiga quanto aparentava. Apenas 21 anos. Mas pareciam 40, devido aos maus tratos recebidos. Capa amassada, algumas páginas rabiscadas a caneta esferográfica azul e muitas páginas de passatempo feitos a lápis. Ao menos eu não podia reclamar dos passatempos estarem feitos, eram pra isso mesmo. Fiquei seriamente tentado a esquecer essa bobagem de comprar e escanear. Seria um trabalho desgraçado. Mas, tudo bem, devia custar coisa de R$ 1,00 mesmo. Ou pelo menos foi o que eu pensei.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O que se espera desses vendedores de tralhas é que a tralha seja o preço de... tralha! Perguntei o preço a alguém que estava ali, na hora, mas que não era o dono. Só estava de bobeira, por ali, enquanto o dono deve ter ido mijar, ou algo assim. E ele, vendo aquele resto de revista, teve o mesmo pensamento que eu: - Deve ser R$ 1,00, isso aí. Mas, eis que chega o verdadeiro negociante, o dono do negócio e, ao ouvir seu amigo dizer o preço, logo corrige: Não é "dez real".&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Eu pisquei algumas vezes, meio desnorteado. Fiquei ali por uns segundos, assimilando todas as possibilidades e, por fim, levei a revista assim mesmo, deixando os 5 reais que eu tinha comigo e disse que pagaria o restante quando passasse por ali de novo. E, sim, eu paguei. Eu sei, eu sei. Mas, não sou de pechinchar muito. Pelo que é vendido ali, imagino que os 5 reais deve ter sido o quanto ele arrecadou naquela semana.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Passada esta fase, vinha agora a mais difícil. Criar coragem para escanear 212 páginas de uma HQ enxovalhada pelo tempo e por crianças. Na verdade, escanear seria relativamente fácil, o que vem depois é que seria complicado: restaurar. Os rabiscos de caneta seriam os mais complicados. Porém, até que, levando-se em conta o estado da revista, não eram tantos quanto eu poderia esperar. Ainda assim seria trabalhoso.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas, eu não estava satisfeito com a pouca dificuldade: queria também apagar o que fora respondido a lápis, na sessão de passatempos, que era bem grande. Quase todos os Jogos de 7 Erros estavam respondidos. Havia cruzadas, caça-palavras, liga-pontos, e ufa, páginas para pintar que, por sorte, poucas estavam pintadas. Umas três, se não me engano. E de caneta hidrocor!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Bom, depois de 3 dias eu consegui terminar. Não ficou uma obra-prima de restauração, mas dá pro gasto. Era algo que eu precisava fazer. Afinal, depois de 8 anos fazendo scans não podia ficar com essa lacuna entre os quadrinhos que eu já havia escaneado. Pelezinho é um clássico eterno.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para saber toda a história da publicação desta revista, leia a matéria no &lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;a href="http://www.universohq.com/quadrinhos/2007/Pelezinho.cfm" target="_blank"&gt;Universo HQ&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://i42.tinypic.com/15ocmlj.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="281" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="400" border="0" src="http://i42.tinypic.com/20iwh7p.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. 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Polêmica!</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;TATTOO CAMINHA DENTRO, A OPINIÃO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://tinypic.com?ref=f3b3h2" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="300" border="0" src="http://i39.tinypic.com/f3b3h2.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;Geralmente me abstenho de escrever sobre assuntos polêmicos pois, quase sempre causam, adivinha, polêmica. Comentários irados tanto do lado que discorda, quanto do que concorda. E, às vezes, alguns que concordam conseguem ser mais chatos até, do que quem discorda! Sério, já consegui ficar irritado com comentários a favor dos scans que eram mais xiitas do que os comentários de quem discordava. Mas, este é outro assunto.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Tenho visto no Facebook umas campanhas - entre milhares de tantas outras - contra o preconceito das pessoas para com os tatuados. É uma campanha válida, pois o preconceito realmente existe. Eu nunca compartilhava a campanha no meu mural (coisas de facebook), pois achava que seria hipocrisia da minha parte. E, no fundo, me sentia num beco sem saída. Afinal, se eu concordo que há preconceito, porque eu não apoio a campanha? Pelo simples fato - ou não tão simples assim - de eu não saber se eu sou ou não preconceituoso, neste caso.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Vou tentar usar um exemplo, não sei se muito bom. A Lia não entende bem porque diabos eu não gosto de peixe ensopado ou camarão, ou qualquer fruto do mar. E, na verdade, eu não tenho nada contra. Porém, quando sinto o cheiro da parada sendo cozida, eu não aguento. É quase o mesmo efeito que cola de sapateiro tem sobre mim. Assim, apesar de ser algo extremamente saboroso, eu não consigo gostar. Acho que com as tatuagens se dá algo mais ou menos parecido. Apesar de achar belas algumas das ilustrações, não consigo gostar.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Talvez haja alguma explicação psicológica mais profunda que desconheço. Não tem fundo religioso, já que me desliguei de religião há mais de 14 anos, e de seus preceitos, em geral preconceituosos. Talvez tenha a ver com uma criação um tanto quanto provinciana, mesmo que isso não pareça ter sido proposital, por parte de minha mãe, que nunca se preocupou com pessoas tatuadas, pois não tinha tempo para isso. Ou talvez seja apenas uma questão de gosto estético, o que eu considero a melhor opção, apesar de ser suspeito para escolhê-la. Mas, vamos, suponhamos que seja.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Talvez os tatuados e os que tenham preconceito contra os mesmos estejam apenas confundindo as coisas, e tudo não passe de uma questão de gosto. Não gosto de peixe, mas não tenho nada contra eles. Nem contra quem gosta de peixe. Talvez aconteça o mesmo no caso dos vegetarianos. As pessoas deixam de entender a coisa como uma questão de gosto e esquecem que não gostam, não da pessoa vegetariana, mas sim, de vegetais como refeição exclusiva.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Enfim, como no caso do peixe, não é uma coisa que eu consiga explicar. Dizer que o cheiro dele cozinhando não me agrada, não faz sentido algum para quem não sente o mesmo que eu. No caso das tatuagens dá-se o mesmo. Dizer que não gosto porque não concordo que isso seja feito ao corpo, não faz sentido algum para quem... concorda. Mas, é apenas meu gosto, minha opinião. Dizendo de forma mais simplória, eu concordar, gostar ou não gostar, não vai mudar em NADA a minha vida e a vida de quem tem tatuagens.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;As campanhas contra o preconceito aparecem porque muita gente associa tatuagens a maus elementos. Porém, duvido que quem apenas não concorde, ou não goste de tatuagens, deixará passar, por exemplo, uma linda mulher, mesmo que muito tatuada, se rolar algum tipo de atração. No caso das mulheres para com homens tatuados, o mesmo. Quem tem preconceito brabo mesmo, provavelmente passará longe e nem dará uma chance, mas acredito que esses são poucos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Eu sempre tive péssima impressão de pessoas que fumam. Pensar em namorar alguém que fumasse era algo fora de questão. No entanto, a pessoa com quem me casei fuma igual a uma chaminé, mas é como se esse tipo de impressão não se aplicasse a ela, já que o que sinto por ela supera isso. E, mesmo antes dela, minha mãe fumava e eu sempre a tive na mais alta conta. Talvez o problema seja vermos as outras pessoas como menos importantes para nós. Quanto mais importante a pessoa é para você, menos você se importa com o as coisas que ela gosta e você não.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;É muito fácil olhar para um estranho, na rua e emtir uma opinião ruim sobre ele, baseado em sua aparência, no que o recobre ou em seus vícios. Não vamos lidar com ele, não temos nenhum sentimento especial por aquela pessoa. Talvez tenhamos apenas de conviver com nossas próprias incongruências. As pessoas tatuadas também tem suas opiniões e gostos, que também podem ser confundidas com preconceitos, sobre outros assuntos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Uma das coisas que me vem a mente quando vejo uma pessoa tatuada é, essa pessoa está querendo atenção. Mas, quando paro pra pensar honestamente, sei que isso é comum e até normal no ser humano. Eu gosto de atenção, todo mundo gosta de atenção, de chamar atenção, de ser notado. ESSE BLOG é pra chamar atenção! Mas, como em tudo na vida, alguns vão mais além do que outros, como pessoas que tatuam o rosto completamente. Mas, novamente, isso só diz respeito a elas mesmas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Devo confessar que já pensei em fazer uma tatuagem. Pequena, no antebraço. Mas, uma vez li ou ouvi em algum lugar, que tatuagem é algo que a pessoa tem que fazer se estiver bem resolvida consigo mesma e com o tema tatuagem. E, como podem ver, eu não estou. É algo em que levo em conta tanto a minha incerteza, quanto a opinião de familiares mais próximos. E, então, deixo quieto.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No fim das contas, sempre é a questão do diferente que causa problema. O diferente é o mais visado. Ou talvez apenas o "diferente de mim". As opiniões formadas, os pré-conceitos que habitam o imaginário popular tendem a distrair as pessoas de questões mais importantes. Tendem a NOS distrair. Afinal, o que pessoa é ou deixa de ser está gravado muito mais profundamente do que nossos olhos podem alcançar.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. Do not manually edit. http://www.zoundry.com --&gt;&lt;br /&gt;  &lt;span class="ztags"&gt;&lt;span class="ztagspace"&gt;Technorati&lt;/span&gt; : &lt;a href="http://technorati.com/tag/Pol%C3%AAmica" class="ztag" rel="tag"&gt;Polêmica&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/Tatuagens" class="ztag" rel="tag"&gt;Tatuagens&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6539486-6003665981776077742?l=rapaduradoeudes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/feeds/6003665981776077742/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6539486&amp;postID=6003665981776077742&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/6003665981776077742'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/6003665981776077742'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/2011/10/polemica-polemica.html' title='Polêmica! Polêmica!'/><author><name>Eudes Honorato</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2THx3OS0alk/SQpLDUxVDRI/AAAAAAAAAAM/TIge-gTNYuo/S220/12.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i39.tinypic.com/f3b3h2_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6539486.post-9158050749685668749</id><published>2011-10-22T21:18:00.000-04:00</published><updated>2011-10-22T23:07:05.132-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Quadrinhos'/><title type='text'>Convenhamos na Convenção</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;RIO COMICON 2011: EU FUI NESTE SÁBADO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://tinypic.com?ref=2h4dtzl" target="_blank"&gt;&lt;img width="267" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="400" border="0" src="http://i52.tinypic.com/2h4dtzl.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Tudo tem uma primeira vez, e minha primeira convenção de quadrinhos foi hoje, no terceiro dia da &lt;a href="http://www.riocomicon.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;Rio Comicon 2011&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, na Estação da Leopoldina, Rio de Janeiro, claro. Ano passado, quando o evento voltou a ser realizado a Lia (minha esposa) sofreu um acidente grave - precisando inclusive de cirurgia no tornozelo - bem na época da convenção e não pude nem pensar em ir. Assm sendo, não pude pegar o autógrafo de Milo Manara, entre outras sumidades dos quadrinhos.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://i54.tinypic.com/2my43zt.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="225" border="0" src="http://i56.tinypic.com/2c0ggn.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;em&gt;Os irmãos Moon e Bá e um cara qualquer&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;E lá fomos nós, eu e Lia, um ano depois de seu acidente, para a Rio Comicon. Eu preocupado com a dificuldade que seria para conseguir autógrafos de pessoas como, por exemplo, Fábio Moon e Gabriel Bá e, assim que passo a catraca e viro a direita, esbarro com o estande de... Fábio Moon e Gabriel Bá, quase que vazio e com os dois lá, assinando suas várias HQ, entre elas a recentemente publicada aqui, Daytripper. Como eu já havia adquirido Daytripper, levei para o caso de encontrar os dois, como aconteceu. Acabei adquirindo também a HQ Rolando, que os gêmeos realizaram com o americano Shane Amaya.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://i56.tinypic.com/2zyfqxh.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="300" border="0" src="http://i51.tinypic.com/2cp3n29.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Peter Kuper (Spy vs. Spy) dando autógrafo para um fã&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Acabei por perguntar a um deles - nunca sei quem é o Moon e quem é o Bá - se ele conhecia o blog Rapadura Açucarada. Ele puxou um pouco pela memória, mas disse que provavelmente não. Perguntou se era de humor, e eu respondi que era de scans. Acho que isso acendeu uma luz em sua memória que disse, ah sim, lembro que uns amigos sempre me diziam, procura no Rapadura Açucarada que lá tem! Apertei a mão dos dois e prossegui na minha exploração do mundo nerd à minha volta.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://i55.tinypic.com/5lxume.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="248" border="0" src="http://i52.tinypic.com/2znqpe9.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A estação foi usada como painel de HQs&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Fizemos um lanche rápido e ficamos dando voltas, olhando so painéis que foram distribuídos por toda a estação, com cenas e capas de HQs, das mais clássicas, como esta acima do Super-Homem arrebentando suas correntes. Os vários stands me deixavam tonto e com a grana se exaurindo como uma ampulheta quebrada. Quando nos sentamos um pouco, um rapaz que estava ao nosso lado pediu uma caneta emprestada para que Peter Kuper, que estava batendo papo logo a nossa frente, pudesse assinar sua revista O Sistema, que ele trouxe especialmente para isso.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://i54.tinypic.com/293zipw.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="280" border="0" src="http://i52.tinypic.com/otzymd.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;em&gt;Rafael Albuquerque (Vampiro Americano) e um cara aí&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Em seguida dei um pulo num stand onde procurava por Mesmo Delivery, a HQ de Rafael Grampá, na iuntenção de que o mesmo a autografasse. Porém, a HQ já havia esgotado completamente, e ele estava autografando apenas seus posteres. No mesmo stand ainda havia Rafael Albuquerque (de Vampiro Americano) e Rafael Coutinho (de Beijo Adolescente e Cachalote), ou seja, era o stand rafaelita. Só tinha Rafael. Adquiri o Tune 8 de Rafael Albuquerque, e Beijo Adolescente de Rafael Coutinho, e um poster, para poder levar um autógrafo do Grampá.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com?ref=2drvtcg" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="300" border="0" src="http://i52.tinypic.com/2drvtcg.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Andamos até o mega-stand da Livraria Travessa e me dava trimiliques ver tanto gibi junto. Era algo assustador para o bolso. Como já estava lá mesmo, comprei Eu, Wolverine, para ver se conseguiria que Chris Claremont assinasse. Mas, antes disso, porém, uma figura muito mais famosa para mim, do que que muita gente que estava reunida ali, apareceu: Marquinhos da Gibimania. Ele nos avistou de longe e não parecia que fazia pelo menos uns 2 anos que não nos víamos. Ele estava junto ao stanb do cara que comprou todo o estoque de sua loja, a extinta Gibimania, a qual ele contou para minha esposa a saga do fechamento do negócio.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://i53.tinypic.com/1nz3tx.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="225" border="0" src="http://i51.tinypic.com/34r9fr8.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;Marquinhos da Gibimania e eu&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Era divertido ver o Marquinhos ser tão venerado quanto os próprios quadrinhistas. Trabalhando no ramo a tanto tempo, e sendo a figura carismática que é, ele adquiriu uma fama que é partilhada por muita gente que frequentou sua loja e que teve o prazer de ganhar um apelido dado por ele. Pra ele, ainda sou o OutZ. Ele ainda faz negócios com quadrinhos pela internet, que não é muito a sua praia, e espero que um dia ele volte a ter uma loja física, pois o calor humano desse cara é algo inspirador.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://i51.tinypic.com/dngkev.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="279" border="0" src="http://i53.tinypic.com/21l4ysh.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;em&gt;Marquinhos e os fãs&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Eu não poderia ficar muito tempo. A perna de Lia ainda não está 100% e ela não fica confortável, assim eu queria esperar a sessão de autógrafos de Chris "X-Men" Claremont para voltarmos pra casa em seguida. Só que, pelos alto-falantes, fiquei sabendo que pra algumas coisas como sessões de autógrafos, se precisaria de uma senha. Perguntei ao rapaz que estava perto - o mesmo do autógrafo do Peter Kuper - onde pegava senha para a sessão de autógrafos de Chris Claremont e recebi a triste notícia de que tinha acabado! Nada legal da parte deles esquecerem de me esperar.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://i53.tinypic.com/21ex0so.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="268" border="0" src="http://i51.tinypic.com/123tvuo.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Meio desorientado, fiquei vagando por ali, tentando ver se conseguia encontrar os desfile de cosplay anunciado para aquela hora exatamente. Fui na direção da estação onde um burburinho parecia anunciar ser ali onde acontecia o tal desfile. Além do mais havia uma Zatanna (gostosa, por sinal) por ali e uns personagens de mangá e anime. Então, fui até lá, e a multidão só aumentava. Mas eu não via desfile algum. Resolvi perguntar o que era aquilo afinal, e me responderam, é o Chris Claremont, ele está dando autógrafos antes da sessão oficial!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://i55.tinypic.com/361hs.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="377" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="400" border="0" src="http://i56.tinypic.com/106hb3k.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Wolverine protético, fez seus próprios caninos afiados&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Dentro de meio segundo ativei o modo de supervelocidade, fui até onde a Lia estava e peguei a revista que comprara para ele autografar e voltei para a "fila". Fila entre aspas, porque não era uma fila de verdade, mas uma muvuca. Aos poucos organizaram e quando eu estava chegando perto, me lembrei que não pegara a câmera fotográfica. Comentei isso com o grupo atrás de mim e, muito gentilmente o rapaz se ofereceu pra tirar a foto. Mas, fiquei me perguntando, como ele ia me entregá-la. Facebook, Orkut, mala direta?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://i56.tinypic.com/2ufd1qo.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="357" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="400" border="0" src="http://i51.tinypic.com/35hr7mv.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;O rapaz também era blogueiro, do blog &lt;a href="http://otakuteamweb.blogspot.com/" target="_blank"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;Otaku Team&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, e disse que a foto estaria lá no blog em breve. Por isso que, infelizmente, não há a foto que tirei ao lado do maior roteirista de X-Men, com seu jeito simpático e paciente. Começar a autografar mais cedo, para já desafogar a sessão de autógrafos em si, faz parecer que Claremont conhece o tal "jeitinho brasileiro".&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E, tendo terminado ali, Lia pediu para que fôssemos pra casa e eu aceitei. Acho que Roger Cruz ainda apareceria, mas eu não poderia ficar mais tempo, sem acabar saindo só de tangas daquele maldito antro de perdição monetária. E, afinal de contas, sempre temos o ano que vem, para mais aventuras nérdicas e gibísticas. Pelo menos eu espero que a Rio Comicon tenha muitas e muitas edições pela frente, e sendo anualmente todo ano, dá tempo de juntar umas moedas.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://i53.tinypic.com/sfhuz6.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="300" border="0" src="http://i52.tinypic.com/hx3vgx.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Edições autografadas&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;UPDATE DE ÚLTIMA HORA: CHRIS CLAREMONT&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://i55.tinypic.com/ojjk9u.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="318" border="0" src="http://i55.tinypic.com/2ilngv7.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;em&gt;Chris Claremont e um cara de camisa listrada&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Ainda há esperança para a humanidade: o amigo Demétrio Fullgas, do &lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;a href="http://otakuteamweb.blogspot.com/" target="_blank"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;Otaku Team&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;, me achou no Facebook e enviou mesmo a foto que ele tirou de mim ao lado de Chris Claremont. Até ficar bem na foto eu fiquei, coisa difícil de acontecer.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. Do not manually edit. http://www.zoundry.com --&gt;&lt;br /&gt;  &lt;span class="ztags"&gt;&lt;span class="ztagspace"&gt;Technorati&lt;/span&gt; : &lt;a href="http://technorati.com/tag/Chris%20Claremont" class="ztag" rel="tag"&gt;Chris Claremont&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/F%C3%A1bio%20Moon" class="ztag" rel="tag"&gt;Fábio Moon&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/Gabriel%20B%C3%A1" class="ztag" rel="tag"&gt;Gabriel Bá&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/Peter%20Kuper" class="ztag" rel="tag"&gt;Peter Kuper&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/Rafael%20Albuquerque" class="ztag" rel="tag"&gt;Rafael Albuquerque&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/Rio%20Comicon" class="ztag" rel="tag"&gt;Rio Comicon&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6539486-9158050749685668749?l=rapaduradoeudes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/feeds/9158050749685668749/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6539486&amp;postID=9158050749685668749&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/9158050749685668749'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/9158050749685668749'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/2011/10/convenhamos-na-convencao.html' title='Convenhamos na Convenção'/><author><name>Eudes Honorato</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2THx3OS0alk/SQpLDUxVDRI/AAAAAAAAAAM/TIge-gTNYuo/S220/12.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i52.tinypic.com/2h4dtzl_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6539486.post-6430135229969473564</id><published>2011-10-12T21:31:00.001-04:00</published><updated>2011-10-12T21:44:06.986-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros'/><title type='text'>Mike Mignola Book</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;BALTIMORE E O VAMPIRO - MIGNOLA &amp;amp; GOLDEN&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://tinypic.com?ref=10fxmvt" target="_blank"&gt;&lt;img width="283" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="400" border="0" src="http://i55.tinypic.com/10fxmvt.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;Baltimore e o Vampiro é um dos muitos livros que comprei e ficou esperando ser lido... por meses. O acúmulo de livros adquiridos fez com que ele ficasse sempre pra depois, como acontece com muitos outros. Geralmente em detrimento de algum lançamento recente que quero ler em primeiro lugar. Mas, ele estava lá, no lugar dele, à minha espera.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Confesso que quando o avistei na livraria só quis tê-lo para mim, por um único motivo e, quem é leitor de quadrinhos e visita o blog já deve saber qual é, pois está logo na capa: Mike Mignola. Eu não estava a fim de mais um livro sobre vampiros. Mas, ter Mike Mignola como um dos autores (e ilustrador) me fez repensar minha decisão.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mignola, para quem não sabe, é ilustrador e roteirista de quadrinhos, conhecido por ter criado o anti-herói, Hellboy. Este já ganhou dois filmes e duas animações, tendo Mignola sempre nos bastidores. Ele também trabalhou na equipe da animação da Disney, Atlantis. Enfim, Mignola não é nenhum novato inexperiente e suas histórias em quadrinhos já arrebanharam muito fãs, incluindo a mim. Não poderia sair coisa ruim de um livro co-escrito por ele.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quando finalmente coloquei as mãos no livro e resolvi ler, o seu início quase me fez acreditar o contrário. A história se passa durante a 1a. Guerra Mundial, onde Lorde Henry Baltimore, no comando de uma divisão do exército, tem contato direto com um vampiro, ferindo-o gravemente. A partir daí, começa uma outra guerra, muito mais sombria e mortífera: a dos vampiros contra a humanidade. E contra Baltimore.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quando o Lorde volta para casa, ele é atingido duramente, nesta nova guerra e, endurecido pelos acontecimentos, se torna um novo homem, muito mais decidido e violento. Porém, a história de Baltimore é interrompida. Logo nos são apresentados amigos de Baltimore que foram por este convocados para ajudá-lo em sua guerra contra o Senhor dos Vampiros, que espalha a praga vermelha pelo mundo afora. Tais amigos vão nos contar como conheceram o protagonista do livro. Na verdade, vão contar uns aos outros.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;São três: o marinheiro Demetrius Aischros, o nobre Thomas Childress Jr. e o médico Lemuel Rose. Todos amigos de Baltimore, mas que se conhecem devido à convocação do mesmo. Os 3 vão parar em uma das cidades atacadas pela praga que deixa as pessoas estranhamente apáticas e, algumas delas, acabam por se transformar em criaturas vampirescas. Tal praga tem se espalhado rapidamente. Em um bar, eles esperam que Baltimore apareça e diga o que deseja deles, que tipo de ajuda eles podem prestar. Mas, Baltimore demora a aparecer.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para passar o tempo, resolvem contar, cada um, o que aconteceu em suas vidas que os fez acreditar nas incríveis histórias de Baltimore, sobre a praga ser provocada por vampiros, criaturas sobrenaturais, que ninguém mais acredita existirem. Assim, o livro se estende na história de cada um e de como suas vidas foram transformadas, devido a alguma acontecimento particularmente assustador.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;É como se os dois autores - através dos personagens - nos contassem histórias horripilantes, enquanto estamos todos (autores, leitor e personagens) sentados ao redor de uma fogueira, numa noite fria e silenciosa, no meio de algum lugar ermo. Se reconhece nas histórias o estilo de Mike Mignola e pode se notar que o texto foi depurado por Christopher Golden. Cada personagem conta sua história e cada uma delas é única.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas, Baltimore e sua missão nunca são esquecidos e o livro nos encaminha para um final que não fica a dever nada a todas as históriuas contadas no decorrer do livro. Uma outra coisa interessante é como os autores traçaram um paralelo entre a história de Henry Baltimore e o conto de fadas O Soldadinho de Chumbo, de Hans Christian Andersen. Coroando isso tudo, há as ilustrações ocasionais de Mignola, que pontuam o texto, como se fossem placas de aviso. A leitura do livro, à noite, no silêncio total, causa arrepios e as ilustrações só reforçam isso.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No mais, acho que não é um livro difícil de encontrar. Mas fica a dica desse conto de terror que traz, dos recônditos da mente, medos esquecidos. Uuuuuuhhh!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. Do not manually edit. http://www.zoundry.com --&gt;&lt;br /&gt;  &lt;span class="ztags"&gt;&lt;span class="ztagspace"&gt;Technorati&lt;/span&gt; : &lt;a href="http://technorati.com/tag/Baltimore" class="ztag" rel="tag"&gt;Baltimore&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/Christopher%20Golden" class="ztag" rel="tag"&gt;Christopher Golden&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/Mike%20Mignola" class="ztag" rel="tag"&gt;Mike Mignola&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6539486-6430135229969473564?l=rapaduradoeudes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/feeds/6430135229969473564/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6539486&amp;postID=6430135229969473564&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/6430135229969473564'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/6430135229969473564'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/2011/10/mike-mignola-book.html' title='Mike Mignola Book'/><author><name>Eudes Honorato</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2THx3OS0alk/SQpLDUxVDRI/AAAAAAAAAAM/TIge-gTNYuo/S220/12.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i55.tinypic.com/10fxmvt_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6539486.post-3933213440098791377</id><published>2011-10-04T22:18:00.000-04:00</published><updated>2011-10-04T22:33:34.847-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Scans'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Quadrinhos'/><title type='text'>O Joker Vai Comer a Tia do Bátimã</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;BATMAN: A PIADA MORTAL&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;em&gt;Scans 2.0 by Onomatopéia Digital&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://eudesnorato.pixa.us/images/19469650/Digitalizar0001" target="_blank"&gt;&lt;img width="255" height="400" border="0" src="http://img7.pixa.us/648/19469650.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Para baixar, clique&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.megaupload.com/?d=4R5PAIJY" target="_blank"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;aqui&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;Na minha vida existem muitos sonhos recorrentes. Porém, HQ recorrente acho que Batman: A Piada Mortal, é a campeã. Eu a li a primeira vez em 1988, quando tinha 18 para 19 anos. Um adutlo já. E, assim como a muitos fãs de quadrinhos, a HQ me marcou. Era uma época e tanto, com Cavaleiro das Trevas de Frank Miller, Watchmen do mesmo Alan Moore e... A Piada Mortal.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A trama em si é conhecida da maioria dos leitores: Coringa tenta provar que um dia ruim pode deixar um homem louco e, para isso, usa o Comissário Gordon como cobaia, transtornando-o das piores formas possíveis, inclusive usando Bárbara Gordon, a filha do comissário, como "motivação' para que Gordon enlouqueça o mais rápido possível. Afinal, tanto ele quanto Batman são crias de um dia ruim em suas vidas. O de Batman já estamos carecas de saber, e o do Coringa, Alan Moore reconta a sua maneira, como seria a origem do palhaço do crime. No fim, ele terá a resposta a sua pequena experiência.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A primeira vez a ser publicada por aqui foi na série Graphic Novel, que a Editora Abril publicava majestosamente. Foi a edição número 5, publicada em formato americano, o que a diferenciava das outras Graphics, que eram maiores. Lembro de como levei a HQ para o trabalho e a deixei no armário da minha seção, como uma espécie de amuleto. De vez em quando pegava e a relia, nos momentos de folga. Acredito que esta edição acabou ficando por lá mesmo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mais de 10 anos depois, a mesma Editora Abril relançou a HQ, agora fora da série Graphic Novel, apesar do formato ser exatamente o mesmo. Eu não a adquiri. Mas, como numa espécie de karma, ela veio parar em minhas mãos agora, através de um leitor do blog, que me enviou uma caixa com HQs que ele estava doando, para serem escaneadas. Como o único scan que existia da HQ estava defasado em qualidade, eu o reescaneei justamente essa edição relançada pela Abril.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Em 2005 a malfadada e extinta Opera Graphica relançou Piada Mortal a seu modo, digamos assim, &lt;em&gt;sui generis&lt;/em&gt;. Uma edição de bolso, com capa dura e em preto e branco, a R$ 24,90. Isso é caro até mesmo hoje em dia, mesmo tendo se passado seis anos. Não é a toa que a editora não existe mais. E não, eu não adquiri esse exemplar também. Apenas o vi de relance.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas, Piada Mortal estava longe de parar de ser republicada. Em 2006 a Panini lança Grandes Clássicos DC #09, somente com histórias escritas por Alan Moore, para a editora (com exceção de Watchmen, claro). Uma edição de encher os olhos que, entre várias outras histórias do barbudão, trazia novamente A Piada Mortal. Desta vez devidamente no formato americano e colorida. Porém a HQ se perdia entre tantas outras histórias. Assim sendo, ela retornaria mais uma vez.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Em 2009, a mesma Panini, relançaria uma versão estilo Definitiva, de A Piada Mortal. A capa dura me pareceu desnecessária para pouco mais de 50 páginas. Com prefácio de Tim Sale, era a edição de colecionador para quem perdera todas as outras oportunidades. E, ainda pode ser encontrada nas livrarias, se não me engano.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quem não leu ainda, deve parar e se perguntar: aonde eu estou com a cabeça?! Para algo ser republicado tantas vezes assim um bom motivo deve ter. E há, claro: o argumento de Alan Moore e a arte de Brian Bolland.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Bolland que aliás, é o artista por trás de outro sucesso bastante republicado, Camelot 3000. Se quer começar a ler quadrinhos, essas HQs são um excelente começo. Se quer apenas reler, digo o mesmo. Avante!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;BATMAN &amp;amp; CAPITÃO AMÉRICA&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;em&gt;Scans 2.0 by Onomatopéia Digital&lt;/em&gt;&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://eudesnorato.pixa.us/images/19469743/Digitalizar0000" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" height="305" border="0" src="http://img7.pixa.us/d6c/19469743.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Para baixar, clique&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.megaupload.com/?d=H7OVL9BR" target="_blank"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;aqui&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;A década de 90 foi um terror para o mundo dos quadrinhos. Por isso, nem dá pra acreditar que esta HQ seja daquela época (1996 originalmente, publicada aqui em 1998). Mas, em John Byrne sempre dava pra confiar, ou quase sempre. Esse crossover que se passa em uma realidade alternativa (a série Elseword da DC Comics, ou como era chamada pela Editora Abril, Túnel do Tempo) e é um dos melhores que eu já vi, com exceção do rompante patriótico do Coringa que dá uma certa vergonha alheia.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Byrne situa a aventura no ano de 1945, último ano da Segunda Grande Guerra, e Gotham City é alvo de espiões nazistas, ajudados por ninguém menos que o Coringa. Chamado para ajudar nos esforços de deter tais espiões, o Capitão América e seu parceiro-mirim, Bucky, vão parar na cidade do Homem-Morcego. Diferente da maioria dos crossovers, Batman e o Capitão não se estranham para depois ficarem amigos. Eles já se conhecem, pelo menos de fama. Mas, ironicamente, Bruce Wayne e Steve Rogers acabam tendo um entrevero.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Algumas boas sacadas são o Capitão América no front, ajudando o Sargento Rock e a Cia. Moleza e a troca de parceiros-mirins, quando Batman e Bucky vão atrás do Caveira Vermelha e o Capitão América e Robin tentam capturar o Coringa. Se alguém falar em torca de casais, é sacanagem, heim!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para fechar com chave de ouro, Roger Stern sugeriu um epílogo interessante. Na época, Byrne publicou outro Elseworld, uma minissérie em que os heróis da DC envelheciam normalmente desde 1938. O epílogo desta edição se mistura à mitologia criada por Byrne para aquela minissérie. Muito bom!&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. 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A fina chuva que caía fazia parecer que tudo dançava diante dos meus olhos. Eu sabia que não podia ficar ali parado muito tempo. Precisava continuar subindo as escadas, mesmo sem saber o que existia no fim e além dela. Quando a encontrei ali, parada no meio do nada, espiralada, subindo até onde a vista alcançava, eu tive que subir. A curiosidade humana. Agora não posso parar, nem voltar. Na verdade, não quero voltar.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quando acordei aquela manhã, Adriana não estava mais ao meu lado. Fora embora. Esfreguei os olhos, me espreguicei. Escovei os dentes e, depois de molhar o rosto, me dei conta de que Adriana fora embora já havia mais de três anos. Mas, sempre parecia ser hoje. O passado e o presente se confundiam em minha mente. Eu não me tornara uma pessoa melhor, nem pior. Eu era a mesma pessoa, só que sem Adriana. Pensando bem, isso até que não era tão ruim assim. Sorri para o espelho e me senti um pouco idiota ao fazer isso.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Era um domingo e eu não tinha que me preocupar em ir trabalhar. Percebi que não precisava ir trabalhar quando já estava me vestindo para sair. E fiquei ali, de camisa social, cueca e meias, tentando entender o sentido da vida: café. Café era a resposta. Pelo menos era a resposta para mim. Em todas as ocasiões. Se a vida fazia algum sentido, esse sentido tinha de ser forte, como um soco de um pugilista zangado. E quente. Quente por si só. Quente por ser café. Sem pugilistas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Afastei a cortina e uma chuva fina caía lá fora e, estranhamente parecia me convidar para segui-la. Um cheiro de terra subia, se misturando ao cheiro do café que eu estava fazendo. Aquilo me trouxe lembranças interessantes. Misturadas. Eu me via de volta a minha infância e, ao mesmo tempo, deitado de costas num gramado, com Adriana cochilando ao meu lado. Acho que ela me fazia voltar a ser criança. Talvez eu tenha sido criança demais. Ela se foi. Há três anos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Procurei não saber se existiam motivos mais, digamos, profundos. Apenas aceitei. Sou bom em aceitar as coisas. Ela quase disse "não é você, sou eu", mas eu consegui impedi-la a tempo, dizendo que "sim, sou eu". Ela fez uma cara estranha e resolveu não discutir o assunto.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Tomei o café e prestava atenção à chuva fina, através da janela. Os pingos batiam na vidraça fazendo um barulho baixo, frequente, quase hipnotizante. A fumaça do café subia pelo meu rosto e tudo aquilo parecia meio surreal, mesmo tudo sendo tão trivial. Resolvi aceitar o convite da chuva e peguei uma jaqueta e um guarda chuva. Quem sabe andar um pouco melhorasse meu humor. Apesar de não me sentir realmente triste ou chateado, eu me sentia... diferente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Tranquei a casa e saí. Abri o guarda chuva e uma lufada de vento repentina quase o arrancou das minhas mãos. O cheiro de terra molhada estava mais forte, como se a chuva tivesse começado naquele instante.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Fui em direção alguma. Não estava andando para ir a algum lugar, apenas queria sair um pouco, assim pensava eu. O barulho da chuva no guarda chuva parecia continuar a "conversar" comigo. Como se tentasse me dizer alguma coisa. Talvez me indicar algum caminho ou, quem sabe, me contar as novidades do dia. Sem me importar muito com aquilo, segui na direção de um descampado, onde ao longe avistei alguma coisa que eu nunca havia visto por ali antes. Não conseguia definir o que era, por isso me apressei para chegar até lá e quando cheguei mais perto, pude ver: era uma escada de ferro, em espiral, que subia ao que parecia ser o infinito.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Fiquei parado ali um instante, pensando. Devo ter passado muito tempo sem vir por estes lados e alguma empresa construiu essa escada, que não imagino realmente para que sirva, já que não há nada aqui por perto, a não ser algumas árvores. Estranhamente, sem parar para pensar, eu comecei a subir. Eu me espantei comigo mesmo por fazer aquilo. Um impuslo um tanto tolo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E agora já devo ter subido dezenas, talvez centenas de quilômetros. Semanas? Meses? Anos? Não sei. Não senti fome, nem sede, nem necessidades de fazer um ou dois, ou qualquer número que fosse. A única necessidade, era subir.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Eu já estava até mesmo entre as próprias nuvens e, apesar de não conseguir tocá-las, podia senti-las. A chuva que me levara até ali parou durante a minha subida e reiniciou várias vezes. E ela estava aqui, novamente, agora. Uma revoada de pássaros passou por mim, e me perguntei se eles deveriam estar àquela altitude. O que me levou a próxima pergunta: por que eu não estava tendo dificuldades para respirar.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Comecei a pensar que estava num daqueles sonhos que parecem reais, em que eu costumo me questionar porque estou sonhando aquilo, como agora por exemplo. Lembro de certa vez sonhar que estava num lugar totalmente estranho para mim, com uma auto-estrada ao meu lado, na qual não passava veículo algum. Lembro de, de repente, tomar consciência de que estava num sonho. Aquilo me desesperou, pois eu não conseguia acordar. Me sentia preso, como se nunca mais fosse conseguir escapar daquele lugar estranho. Mas, não me sinto assim agora. Há uma certa paz nisso tudo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A chuva parou, fechei o guarda chuva e continuei a subida. Não demorou muito para que, sem que eu esperasse, o fim chegasse. E foi com um certo espanto que vi que terminava sem um lugar para adentrar. Era só a escada, cortada, como que por uma lámina, ou algo parecido. Aquilo quase me fez rir. Sentei no último degrau (ou seria o primeiro?) e tentei encontrar uma solução que não fosse apenas descer tudo aquilo de volta.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Enquanto eu pensava, um certo tremor tomou conta da estrutura e, num piscar de olhos, ela começou a desabar. Tentei me segurar, só que não havia nada para isso. Assim, desabei junto com a escada. Metal e homem caindo. Era um descida longa, mas eu morreria com certeza. Se não fosse com a queda, seria com aquele monte de ferro que estava vindo na minha direção.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A força do vento, na minha descida, fazia com que meus olhos ardessem e eu não conseguia mantê-los abertos. Sentia um ou outro pedaço da estrutura me acertar e a dor parecia impedir que eu desmaiasse. E também me mostrava que aquilo era tudo real. Ao menos a dor era real.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Não sei por quanto tempo eu caí, só sei que antes que eu me estatelasse no chão, alguma coisa me agarrou e me colocou de volta ao solo. Esfreguei os olhos e tentei ver o que era, mas não havia nada em volta, a não ser pedaços da escada por todo canto. Nada fazia sentido. Então decidi apenas voltar para casa, sem questionar mais nada.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;***&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Alô, senhora Adriana? Temos boas noticias. Seu marido, ele abriu os olhos, e falou algo sobre voltar para casa sem questionar mais nada. Ele saiu do coma. Sim, depois de 3 anos seu marido está de volta. A queda da escada foi muito grave, mas parece que depois de tudo, ele deve ficar bem. Sei que está emocionada, mas ele vai ficar bem.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Doutor, eu nunca disse isso antes. Mas ele apenas impediu que eu caísse. Eu caí para trás, por cima dele quando subia a escada. Não era ele pra estar em coma, era eu.&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. Do not manually edit. http://www.zoundry.com --&gt;&lt;br /&gt;  &lt;span class="ztags"&gt;&lt;span class="ztagspace"&gt;Technorati&lt;/span&gt; : &lt;a href="http://technorati.com/tag/Conto" class="ztag" rel="tag"&gt;Conto&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/Escada" class="ztag" rel="tag"&gt;Escada&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6539486-5547184294026007954?l=rapaduradoeudes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/feeds/5547184294026007954/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6539486&amp;postID=5547184294026007954&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/5547184294026007954'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/5547184294026007954'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/2011/10/rumo-ao-sol.html' title='Rumo ao Sol'/><author><name>Eudes Honorato</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2THx3OS0alk/SQpLDUxVDRI/AAAAAAAAAAM/TIge-gTNYuo/S220/12.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6539486.post-2981810316759912191</id><published>2011-09-27T21:25:00.001-04:00</published><updated>2011-09-27T21:48:24.619-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Televisão'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Memórias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Animação'/><title type='text'>Gemini Man e Outros</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;OS PRIMÓRDIOS DA (MINHA) TELEVISÃO&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://eudesnorato.pixa.us/images/19465101/Gemini-Man-%28piloto%29---pagina" target="_blank"&gt;&lt;img width="320" height="259" border="0" src="http://img7.pixa.us/40b/19465101.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Uma "cena" inusitada": eu agarrado a uma das pilastras da varanda, andando pelo muro da mesma, brincando de homem invisível. Neste momento, quando esta lembrança me vem à mente, para que eu comece este post, me pergunto seriamente, como diabos alguém pode brincar de homem invisível?! Quando se brinca de Super-Homem, uma toalha se torna sua capa; de Batman um saco plástico preto se torna sua máscara; e de Homem-Aranha, bom, de Homem-Aranha você joga meleca e diz que é sua teia. Mas, e de homem-invisível?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Relembrando agora, creio que eu ficava agarrado à pilastra bem quietinho, para que ninguém visse onde eu estava, ficando assim "invisível" para o mundo. Mas, tudo isso, claro, era culpa da TV. Eu assistia, sem perder um único episódio, ao seriado O Homem Invisível (Gemini Man, no original), em que um rapaz ficava invisível por um período de tempo marcado em seu relógio digital (uma coisa incrível na época).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Minhas lembranças sobre o que eu via na TV vão até um tempo em que eu era muito, muito criança e essas lembranças tendem a se misturar aos sonhos. Porém, algumas delas, mesmo eu não tendo muita certeza, sei que existiram. E, hoje em dia, não há nada que o Google não possa desvendar. Assim sendo, colocando Gemini Man em busca de imagens, vieram várias coisas do seriado, inclusive o relógio.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Estranhamente, apesar do seriado se chamar Homem Invisível, eu guardei na memória muito mais o nome original: Gemini Man. Eu devia achar mais sonoro. Vendo as imagens no Google, não consigo realmente lembrar dos atores, e nem mesmo do relógio, ao vê-los. Lembro apenas do conceito e de ser sobre um cara que ficava invisível. São lembranças muito remotas.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://eudesnorato.pixa.us/images/19465109/cast" target="_blank"&gt;&lt;img width="320" height="270" border="0" src="http://img7.pixa.us/0c6/19465109.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Outro que me lembro bem é Jim das Selvas. Este já não é tão obscuro e, hoje em dia, pode se encontrar para comprar até mesmo em DVD. Eu lembro de como, nas manhãs frias, eu acordava e continuava deitado, no meio da sala, com meu cobertor até o pescoço, assistindo às aventuras de Jim das Selvas. O seriado era com Johnny Weissmuller, o ator que interpretou o Tarzan mais popular de todos. Aparentemente ele agora estava marcado como um homem que vivia nas selvas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Além dele, lembro de assistir tantas outras coisas que ficaram meio perdidas na memória. Algumas delas, se eu procurar bem, acabo encontrando para download. Porém a qualidade nem sempre faz valer a penas, às vezes destruindo um pouco as lembranças. É o caso, por exemplo, dos desenhos animados de Jerry Lewis. Eu os assistia vez após vez, mesmo não gostando muito. E, não gostava, pelo simples fato de achar o Jerry Lewis animado exagerado. Como estava acostumado aos filmes do ator, não concordava muito com a versão do desenho. Mas, como tudo na época, eu assistia sem reclamar.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E, não foi sem surpresa, que esbarrei certa vez com alguns episódios desse desenho para download. Rapidamente baixei um e assisti, para matar as saudades. Porém, a qualidade tornou a coisa toda inviável. Não tiro o mérito de quem os colocou na rede, pois deve ter sido um trabalho e tanto e a qualidade baixa deve ser devido ao fato de ter sido retirado de alguma fita VHS de alguém, que em algum tempo remoto, gravou da TV e os tinha guardado até então.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://eudesnorato.pixa.us/images/19465110/Jerry-Lewis001" target="_blank"&gt;&lt;img width="300" height="225" border="0" src="http://img7.pixa.us/ca1/19465110.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Outros desenhos que lembro vagamente de ter assistido, eram as versões em desenho animado de O Cavaleiro Solitário (ou Zorro) e de Tarzan (e seu macaco Mikima). Este último sendo do mesmo estúdio que, com o tempo, faria os desenhos do He-Man. Eu sabia disso não porque lia nos créditos, mas porque algumas cenas de ação de Tarzan eram as mesmas de He-Man. Ou seja, transformavam uma cena de Tarzan em uma cena de He-Man.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Os desenhos do Cavaleiro Solitário eram algo que eu não perdia, e lembro bem que durou pouco. Como fã de Zorro e Tonto desde o seriado antigo, eu procurava não perder um episódio sequer. Novamente lá, nas manhãs frias, com o cobertor até o pescoço.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Algumas lembranças no entanto são tão remotas que eu não tenho mais do que flashes e não faço idéia de que título tinha. É o caso de um seriado infantil, em live action, em que a única coisa que me lembro, é de uma cartola gigante (ou algum tipo de chapéu) do qual as pessoas saiam, como se fosse uma casa.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Outros são alguns dos conhecidos hoje em dia como tokusatsus, os seriados japoneses. Lembro do menino que saia de uma base, voando, e não sei se o nome do seriado era Vésper, é só uma desconfiança... Melhor ir ao Google e ver se consigo alguma coisa. Deixemos de preguiça. Já volto...&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://eudesnorato.pixa.us/images/19465111/Esper13" target="_blank"&gt;&lt;img width="236" height="225" border="0" src="http://img7.pixa.us/209/19465111.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Como eu disse, o Google não falha. O nome era Ésper, e sim, era esse molequinho aí, com esse capacete "maneiro". Lembrar da história é pedir demais. Encontrei aqui neste &lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;a href="http://tokusatsusbrasil.blogspot.com/2011/03/tokusatsus-brasil.html" target="_blank"&gt;site&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;, onde informa também sobre os "Vingadores do Espaço", o qual eu só lembrava ser uma família de robôs estranhos (eles têm cabelo) e não lembrava do título e, mesmo tendo lido qual é, não consigo lembrar que o nome era esse.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://eudesnorato.pixa.us/images/19465114/Lone-Ranger-02" target="_blank"&gt;&lt;img width="300" height="229" border="0" src="http://img7.pixa.us/c08/19465114.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Em resumo, se eu for tentar lembrar de tudo que via quando era apenas uma criança, pode ser que venha muita coisa ainda a memória. Lembro bem de Banana Split, um seriado com pessoas fantasiadas de uns cachorros muito &lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;a href="http://www.google.com.br/search?um=1&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;biw=1280&amp;amp;bih=681&amp;amp;tbm=isch&amp;amp;sa=1&amp;amp;q=gemini+man&amp;amp;btnG=Pesquisar#um=1&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;tbm=isch&amp;amp;sa=1&amp;amp;q=banana+split+show&amp;amp;pbx=1&amp;amp;oq=banana+split+show&amp;amp;aq=f&amp;amp;aqi=g-S1&amp;amp;aql=1&amp;amp;gs_sm=e&amp;amp;gs_upl=2004l4052l2l4187l7l7l1l4l5l1l333l594l2-1.1l2l0&amp;amp;bav=on.2,or.r_gc.r_pw.&amp;amp;fp=ea5f414438719177&amp;amp;biw=1280&amp;amp;bih=638" target="_blank"&gt;doidos&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;. E lembro também do saudoso Clube do Mickey, do qual acho que já falei aqui no blog sobre ele, e de como eu era fascinado pelo mesmo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Era um tempo sem internet, sem blogs e sem redes sociais. Apenas a TV dominava, formando nossas lembranças para os dias de hoje. Podia não ser educativo (isso ficava por conta do Telecurso 2o. Grau e as aulas de inglês do Fisk), mas era divertido demais. Aiôoooo, Silver!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;MAD #60 - EDITORA VECCHI&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;em&gt;Scans by Onomatopéia Digital&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://eudesnorato.pixa.us/images/19465116/Digitalizar0001" target="_blank"&gt;&lt;img width="301" height="400" border="0" src="http://img7.pixa.us/650/19465116.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Para baixar, clique&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.megaupload.com/?d=OCFVHNOJ" target="_blank"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;aqui&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="COLOR: #8000ff"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;Sinopse:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; Mad super-antiga, (junho de 1979) trazendo ainda paródia a Superman - O Filme (de 1978) entre outras sacanagens com o Homem de Aço. Aproveitando o embalo, os editores meteram também uma paródia ao seriado Batman, com Adam West. Esta edição comemorava os 5 anos da revista sendo publicada na Editora Vecchi e, creio eu, no Brasil.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. 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Algumas são &lt;em&gt;pop art&lt;/em&gt;, como os quadrinhos de super-heróis, por exemplo. Algumas, como esta Três Sombras, são arte no sentido mais estrito da palavra, queiram os críticos dessa forma de expressão, ou não.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Apesar do nome do autor, ele não é brasileiro, ou mesmo latino-americano. Confesso que comprei-a achando que fosse uma HQ nacional, e só percebi que não era depois que vi a microbiografia do autor, que está meio escondida. Além de quadrinhista, Pedrosa também já trabalhou como animador em desenhos da Disney como O Corcunda de Notre Dame e Hércules. Isso, aliás, logo se vê quando folheamos Três Sombras. É um desenho animado em forma de gibi ou vice-versa.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A leitura é ágil e as imagens dizem bem mais do que as palavras. A história é como um conto de fadas para quem já não é mais tão inocente assim. É para a criança que já enxerga algumas verdades do mundo, como o medo da morte, por exemplo. E é para o adulto, que já está acostumado com essas verdades, mesmo que não as aceite por completo. Também acho que é uma HQ que deveria ser lido por pai e filho, mas as mães não precisem ser excluídas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A história é sobre uma família de três membros: pai, mãe e filho, um menino ainda. Vivem felizes em seu lugarejo, curtindo seus dias bucólicos e vivendo seu cotidiano. Tudo vai bem, até que Joachim - o menino - avista três sombras em uma colina e sente medo. Seu pai, Louis, diz que não é nada demais, que são apenas viajantes, mas sua esposa, Lise, pressente que a coisa não é tão simples assim.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Lise procura uma espécie de conselheira espiritual que deixa claro que as sombras vieram para levar Joachim. Louis, depois de esbravejar que Lise foi atrás de uma velha louca, se convence de que ela pode estar certa e decide fugir levando Joachim consigo. Deixam Lise e vão para o mais longe possível. Louis e Joachim passam a viver todo tipo de contratempo, viajando em um navio onde ciganos, mercadores de escravos e pessoas comuns também seguem sua própria jornada. O destino de pai e filho é incerto.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Os quadrinhos da Companhia das Letras (Quadrinhos na Cia.) sempre fogem do usual, e geralmente surpreendem pela qualidade. As 270 páginas em um preto e branco que reforça seu tom um tanto sombrio, podem ser lidas num fôlego só. Porém, duvido que alguém vá fazer isso, pois ficamos meio aturdidos com as imagens, de uma simplicidade complexa.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Apesar do meu tom aqui estar um tanto quanto piegas ao discorrer sobre a HQ, ela é tudo, menos isso. Como se diz na orelha, "ela respeita a inteligência dos mais novos e desperta emoções nos mais velhos." Dê de presente para seu pai, para seu filho, ou para si mesmo.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://eudesnorato.pixa.us/images/19457821/Tres-Sombras" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" height="321" border="0" src="http://img7.pixa.us/e01/19457821.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;SASQUATCH: A LENDA DO PÉ-GRANDE&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;em&gt;Scans by Onomatopéia Digital&lt;br/&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://eudesnorato.pixa.us/images/19456728/Digitalizar0001" target="_blank"&gt;&lt;img width="269" height="400" border="0" src="http://img7.pixa.us/160/19456728.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Mais detalhes e download,&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://aspasnoir.blogspot.com/2011/09/sasquatch.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;aqui&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;O CASAMENTO DO SUPER-HOMEM&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;em&gt;Scans by Rapadura Açucarada&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://eudesnorato.pixa.us/images/19456633/Digitalizar0001" target="_blank"&gt;&lt;img width="261" height="400" border="0" src="http://img7.pixa.us/382/19456633.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Mais detalhes e download,&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://aspasnoir.blogspot.com/2011/09/o-casamento-do-super-homem.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;aqui&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. 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Explico melhor. Quando comecei a ler Dossiê Drácula logo antipatizei com o livro que, apesar da boa premissa, mostrava-se muito burocrático pro meu gosto. A idéia de colocar Bram Stoker perseguindo Jack, O Estripador, era ótima, mas achei a narrativa extremamente chata e nem mesmo prossegui com a leitura.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Tendo essa opinião, eu a expressei no Twitter e alguém - não lembro quem - me perguntou se eu já havia lido Anno Dracula. Me disseram que a idéia era mais ou menos parecida, só que melhor. Procurei mais informações e, realmente, parecia muito melhor. Porém, eu não encontrava o livro em lugar algum. Meio escaldado por Dossiê Drácula, não fiz questão de procurar em lojas on line. O dia que aperecesse na minha frente, eu o adquiriria. E, meses depois, isso aconteceu.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Talvez eu tenha que agradecer à descoberta de Anno Dracula a duas pessoas: quem me indicou o livro no Twitter e a Stephanie Meyer (a autora da famigerada Saga de Crepúsculo). Sim, você leu certo. Afinal, Anno Dracula é um livro publicado originalmente em 1992, publicado aqui no Brasil apenas em 2009. Só posso atribuir esse súbito interesse em publicar um livro tão esquecido à febre "crepuscular". Ou seja, tudo que se refere a vampiros começou a ser publicado. E, assim, pude ler essa obra prima da literatura de entretenimento.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;As três palavras que Neil Gaiman usa para descrever o livro - "refinado, brilhante, único" - resume bem o que senti ao lê-lo. Anno Dracula é um livro que diverte de uma forma refinada. O escritor cria um universo paralelo usando personagens do livro de Bram Stoker e da literatura inglesa de uma forma impressionante. Chego a me perguntar se Alan Moore não se "inspirou" nas idéias de Newman para criar sua Liga Extraordinária. Afinal, Newman parece ter até mesmo uma certa ligação com os quadrinhistas ingleses, tendo trabalhado inclusive com Neil Gaiman em um livro escrito, conjuntamente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Anno Dracula é, primeiramente, baseado em Dracula de Bram Stoker. Newman muda o destino do vampiro, colocando-o como marido da regente da Inglaterra, a Rainha Vitória. Com isso, vampiros e humanos convivem pacificamente, ao menos sob a superfície. Muitos humanos se transformaram em vampiros por vontade própria, alguns até mesmo pagando para isso. Agora há esta nova realidade onde "quentes" (os humanos) e "renascidos" (os vampiros) forma uma nova sociedade, onde Dracula agora é o Príncipe Consorte.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A nossa história se passa três anos depois dos eventos do livro de Bram Stoker. Nesta nova realidade alguém esta matando prostitutas-vampiras e as autoridades não conseguem capturar o assassino. Conhecido como "Faca de Prata" e depois como Jack, O Estripador, o assassino não é nenhum mistério para o leitor. Seu nome é revelado logo nas primeiras páginas e ele também vem das páginas do livro de Bram Stoker.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Neste cenário, uma vampira mais antiga que o próprio Drácula - Genevieve Dieudonné - trabalha em um hospital que atende tanto humanos como vampiros. Por seus conhecimentos em medicina ela é chamada pela polícia para ajudar no caso. Logo ela vai esbarrar em Charles Beauregard, investigador convocado por um tal Clube Diógenes, formado em sua maior parte por humanos. O Clube responde à Rainha Vitória.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Drácula é citado a maior parte do tempo, mas quase não aparece. A ação é centrada em Geneviéve e Charles e em tudo que acontece com os dois, separadamente ou quando estão juntos. As motivações do Estripador também nos são mostradas, sendo que esses capítulos são narrados na primeira pessoa.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Charles e Geneviéve são personagens originais de Kim Newman e são quase os únicos. Permeiam o livro personagens da literatura inglesa e também da vida real - como o próprio Jack, O Estripador -, com direito até a citação de personagens reais do Velho Oeste. O que poderia se transformar numa colcha de retalhos sem muito sentido, nas mãos de Newman se transforma em algo novo, exatamente como quando um humano se transforma em vampiro. O livro é um clássico por si só.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Desfilam pelas páginas de Anno Drácula, a esposa de Bram Stoker (Stoker é apenas citado, assim como Sherlock Holmes), Dr. Jekyll (seu alter-ego é citado, mas não aperece), Dr. Moreau (Jekyll e Moreau aparecem em uma "cena" juntos, conversando com os protagonistas), Fu Manchu, Graf Von Orlok (sim, do filme Nosferatu. Newman não se apega apenas à literatura), e muitos outros personagens que aparecem em ação ou são apenas citados.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Os personagens (tanto os originais, quanto aqueles retirados da literatura que têm uma grande participação) são profundos, e acompanhamos não apenas suas aventuras, como também seus dramas. Talvez a personagem mais intrigante seja Geneviéve Dieudonné, uma vampira com vários séculos de idade, que foi transformada aos 16 anos e que tem sua prórpia opinião sobre Drácula e seu reinado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Trabalhando no hospital que fica nos arredores de onde acontecem os assassinatos, Dieudonné acompanha o drama dos novos "renascidos", inclusive de crianças transformadas em vampiras, que não sabem como usar seus poderes, tentando se transformar em outros animais, como o Príncipe das Trevas faz, sem muito sucesso. Um dos capítulos mais tocantes é de Dieudonné no hospital, com uma menina-vampira.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Newman dá sua própria interpretação para os mitos que envolvem os vampiros, como a Cruz, alho, entre outros. Mas não é nada bobo, e procura não tentar dar explicações para coisas como a falta de reflexo. Como diz Dieudonné a Charles: "Talvez haja um pouco de magia".&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Por fim, Anno Dracula é diferente de muitos livros que tem a intenção de entreter. Alguns livros são como aquele vinho que você compra no supermercado para beber todo, de uma vez só, sem se importar com a marca, o ano ou seja lá o que for. Livros como Anno Dracula são como aquele vinho que você compra, escolhendo cuidadosamente, pagando um pouco mais, para saborear aos poucos, sentindo cada milímetro do que está bebendo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A única decepção com Anno Dracula não é exatamente com o livro, mas com a Editora Aleph. Na orelha somos informados que o autor ainda escreveu mais dois livros, como continuação (The Bloody Red Baron e Dracula Cha Cha Cha) e, pelo andar da carruagem (Anno Dracula foi publicado aqui em 2009), não as teremos no Brasil, pelo menos não pela Editora Aleph. Provavelmente porquê ninguém no livro brilha.&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. 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Não consigo sequer imaginar qual tenha sido. Devido às dificuldades que é ter mais duas irmãs e um irmão, sei que não foram muitos e, conforme fui crescendo, continuou assim. Os brinquedos eram escassos porque eram pra muitos. Fora os outros percalços que se enfrentava, como querer também gibis, televisão nova e ir ao cinema. Tudo que uma criança precisa para crescer como um nerd ISO 9000.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O brinquedo mais antigo que lembro de ter sido meu (ou pelo meu e do meu irmão, já que era de menino) foi um Falcon. Mas, calma lá. Não, não era aquele Falcon, articulado, G. I. Joe, maneiro que se via no comercial da TV. Esse era economicamente impossível pra minha mãe, que não devia nem saber onde vendia aquilo. Não, o nosso Falcon era "especial". Não sei dizer se ele era uma cópia do Falcon mesmo, ou se eu é que achava que ele era parecido com o boneco G.I. Joe. Minha memória não permite tanto detalhismo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O que sei bem, é que ele não era maciço. Era um boneco-bolha. Não sei explicar exatamente como era, mas era de um plástico barato, oco. Era algo soprado. Não sei ao que comparar para que se possa entender melhor. Era verde e transparente. Mas, era o melhor Falcon (por ser o único, claro) que já tive em minha vida. E, cara, ele até mesmo mergulhava! Havia um enorme latão onde se estocava água que eu usava como o "mar" do tal Falcon. Ele mergulhava mesmo sem ter a aparelhagem apropriada. Ser criança é bom por causa disso. Eu o enfiava dentro do latão cheio d'água e e fazia os movimentos de um mergulhador. Lembro dessas coisas ainda hoje e sorrio sozinho.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Talvez a parte mais cruel de não ter brinquedos sofisticados, é acabar indo a casa de algum colega que tem justamente aquele brinquedo que você nunca iria ter. E foi assim que ao ir a casa de um amigo chamado Marcelo, lá estava ele brincando com seu Ferrorama. Enfiar uma estaca no meu olho, com sal e vinagre doeria menos do que a inveja que eu sentia naquela hora. Tudo bem que, ali, vendo aquela obra-prima em movimento, nem mesmo em inveja eu conseguia pensar. Isso ficava pra depois.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ainda bem que o bairro não era muito provido de outros Marcelos, assim não havia tantos momentos como esse. Carros a controle remoto ou caixas gigantescas de Playmobil eram coisas que só dava pra curtir nos comerciais de TV ou nas propagandas dos gibis. Mas, pensando bem, eu não parava muito tempo desejando essas coisas. Estava sempre ocupado fazendo meus brinquedos com o barro acumulado atrás da casa ou procurando sarna pra me coçar. Isso literalmente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Alguns "brinquedos" eram perigosos, como fogo e plástico. Duas coisas que nunca davam certo quando estavam uma perto da outra. Que o diga minha irmã mais nova com sua cicatriz em uma das mãos. Brinquedos e brincadeiras improvisadas podiam ser mais divertidas do que os caros brinquedos da Estrela. Pelo menos ninguém podia reclamar que eram monótonos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Falando em Estrela, pra piorar minha situação, minha mãe tinha uma amiga onde ela ia sempre, e por lá sempre havia um grosso catálogo com as novidades da Estrela. Não sei porque ela tinha aquilo, mas era chegar lá, abrir o catálogo, e quase chorar. Mas, estou exagerando. Mesmo que eu desejasse aqueles brinquedos, eu sabia que não os teria. Então me divertia ao menos olhando o catálogo, todas as vezes que ia lá.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Com o tempo, eu juntei uma grana e comprei meu primeiro brinquedo realmente legal: uma moto a fricção do Capitão América! Devia medir uns 7 centímetros de altura por 10 de largura. Mas, nossa, como aquela motinha fez a minha alegria. Na época eu colecionava o álbum de figurinhas O Retorno de Jedi, e este deve ter sido o álbum que eu mais comprei figurinhas em minha vida. Assim sendo, eu tinha uma caralhada de figurinhas repetidas. Mas, qual a relação entre as duas coisas? Já digo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Com tanta figurinha repetida eu dei um jeito de me divertir com elas também. Fazia castelos de figurinhas (como se faz com cartas de baralho), construia pontes de uma ponta a outra da varanda lá de casa e... fazia rampas para a moto do Capitão América saltar! É.... a imaginação não tem limites. Como a moto era pequena e leve, ela realmente subia as figurinhas e saltava. Nunca vi um objeto tão barato funcionar tão bem. A fricção da pequena moto era uma beleza e até fazer a moto andar empinada eu aprendi! Era só usar o pára-lama traseiro como apoio. Nossa que saudades daquilo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Não lembro o que aconteceu à pequena moto, nem mesmo ao Falcon de plástico-bolha. Também não me lembro de outros brinquedos maneiros mais adiante. Todo dinheiro que eu conseguia, eu convertia em gibis. Na verdade, depois eu os converti em outro brinquedo que toda criança ama: uma bicicleta. Quando eu já não tinha mais onde colocar tanto gibi, eu os reuni e vendi em uma banca de gibis usados, usando o dinheiro para comprar uma bicicleta de segunda mão, que foi mais uma companheira de longo tempo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;É aqui onde chego ao ponto deste texto: hoje em dia eu compro alguns brinquedos, como os da foto acima. Mas, isso é coisa que muito adulto, que tem seus passatempos nerds, faz. Não sou de ir atrás de brinquedos realmente caros, ou mesmo de ter uma coleção vasta. Mas essas poucas vezes que me aventuro a adquirir alguns desses que são mais pra se colecionar do que realmente para brincar, eu me pego relembrando desses tempos de criança, onde o brinquedo era muito mais a imaginação em si, do que o objeto.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Estranhamente, um tipo de brinquedo que nunca me interessei muito foram os videogames. Jogava nos fliperamas, ou na casa dos amigos, mas não era algo que eu realmente me interessasse. Achava divertido os Ataris da vida, com seus jogos com pessoas parecendo palitos, jogando vôlei, ou tênis (os únicos que eu ainda tinha paciência para jogar), mas nunca foi algo que eu anelasse ter pra mim e, realmente, nunca tive.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Com os computadores evoluindo - os novos brinquedos - também acompanhei essa fase, graças ao meu tio Sálvio, que era quem sabia de tudo nessa área e ainda o sabe. Os computadores exerciam aquele fascínio básico sobre mim, mas não a ponto de que querer me imiscuir em seu funcionamento como meu tio fazia. Era muito pra minha cabeça.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Uma das poucas vezes que me aventurei com eles, naquela época, foi quando, aos 16 anos, pedi a ele emprestado um que se plugava a uma TV e, depois de digitar várias linhas de código eu conseguia finalmente... um gerador de números da Loto. Claro que eu poderia ter coisas mais "sofisticadas", se eu conseguisse escrever os malditos códigos sem errar. Assim, depois de um tempo, devolvi ao meu tio e deixei com ele essa parte de computadores.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas, a evolução - e a invasão - deles foi inexorável, e aqui estou eu, hoje em dia, como vocês podem ver, "brincando" de escrever em um.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Meus tempos de afundar um boneco de plástico na água e construir rampas com figuirinhas repetidas de O Retorno de Jedi se foram, mas a verdade é que sempre serei uma criança, independente de tudo isso. Os brinquedos ficam aqui, ao meu redor, e eu ao redor deles. Se eles ganham vida quando eu saio, ao menos não fazem muita bagunça.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;P. S.: aquelas duas Hello Kitty ali, bom, não são minhas.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://eudesnorato.pixa.us/images/19450507/DSC05054" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" height="225" border="0" src="http://img7.pixa.us/82b/19450508.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. Do not manually edit. http://www.zoundry.com --&gt;&lt;br /&gt;  &lt;span class="ztags"&gt;&lt;span class="ztagspace"&gt;Technorati&lt;/span&gt; : &lt;a href="http://technorati.com/tag/Estrela" class="ztag" rel="tag"&gt;Estrela&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/Falcon" class="ztag" rel="tag"&gt;Falcon&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6539486-430461843509202067?l=rapaduradoeudes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/feeds/430461843509202067/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6539486&amp;postID=430461843509202067&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/430461843509202067'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/430461843509202067'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/2011/09/infancia-como-ela-era.html' title='A Infância Como Ela Era'/><author><name>Eudes Honorato</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2THx3OS0alk/SQpLDUxVDRI/AAAAAAAAAAM/TIge-gTNYuo/S220/12.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6539486.post-9048929023255819896</id><published>2011-09-12T00:49:00.001-04:00</published><updated>2011-09-12T01:04:48.180-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ficção-Científica'/><title type='text'>James Cartago Está de Volta</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;AS AVENTURAS DE JAMES CARTAGO: PET SEMATARY INC.&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://eudesnorato.pixa.us/images/19443366/4121325470-8a1be48e84" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" height="266" border="0" src="http://img7.pixa.us/948/19443366.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;Desde que conheço Jack Torto ele tem aquele gato. Quer dizer, tinha. O gato está morto e por isso estou aqui em seu bar. O Torto's. Sim, vocês podem pensar que Jack tem algum problema de coluna, devido a esse seu apelido, mas não é isso. Jack também sempre teve esse bar, muito antes de ganhar esse apelido e, evidentemente, o bar tinha outro nome que não faço idéia qual seja. No entanto, toda vez que um cliente arrumava problema dentro do território de Jack,o sujeito saía do bar... torto. Não demorou para que Jack Shognaghue se tornasse Jack Torto. E, convenhamos, é melhor que Shognaghue.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas, voltando ao problema do gato de Jack. Desde que o conheço, ele tem esse maldito gato, velho e fedido. E agora o gato morreu e Jack me chamou para ajudá-lo. Não, eu não tenho poderes sobrenaturais que me fazem um ressuscitador de gato, mas conheço gente que pode fazer isso. E Jack Torto sabe disso. Ele quer que eu leve Shimisu - o nome do gato - até a Pet Sematary Inc. Não me pergunte o porquê da grafia errada de "cemitério" pois é um mistério para mim também. Eu chamo o lugar apenas de "Cemitério Maldito". Faz mais sentido para mim.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Sentado a uma mesa do bar, converso com Jack sobre os problemas que fizeram com que a Pet Sematary Inc., se tornasse clandestina e, praticamente invisível, não fosse pela minha rede de contatos. Digo a Jack Torto que a empresa teve problemas sérios ao "ressuscitar" outros animais de estimação e, sim, óbvio que eles iriam fazer isso, alguns humanos. O fato é que todos eles voltaram meio, digamos, diferentes. Talvez paranóicos demais. Não reconheciam o dono e os humanos não reconheciam os familiares. Para piorar, o detalhe que fez com que o Cemitério Maldito fosse fechado: eles matavam qualquer um que atravessasse seu caminho.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas, o que jack não sabe, e eu não quero dizer isso a ele, pois as paredes têm ouvidos (e isso não é uma figura de linguagem), é que o Cemitério Maldito não ressuscita realmente nenhum animal ou ser humano. Eles apenas clonam os dito cujos e, mesmo aqui neste século super-avançado, isso ainda não funciona direito. Tá, mas você pode dizer, e as ovelhas lá do séuclo XXI (ou seria XX?, não lembro), elas foram clonadas e não matavam ninguém. Bom, o problema aqui é o aceleramento da idade para chegar à mesma aparência que o animal ou pessoa tinha quando morreu e a ilusão de ressureição ser perfeita. Acho que isso estopora os cérebro dos espécimes.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Eu tento convencer Jack a comprar um holograma do gato, ou uma réplica andróide - que teria a vantagem de não feder tanto - mas ele não arreda pé da sua decisão. Diz que ouviu por aí que a Pet Sematary Inc. se recuperou e, mesmo clandestinamente, está funcionando cada vez melhor. Diz que o primo da irmã de um amigo de um cliente contou que sua sogra foi ressuscitada e passa bem. Eu quase abro a boca pra mostrar a falha crítica dessa história, mas desisto. Eu conheço Jack a tempo bastante para saber que ele não vai desistir até conseguir o que quer. Se ele não gastar seu dinheiro comigo, será com outro. Então eu aceito, sem saber exatamente no que isso vai dar.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Volto pra minha Ciclobyke levando o gato morto. Spyke rosna para o cadáver, mas logo para e começa a ganir, ao sentir o cheiro. Eu queria poder dizer a ele que não é o cheiro de cadáver, mas era o cheiro natural do maldito gato. Provavelmente ele federá menos ao se decompor.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Acesso os dados do ultramodem e traço uma rota até o "invisível" Cemitério Maldito. Devo chegar lá em alguns minutos. Até lá, vou praticando no instrumento quase medieval que ganhei do trabalho anterior. O tal do violão. Spyke cobre as orelhas e finge dormir.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;... ...&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O prédio não se parece com nada que eu já tenha visto antes. Creio que eles mudam a fachada de tempos em tempos. Ou, quem sabe, mudam o prédio inteiro. Tudo é possível. Entro carregando o cadáver dentro de um pequeno contâiner que Jack Torto pegou no bar. Não sei o quanto a Pet Sematary Inc., evoluiu, se é que evoluiu, mas tento pensar apenas na grana que vou conseguir com esse trabalho. Não imaginava que aquela espelunca rendesse tanto ao Jack. "Ressuscitar" os mortos não é barato.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Explico o que desejo à atendente-robô que diz para eu esperar que o Dr. King me atenderá em breve. Seguro uma risada quando a atendente diz "Doutor", com toda seriedade que sua programção permite. Um bando de nerds quase sem formação que se denominam "doutores", e esse King é o mais esquisito de todos. Nunca sei para onde ele está olhando. E, sim, não é a primeira vez que venho aqui. Preciso pagar as contas. Mas, para Jack eu não queria sso. Ele é meu amigo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Me sento para esperar o tal doutor e dou uma olhada em holonotícias velhas. Mais sobre celebridades e suas futilidades que não me interessam. A demora já faz parte do atendimento aqui, mas começo a achar que está demorando muito e quando me levanto parar falar com a atendente-robô, um estrondo e um alarme começa a soar por todo o prédio, me ensurdecendo. Mais explosões vindas de algum lugar acima ou a frente, não sei. O prédio todo treme. A atendente-robô está desligada ou entrou em curto. Não sei o que está acontecendo e não sei se vou gostar de saber.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Puxo minhas armas que estavam escondidas no ciberespaço e me preparo pro que der e vier. As portas que levam ao interior do prédio estão sendo forçadas e logo o que quer que esteja acontecendo, estará bem à minha frente. E não demora muito.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Com um estrondo a porta é arrebentada e nenhum sistema de segurança está funcionando quando uma leva de homens nus, com cortes de cabelo militar, avançam na minha direção. Acerto os dois primeiros e os que vem atrás se dispersam pelos corredores adjacentes e sei que vão tentar ou sair do prédio, ou me emboscar por trás. Mas, não posso deixar isso acontecer. Escondo o contâiner com o gato em um canto qualquer e me preparo para mais. Munição eu tenho, mas sou apenas um. Onde diabos estarão os seguranças dessa joça? Algo me diz que sei a resposta.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Sinto uma mão me agarrar pelo pescoço e me puxar, então atiro para trás sem saber em que vou acertar, e a mão afrouxa e me larga. Mais um soldado morto. Outro vem logo atrás, eu atiro e outro e eu atiro. São fáceis de matar, mas são muitos. Eu aciono minhas botas e corro pelas paredes passando por cima de todos ele que, graças a Deus, não estão com suas botas militares. O andar é alto e me mantenho afastado de todos, e atirando. É uma multidão de mortos-vivos, todo andar está replet... mas que porr...?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Alguns deles estão subindo pelas paredes, usando apenas as mãos! Estão cravando os dedos na parede, que é de metal. Isso não é bom, isso não é bom. Os militares além de requisitarem o serviço clandestino do Cemitério Maldito, requisitaram também alguns aperfeiçoamentos como bônus. Supersoldados-zumbis. Que maravilha. E eu só queria um maldito gato.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Atiro nos escaladores e eles levam mais tempo e munição para serem mortos. Os que não sobem estão fazendo pilhas com os cadáveres e tentam me pegar. Morto, mas esperto. E a segurança do prédio deve ter sido mesmo exterminada. Oh, diabos, um dos soldados-zumbi achou o contâiner com o corpo do gato e está abrindo. Mas, que diacho, o gato está vivo?! Oh, droga, deve ter sido alarme falso. Agora só preciso me livrar disso aqui, pegar o gato e mentir para Jack dizendo que o gato ressusc... deixa pra lá. O soldado acaba de esmagar o gato. Filho da puta.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Eu o acerto com um disparo bem na cabeça. Esse foi com prazer. Mais escaladores. Eu corro pelas paredes, indo para o outro lado do andar. Os escaladores são lentos, mas outros me vêem por onde passo e começam a escalar também. Aparentemente eles estão presos aqui, comigo. Se tivessem conseguido romper as medidas de segurança da entrada, já teriam dado o fora. E, se saírem, será um massacre. Mas, pelo menos, serviria para alertar aos imbecis do exército, que já deveriam estar aqui pra limpar essa cagada. Mais três escaladores mortos e continuo correndo, minhas pernas doloridas devido a posição na parede.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Eu poderia tentar me webtransportar daqui, mas pra isso preciso ficar parado. Em movimento eu posso virar um feixe de dados corrompidos e nunca mais ser recuperado. E não posso parar, não daria tempo de carregar. Uploads lentos demais neste horário. Merda, um escalador quase me agarrou. Não sei mais para onde estou indo. Este andar é grande, mas deve ter um fim. E aí será o meu, também. Sinto saudades dos velhos tubos de ventilação. Eram de grande ajuda nessas horas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Agora sim, o andar está terminando e do jeito que eu temia: num beco sem saída. E eles parecem estar me seguindo, todo o batalhão. Como se não tivessem nada melhor pra fazer, já que estão presos aqui. Acho que é o fim. Não me arrependo de nada. Tá, talvez de algumas coisas, como tatuagens em lugares inapropriados e dolorosas de serem retiradas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Subo o máximo que posso e matenho meu corpo colado ao teto. Atiro em todos os escaladores que posso, mas essas pragas parecem estar se reproduzindo. Devem estar vindo lá de cima, em bandos. Quantos malditos soldados morreram e onde foi isso? De repente me dou conta. Todos são parecidos. São clones da mesma pessoa. Algum tipo de promoção, traga um e leve um milhão. Vou morrer nas mãos de uma tropa de clones. E Spyke será o próximo, quando esses desgraçados invadirem a garagem e... Spyke? Por todos os membros a mais da minha tia Coralina! Spyke tem um módulo de webtransporte, eu posso... eu posso saltar!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quando o dois escaladores já estão em cima de mim, saltando para me agarrar, aperto o carregador e me faço um upload para o módulo de Spyke. A curta distãncia faz com que tudo aconteça muito rápido. Só resta lembrar que é a primeira vez que faço isso e não sei se vai funcionar como eu espero.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;... ...&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Sou praticamente cuspido do módulo no peito de Spyke em um download tão veloz que quase sou esmagado contra meu veículo. Caio no no chão e Spyke se assusta. Minha cabeça e meu corpo doem, como se eu tivesse sido esticado até o limite. E acho que foi isso mesmo que aconteceu, em teoria. Da garagem o trânsito é livre. Posso fugir e deixar esse problema para quem o causou: o exército. Faço uma chamada anônima que nem mesmo eles vão conseguir decodificar, informando o que está acontecendo. Estarão aqui em segundos, e eu fora daqui no mesmo tempo. Mas, antes, preciso passar em um lugar.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;... ....&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Depois de passar em um abrigo de animais, e ficar lá por algumas longas horas, me dirijo para o Bar de Jack Torto. Eu devia ter feito isso logo de cara, mas fui tentar dar uma de honesto e quase morro nas mãos de um bando de clones ensandecidos. O abrigo era grande e, mesmo trabalhando com alta tecologia, tive de procurar o animal a olho nu. Precisava que fosse perfeito. Alguns retoques finais no pêlo serviram para dar mais veracidade. Ah, sim, e o cheiro eu tive de sintetizar. E não foi fácil. Acho que aquele gato tinha um cheiro único.... e ruim demais. Mas, cheguei bem perto. É quase uma obra-prima. Sinto orgulho de mim mesmo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O bicho é tão sem vida quanto o de Jack era. Parece estar morto, mesmo estando vivo. Não é de se mexer muito, mas acho que isso é típico dos gatos. Não reclama de ter sido tirado de seu habitat no abrigo e parece aceitar seu destino numa boa. Nem mesmo do cheiro ele reclama. Dinheiro fácil pro meu bolso.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Entro no bar e jack Torto corre em minha direção, e já entende que "consegui", e juro que vejo lágrimas nos olhos do grandalhão. É constrangedor. Entrego a mercadoria, ele abre o contâiner e aninha o gato nos braços. Espero mais um pouco até o momento de ternura passar e com um movimento de cabeça dou a entender que preciso ser pago. Jack saca seu passe-on e digita minha conta e a quantia exata. Recebo um alarme avisando que recebi. Todos felizes.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Me despeço e estou saindo do bar, quando ouço Jack chamar o gato pelo nome - Shimisu, meu lindo (aaargh!) - e escuto um rosnar e um grito. Olho para trás e vejo o gato voar do colo de Jack depois de ter arranhado seu rosto. Em seguida fica tudo escuro.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;... ...&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Alguns minutos depois estou em meu veículo, indo embora, sem meu dinheiro,e todo torto.&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. Do not manually edit. http://www.zoundry.com --&gt;&lt;br /&gt;  &lt;span class="ztags"&gt;&lt;span class="ztagspace"&gt;Technorati&lt;/span&gt; : &lt;a href="http://technorati.com/tag/Cemit%C3%A9rio%20maldito" class="ztag" rel="tag"&gt;Cemitério maldito&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/Pet%20Sematary" class="ztag" rel="tag"&gt;Pet Sematary&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6539486-9048929023255819896?l=rapaduradoeudes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/feeds/9048929023255819896/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6539486&amp;postID=9048929023255819896&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/9048929023255819896'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/9048929023255819896'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/2011/09/james-cartago-esta-de-volta.html' title='James Cartago Está de Volta'/><author><name>Eudes Honorato</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2THx3OS0alk/SQpLDUxVDRI/AAAAAAAAAAM/TIge-gTNYuo/S220/12.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6539486.post-5106990980427671509</id><published>2011-09-05T00:40:00.000-04:00</published><updated>2011-09-05T00:41:45.969-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Quadrinhos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Humor'/><title type='text'>Super Clichês</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;SUPER CLICHÊS MARVEL&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://eudesnorato.pixa.us/images/19434827/F48202-Marvel-Heroes-Tattoo-Sheet" target="_blank"&gt;&lt;img width="325" height="268" border="0" src="http://img7.pixa.us/281/19434827.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;O Tocha Humana tem fogo no rabo&lt;br/&gt;O Wolverine é osso duro de roer&lt;br/&gt;O Hulk fica verde de inveja&lt;br/&gt;O Homem Aranha tá subindo pelas paredes&lt;br/&gt;O Dr. Fantástico esticou as canelas&lt;br/&gt;A Mulher Invisível anda sumida&lt;br/&gt;O Galactus está com a cabeça nas nuvens&lt;br/&gt;O Justiceiro tá que é só a caveira&lt;br/&gt;O Thor tá batendo pino&lt;br/&gt;O Coisa só anda duro&lt;br/&gt;O Motoqueiro Fantasma tem a cabeça quente (essa era óbvia)&lt;br/&gt;O Homem de Ferro encontrou seu eu interior&lt;br/&gt;O Mercúrio tá passando dos limites&lt;br/&gt;O Demolidor não se enxerga&lt;br/&gt;O Raio Negro entra mudo e sai calado&lt;br/&gt;O Dr. Charles Xavier não vai bem das pernas&lt;br/&gt;O Mestre do Kung Fu deu o golpe do baú&lt;br/&gt;A Tempestade está elétrica&lt;br/&gt;O Vigia anda no mundo da lua&lt;br/&gt;O Noturno não tá nem aí&lt;br/&gt;Nick Fury dorme com um olho aberto e o outro fechado&lt;br/&gt;E O Colossus é o único que está brilhante&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. Do not manually edit. http://www.zoundry.com --&gt;&lt;br /&gt;  &lt;span class="ztags"&gt;&lt;span class="ztagspace"&gt;Technorati&lt;/span&gt; : &lt;a href="http://technorati.com/tag/Her%C3%B3is" class="ztag" rel="tag"&gt;Heróis&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/Marvel" class="ztag" rel="tag"&gt;Marvel&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6539486-5106990980427671509?l=rapaduradoeudes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/feeds/5106990980427671509/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6539486&amp;postID=5106990980427671509&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/5106990980427671509'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/5106990980427671509'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/2011/09/super-cliches.html' title='Super Clichês'/><author><name>Eudes Honorato</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2THx3OS0alk/SQpLDUxVDRI/AAAAAAAAAAM/TIge-gTNYuo/S220/12.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6539486.post-8769274107167342627</id><published>2011-09-03T17:53:00.000-04:00</published><updated>2011-09-03T17:54:10.683-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Memórias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Humor'/><title type='text'>Memória Passional</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;NO TEMPO QUE MERTIOLATE ARDIA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://eudesnorato.pixa.us/images/19433179/merthiolate-%281%29" target="_blank"&gt;&lt;img width="310" height="250" border="0" src="http://img7.pixa.us/d03/19433179.gif"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;No tempo que mertiolate ardia&lt;br/&gt;Não existia bullying, mas a porrada comia&lt;br/&gt;Não havia emo assim nas ruas, em plena luz do dia&lt;br/&gt;E o que se sabia de rede era onde você dormia&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No tempo que mertiolate fazia chorar&lt;br/&gt;Não havia iPod, Ipad, nem essa coisas de twittar&lt;br/&gt;Não havia facebook e você tinha de conversar&lt;br/&gt;Não existia Restart tentando aprender a cantar&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No tempo que mertiolate queimava&lt;br/&gt;O Rubinho tava em casa e o Senna emocionava&lt;br/&gt;E na Sessão da Tarde só filme bom passava&lt;br/&gt;E até aquele locutor todo mundo aturava&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No tempo que mertiolate era pra macho&lt;br/&gt;Ninguém ficava on line com cara de tacho&lt;br/&gt;Ia pra rua brincar e de noite via Cambalacho&lt;br/&gt;E só pra ter como rimar, vou dizer o que eu acho&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Que no tempo que mertiolate te faziar correr&lt;br/&gt;Não tinha Wikipédia pra você não ter que ler&lt;br/&gt;Nem Google pra te mostrar tudo que você não quer ver&lt;br/&gt;Pois no tempo que mertiolate ardia, a coisa era pra valer&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. Do not manually edit. http://www.zoundry.com --&gt;&lt;br /&gt;  &lt;span class="ztags"&gt;&lt;span class="ztagspace"&gt;Technorati&lt;/span&gt; : &lt;a href="http://technorati.com/tag/Merthioelate" class="ztag" rel="tag"&gt;Merthioelate&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/RAyrton%20Senna" class="ztag" rel="tag"&gt;RAyrton Senna&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/Sess%C3%A3o%20da%20Tarde" class="ztag" rel="tag"&gt;Sessão da Tarde&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6539486-8769274107167342627?l=rapaduradoeudes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/feeds/8769274107167342627/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6539486&amp;postID=8769274107167342627&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/8769274107167342627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/8769274107167342627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/2011/09/memoria-passional.html' title='Memória Passional'/><author><name>Eudes Honorato</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2THx3OS0alk/SQpLDUxVDRI/AAAAAAAAAAM/TIge-gTNYuo/S220/12.jpg'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6539486.post-4804987351631862541</id><published>2011-08-29T23:32:00.001-04:00</published><updated>2011-08-29T23:39:19.228-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comédia'/><title type='text'>Se Amar É...</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;O AMOR NÃO É...&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://eudesnorato.pixa.us/images/19430616/amar-e" target="_blank"&gt;&lt;img width="199" height="292" border="0" src="http://img7.pixa.us/945/19430616.gif"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;O Facebook é mais uma das coisas na minha lista de coisas novas na internet que eu disse que nunca iria usar. Mais uma modinha que eu não iria aderir e que, para alegria da minha amiga Red Daughter, sempre acontece de eu não cumprir minha palavra. Mas isso é antigo, eu já era assim na época que surgiu o blog, dizendo que nunca iria aderir, e estou aqui há quase 9 anos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Pois bem, tendo aderido ao Facebook já há uns dias, eis que me adiciona ontem, minha amiga de Twitter, sumida, Mariana Schneider. Ela entra num post meu que faz alusão à moda de dizer que "o amor não é tal coisa,. Tal coisa é isso. O amor é outra coisa". Não sei se isso começou no Twitter, nem sei se foi no Facebook, só sei que é divertido e eu escrevi alguns da minha própria autonomia, e a Mariana aceitou o desafio de me desafiar sem eu ter desafiado ela. E gerou centenas. Vou colocar aqui os melhores, começando com um inédito, exclusivo para o blog:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- O amor não é uma coisa que explode dentro do seu peito. O nome disso é alien. O amor é outra coisa! (Não vour por essa frase final nos outros porque fica cansativo e repetitivo).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- O amor não te liberta e te faz sentir um homem livre. O nome disso é alvará de soltura. (MS)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- O amor não é algo que te faz ver estrelas durante o dia. O nome disso é Mike Tyson.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- O amor não é aquela coisa que nunca sai de sua cabeça. O nome disso é caspa.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- O amor não faz brotar uma energia desconhecida dentro de você. O nome disso é Haddouken. (MS)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- O amor não é algo que te deixa impotente perante uma situação. O nome disso é chute nas bolas. (MS)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- O amor não é algo que te fortifica mais. O nome disso é Biotônico Fontoura.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- O amor não é algo que você guarda num lugar secreto que só você sabe onde está. Não, o nome disso é vibrador. (MS)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- O amor não é algo que te faz querer enferntar a tudo e a todos. O nome disso é cachaça.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- O amor não é algo que te faz sorrir o tempo todo. O nome disso é Botox. (MS)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- O amor não é algo que te faz subir pelas paredes. O nome disso é exorcismo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- O amor não é algo que te faz andar com a outra pessoa o tempo todo na cabeça. Não, o nome disso é artista de circo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- O amor não é algo com que você pode sempre contar. O nome disso é dedo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- O amor não é algo que te faz sentir que encontrou o que precisava na sua vida. O nome disso é Google.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- O amor não é algo que se guarda de mais preciso. O nome disso é Smeagol. (MS)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- O amor não é algo que entra em você inesperadamente. O nome disso é garras de adamantium.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- O amor não é algo que te faz ver as coisas de modo totalmente fora do comum. Não, o nome disso é Rob Liefeld.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- O amor não é algo que te pega de jeito e te deixa elétrico. Não, o nome disso é Blanka (MS).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- O amor não é algo que te faz querer ser uma pessoa totalmente diferente do que você é. O nome disso é feiúra.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- O amor não é algo que vale mais do que dinheiro. Não, o nome disso é barra de ouro. (MS)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- O amor não é algo que te deixa grudado à outra pessoa. Não, o nome disso é Super Bonder. (MS0&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- O amor não é algo que vem e toma teu coração de repente. Não, o nome disso é traficante de órgãos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- O amor não é algo que te deixa se sentindo mais leve. Não, o nome disso é operação de redução do estômago.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- O amor não é algo que te faz superar as barreiras. Não, o nome disso é escada.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- O amor não é algo que te mata aos pouquinhos. Não, o nome disso é serial killler.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- O amor não é algo que te faz sentir moleque outra vez. Não, o nome disso é Capitão Nascimento.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- O amor não é algo que penetra em seu interior. Não, o nome disso é O.B. (MS)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- O amor não é algo que vira sua cabeça de uma hora pra outra. Não, o nome disso é Pazuzu.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- O amor não é algo que te faz sentir como se estivesse vivo novamente. Não, o nome disso é Apocalipse Zumbi.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- O amor não é algo que te deixa sem chão de repente. Não, o nome disso é verme maldito.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- O amor não é algo que enlouquece as mulheres. Não, o nome disso é Avassaladores (dig din dig din) MS&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- O amor não é algo que te deixa suspirando o tempo todo. O nome disso é asma.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- O amor não é algo que te leva pra um lugar desconhecido. Não, o nome disso é balões levando padre embora.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- O amor não é algo que te faz ver tudo mais nitidamente. Não, o nome disso é sinal de HDTV.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. Do not manually edit. http://www.zoundry.com --&gt;&lt;br /&gt;  &lt;span class="ztags"&gt;&lt;span class="ztagspace"&gt;Technorati&lt;/span&gt; : &lt;a href="http://technorati.com/tag/Facebook" class="ztag" rel="tag"&gt;Facebook&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/Mariana%20Schneider" class="ztag" rel="tag"&gt;Mariana Schneider&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6539486-4804987351631862541?l=rapaduradoeudes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/feeds/4804987351631862541/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6539486&amp;postID=4804987351631862541&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/4804987351631862541'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/4804987351631862541'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/2011/08/se-amar-e.html' title='Se Amar É...'/><author><name>Eudes Honorato</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2THx3OS0alk/SQpLDUxVDRI/AAAAAAAAAAM/TIge-gTNYuo/S220/12.jpg'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6539486.post-2839615895073648359</id><published>2011-08-19T19:26:00.001-04:00</published><updated>2011-08-19T19:39:37.263-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Memórias'/><title type='text'>Cutucando o Passado</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;MINHAS LEMBRANÇAS MAIS ANTIGAS&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;em&gt;Até onde minhas memórias vão&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://eudesnorato.pixa.us/images/19418557/Digitalizar0002b" target="_blank"&gt;&lt;img width="350" height="248" border="0" src="http://img7.pixa.us/e30/19418557.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;Sim, o invocadinho aí de cima sou eu. Essa é a foto mais antiga deste ser que vos escreve. Me lembrei dela quando resolvi escrever sobre minhas memórias mais antigas. E isso aconteceu devido a uma conversa que tive com a senhora que atende na banca de jornal onde costumo ir:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Perguntando sobre o neto recém-nascido dela, ela respondeu que estava bem, pois leva uma vida boa, já que é apenas um bebê. Pra completar eu disse, pena que não lembramos dessa parte de nossa vida, e disse também que minha lembrança mais antiga é essa da foto acima, eu num velocípede (parece nome de dinossauro). O assunto continuou e ela disse que sua lembrança mais antiga era o velório de seu pai. Teríamos continuado naquela conversa sobre antigas memórias se os fregueses não tivessem interrompido. Vendo que eu estava atrapalhando, me despedi e fui pra casa.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Agora a noite, pensando no que escrever aqui no blog, me peguei imaginando que escrever sobre minhas memórias mais remotas seria bem interessante. Minhas lembranças do tempo em que esta foto foi tirada, parecem se relacionar mais com o velho velocípede (ou velotrol). Lembro muito pouco de outras coisas mais. Se bem que, como se pode ver pelas pernas na foto, eu estava sempre rodeado por tios e tias e sim, lembro bastante deles, nessa época.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Algumas memórias ficam gravadas tão fortemente que posso dizer exatamente o que aconteceu, tim tim por tim tim. Uma dessas é, justamente, envolvendo meus tios. O que é hoje conhecido como "trollar", na internet, era o esporte favorito dos meus tios, no mundo real, com os sobrinhos, ou seja, nós. E nós caíamos nas pegadinhas vez após vez. Uma das preferidas deles (não lembro exatamente qual tio, são muitos), gostava de dar algo embrulhado em papel de "presente". Quando abríamos, dois pedaços de madeira pregados a um pedaço de borracha e dobrados sobre si, pulavam na nossa cara. Era uma versão caseira da caixa de onde pula cobrinhas ou um palhaço.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Pois bem, certo dia, um dos meus tios veio me entregar um presente, embrulhado mais ou menos da mesma forma. Eu, finalmente, havia aprendido e lição, e não o abri. O que fiz foi arremessar o que ele me deu tão longe quanto possível e só escutei o barulho de algo se quebrando. Não entendi como madeira e borracha podiam fazer aquele barulho e então vi que tinha feito besteira. Dessa vez era realmente um presente. Um trem movido a pilha muito bacana. Ou pelo menos era bacana, antes de eu esborrachá-lo no chão.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Outra memória envolve minhas tias - sim, eu era cobaia de todo mundo - e não sei porque, eu nunca esqueço disso. Era carnaval e onde morávamos sempre era uma festa, com as pessoas desfilando por toda a avenida do bairro Lote XV. Era muito mais que um simples bloco de rua, era algo até assustador de tão grande. Ou pelo menos era assim que parecia para uma criança.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quando eu ia, apenas andava pra lá e pra cá, admirando toda aquela balburdia. Mas, naquele ano, minhas tias cismaram que eu ia fantasiado. Não lembro se eu tinha a roupa, mas a cara eu lembro bem, me pintaram de palhaço. Tiveram um longo trabalho me pintando e, pelo pouco que lembro, cheguei até mesmo a gostar. Ficou muito legal! Mas, algumas complicações complicaram a coisa toda.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Eu fui para a festa, todo feliz, pois estava no clima, era um deles. Porém, fazia um calor desgraçado e já era noite e, com a noite, vieram os mosquitos. Eu suava embaixo da maquiagem e os mosquitos faziam seu trabalho. Eu tentava não me coçar, mas não tinha jeito. Aquilo foi me dando uma agonia. A maquiagem foi borrando cada vez mais e mais, e minhas mãos ficavam cada vez mais sujas. A próxima coisa que me lembro, sou eu correndo pra cara e retirando desesperadamente a minha maquiagem de palhaço.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Uma outra lembrança, tão remota que parece sonho, é de minha mãe me levando para visitar minha irmã caçula que estava internada, com pneumonia, ou algo parecido. Não faço a mínima idéia do porque minha mãe me levava junto, já que não levava meus outros irmãos. Talvez por eu ser o mais velho, não sei. O que sei é que a experiência era traumática. Hospitais são lugares deprimentes e, até mesmo a viagem até lá me era incômoda. Passando por linhas de trem, entrando em lugares de Duque de Caxias que eu nunca vira antes. E, para o &lt;em&gt;grand finale&lt;/em&gt;, o hospital, com aquele seu cheiro característico. Algo que não lembro bem é se eu entrava no quarto onde minha irmã estava. Mas, se entrava, devo ter apagado isso da memória.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas, minha mãe sabia compensar as coisas. Uma das minhas lembranças que guardo com mais carinho é a do primeiro gibi que eu me lembro dela ter me dado. Se houve outros antes, não me lembro. Esse é o que lembro, como se fosse hoje. Eu estava em casa, quando ela chegou do trabalho e começou a tirar coisas de dentro de sua bolsa, que mais parecia a do Gato Félix, de onde saiam mais coisas do que parecia caber lá dentro. Então, de repente ela puxou um gibi e me deu. Não sei se minha mãe sabia do que eu gostava, ou se foi ela quem moldou o meu gosto, mesmo sem querer. Era um gibi d'O Mestre do Kung Fu, publicado pela Editora Vecchi, se não me engano. Quase posso lembrar das histórias que li nele.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Algumas lembranças são tão longínquas que parecem apenas um sonho que eu nunca esqueci. Uma delas é do meu pai fazendo &lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;a href="http://nathiralves.blogspot.com/2010/11/receita-de-um-waffle.html" target="_blank"&gt;waffles&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;. Pelo amor de Deus, waffles? Eu comia o troço e não fazia idéia do nome, e duvido que eu conseguisse pronunciar. Mas eles estão lá, no passado, E eu lembro até mesmo do que se colocava como cobertura, era algo parecido com mel, e a marca do troço era &lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;a href="http://www.hippo.com.br/mercearia-alimentos/glucose-de-milho-karo.html" target="_blank"&gt;Karo&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; (sim, acabei de olhar na internet pra ver se o troço existiu mesmo). Lembro também do &lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/34/203989/waffle+wmrca+cuisinart+110v" target="_blank"&gt;bagulho&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; que era usado pra se fazer o tal waffle. Pra se ter uma idéia, desde aquele tempo, eu nunca mais comi esse troço. Nunca! Não lembro nem como seja o gosto, mas nunca esqueci de como meu pai sempre fazia aquilo pra nós.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Por fim, minha lembrança mais remota com relação a garotas é de minha primeira paixonite (de que tenho lembrança). Eu estudava na escolinha da Dona Osana. Não me lembro das aulas em si, me lembro apenas de sempre estarmos brincando. Quem sabe nem tínhamos aula de verdade. E havia ela. Ela a qual não lembro o nome nem o rosto, só lembro que ela era alta, muito alta. Em minhas memórias, era como se ela fosse adulta e eu criança. Mas, isso era impossível, pois ela estudava lá, comigo. Ela tinha de ser criança também. Mas, a impressão que dava era essa, de que ela era tão alta que, na verdade, era uma adulta entre nós. E eu ficava lá, apaixonado, sem saber exatamente o que era aquilo que estava acontecendo comigo, já que não fazia a mínima idéia do que era estar apaixonado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E as lembranças são muitas. Muitas. Grande parte delas já escrevi aqui nesse blog que já dura quase nove anos. Então, imagina, são nove anos escrevendo sobre mim. Mas, muitas mereciam ser reescritas. Ou não. Me lembro vividamente da separação de meus pais, da minha primeira paixão correspondida, do primeiro beijo, de tantas e tantas coisas. E penso nas coisas que estão perdidas nas brumas do tempo (uia, em breve comentários perguntando se sou gay, por causa dessa última parte). Tantas coisas que não consigo lembrar e que, imagino, sejam algo que valeria a pena ter de volta e colocar aqui.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas, não devemos lamentar, e sim fabricar novas memórias pra daqui a 20, 30 anos escrever sobre elas. Portanto, deixa eu ir ali fazer algo interessante que valha a pena lembrar, como por exemplo, comer torta de chocolate com maracujá. Até mais.&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. Do not manually edit. http://www.zoundry.com --&gt;&lt;br /&gt;  &lt;span class="ztags"&gt;&lt;span class="ztagspace"&gt;Technorati&lt;/span&gt; : &lt;a href="http://technorati.com/tag/Antigas" class="ztag" rel="tag"&gt;Antigas&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/Mem%C3%B3rias" class="ztag" rel="tag"&gt;Memórias&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6539486-2839615895073648359?l=rapaduradoeudes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/feeds/2839615895073648359/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6539486&amp;postID=2839615895073648359&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/2839615895073648359'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/2839615895073648359'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/2011/08/cutucando-o-passado.html' title='Cutucando o Passado'/><author><name>Eudes Honorato</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2THx3OS0alk/SQpLDUxVDRI/AAAAAAAAAAM/TIge-gTNYuo/S220/12.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6539486.post-6396514091558387755</id><published>2011-08-11T22:02:00.000-04:00</published><updated>2011-08-11T22:12:33.041-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Terror'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros'/><title type='text'>The Book is On The Table</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;A PASSAGEM: UMA PRAGA APOCALÍPITICA DE VAMPIROS&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://eudesnorato.pixa.us/images/19412145/Passagem-WEB" target="_blank"&gt;&lt;img width="278" height="400" border="0" src="http://img7.pixa.us/70d/19412145.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;Estou pra ver um livro tão bom, com um título tão ruim. A primeira vez que avistei A Passagem nas livrarias ele não me chamou atenção alguma. A capa - esta que estão vendo aí - não diz muita coisa do livro e, para piorar, o título também não. Li a sinopse, que em parte me agradou, até eu chegar ao final e descobrir que o livro era o primeiro de uma trilogia. Pelo ano de lançamento - 2010 - era certo que os outros não estavam nem perto de serem lançados.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O que mais me deixou estupefacto, era que o livro tinha 800 páginas! Imaginar que ele era o primeiro de 3 que, provavelmente, seriam do mesmo tamanho, me desanimou um bocado. Além do preço, é claro. Assim sendo, deixei o livro pra lá. Alguns meses depois, estava eu de volta à livraria quando vi que A Passagem estava em promoção. Coisa de 29 reais. Pensei, bom, a esse preço acho que vale dar uma chance. Se for muito ruim só perdi 30 reais.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas, assim que comecei a ler, me arrependi de não ter comprado antes. Quer dizer, só não me arrependi totalmente, devido ao preço que paguei. Porém, quanto mais eu lia, via que A Passagem era um título que não tinha atrativo nenhum. Pra piorar, a capa me lembrava aqueles livros melosos tipo A Cabana. Era olhar e passar longe. Quanto mais me aprofundava, via que havia mil títulos melhores: Amy, A Colônia, 100 Anos Depois. Ou seja, qualquer coisa que não fosse A Passagem. Mas, tirando esse porém, o livro é fantástico.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Cronin segue a linha de Guillermo Del Toro em seu livro Noturno, onde o vampirismo é tratado como uma epidemia, um problema de saúde. As primeiras 270 páginas são praticamente uma introdução ao que virá a seguir. Um grupo de cientistas procura estender a vida humana sabe-se lá por mais quanto tempo. Para isso, estão usando algo que encontraram nas selvas da América do Sul, algo que matou quase todos da expedição. A pesquisa é financiada pelo Exército dos Estados Unidos que vê nisso uma oportunidade de, quem sabe, driblar a morte de seus soldados no campo de batalha.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas, em toda pesquisa, se necessitam de cobaias e, num experimento como esse, teriam de ser humanas. O agente do FBI, Brad Wolgast e seu parceiro, são encarregados de conseguir 12 condenados à morte, e levá-los para as instalações do exército, onde poderão estender mais a sua vida, ou morrer tentando. Wolgast consegue o que lhe é ordenado, até que esbarra num dilema moral. Agora eles querem uma menina. Ela se chama Amy e tem 6 anos. Abandonada num convento pela mãe, Amy não poderá ser rastreada, assim como os 12 condenados. Mas, Wolgast não quer entregar a menina.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Obviamente, como diz na sinopse, o experimento dá errado e uma praga de proporções mundiais se espalha quando uma falha na segurança permite que as cobaias escapem. Eles não são mais seres humanos e estão sedentos de sangue. Em pouco tempo os Estados Unidos está em uma guerra a qual ele nunca imaginou travar. Não parece haver salvação. As pessoas são mortas e uma entre cada 10 se transforma na criatura que a mordeu. O exército, culpado pela catástrofe, agora tenta salvar o que resta dos Estados Unidos. Levam as crianças para um enorme complexo construido para elas, onde ficarão protegidas dos monstros. Porém quando as tropas vão embora, o Exército não volta mais.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Cem anos depois, o lugar é uma colônia que regrediu no tempo, vivendo num mundo pós-apocalíptico. Não sabem o que aconteceu com o resto dos Estados Unidos, nem com o resto do mundo. Esperam pela volta do Exército, para saber se ainda há esperança. Vivem em constante vigilância para que os voadores - como os chamam, por causa dos pulos enormes que dão - não invadam o lugar. Agora eles tem suas próprias leis e estatutos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;As crianças ficam até os 8 anos de idade isoladas, tendo uma Professora, que os ensina o necessário. Depois que saem, a verdade lhes é dita e eles passam a ter uma vida ativa na colônia, ajudando no que for possível para evitar uma invasão. A salvação depende das fortes luzes que ficam constantemente acesas à noite. Eles estão lá fora e se as baterias falharem, aquele pequeno mundo acaba.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;É neste cenário onde vivem Peter, Theo, Alícia, Michael, Sara e tantos outros. Cronin dá uma profundidade tão grande a cada um de seus personagens que você se preocupa com cada um deles e com seus sentimentos. Muito mais do que um livro de terror, A Passagem é um livro sobre pessoas, sendo que tudo o mais parece girar em torno disso, mesmo a grande praga de vampiros. As 800 páginas se tornam poucas com tantos personagens.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Logo no início do livro sabemos que Amy viverá mil anos. Ela não é uma vampira como os 12. O vírus agiu de forma diferente nela, retardando em muito seu envelhecimento, como era o objetivo original, mas sem o efeito colateral da sede de sangue. No entanto, ela se tornou sensivel à luz do sol. Enquanto o mundo ruía ao seu redor, Amy continuava viva. Tinha uma ligação com os voadores, mas não era uma deles.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;As coisas na colônia não estão nada bem, e Peter tem seus próprios problemas para enfrentar, até que mais um aparece em sua vida. Amy surge na colônia, uma adolescente agora, que ele não sabe como, sobreviveu no mundo lá fora. Logo o amigo de Peter, Michael, descobre que Amy pode ser a chave para o fim da grande praga, ou pelo menos o começo disso. Só que, para isso, terão de sai da colônia e tentar encontrar a resposta lá fora, sobre os segredos de Amy e dos voadores.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para isso vão Peter, Michael, Sara, Hollis, Caleb e Mausami, enfrentar um mundo repleto de monstros sugadores de sangue, atravessando os Estados Unidos para tentar salvar a humanidade.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O livro é extenso, mas quando acaba, fica-se querendo mais e mais. Os dramas de cada personagen nos afeta, e Cronin sabe como emocionar sem ser piegas. As mudanças que se seguem a cada momento, parece que são incessantes. Os momentos de tensão nos deixam pregados às páginas. A Passagem nãoo caberia em um filme, como a sinopse diz que ele está previsto para se tornar, pelas mãos de Ridley Scott (não há nada sobre isso no IMDB). Para caber num mínimo de 3 horas de duração, teriam de cortar tanta coisa que não sobraria quase nada.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Depois de terminar A Passagem, só me resta agora esperar a publicação de The Twelve (Os Doze), que Cronin publicará apenas em 2012 (aqui nem sei quando será publicada) e depois de City of Mirrors (A Cidade dos Espelhos), para 2014. Pelo que vi em A Passagem, sei que a espera valerá a pena.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. 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Prefiro ver as pessoas que gostam do blog pelo que já foi e é, apenas como pessoas que gostam do que eu fiz (no caso dos scans) e do que faço (no caso dos textos). Ao longo dos anos também acumulei muitos causos e histórias que me furtava de contar por que, justamente, envolvia alguns desses admiradores. Porém, existem histórias que merecem ser contadas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Provavelemente o protagonista deste evento lerá o que será escrito aqui, então quero dizer que, ao menos, vou considerar que foi tudo uma questão de boa vontade e zelo mal direcionado. Pelo menos é o que eu quero acreditar. Ainda acho que o ser humano tem salvação. Mas, vamos ao nosso conto de humor, mesmo que na época, eu nao tenha achado tanta graça:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Um desse amigos que seguiam o blog acabou sendo adicionado ao meu MSN e eu conversava com ele por várias vezes. Na época eu usava bastante o Messenger, diferente de hoje em dia e, consequentemente, adicionava várias pessoas, muitas delas para me ajudar com os scans e para fazer amizade, pura e simplesmente. Assim, meu amigo, a quem vou chamar de Senhor X, um dia me mostrou fotos de sua vasta coleção de action figures. Eu mesmo não sou um colecionador, mas como todo nerd gibimaníaco, também gosto.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Provavelmente o Senhor X notou meu entusiasmo com sua coleção e, do nada, perguntou se eu gostaria que ele me enviasse, de presente, algumas de suas action figures. Bom, o que você responderia se fosse um nerd como eu sou? Óbvio que sim, não é? Foi o que eu respondi, já visualizando meu quarto aqui repleto de incríveis action figures. E, assim sendo, o Senhor X ficou de enviar pelo correio, com todas as despesas pagas, o tal presente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Talvez, se eu tivesse raciocinado um pouco mais, teria visto que era muito bom para ser verdade. Deveria ter pensado mais antes de dizer sim. Afinal, quem diabos sai dando parte de sua coleção para alguém apenas pelo seus belos olhos, ou no caso aqui, scans. Não era como se fossem revistas que a pessoa não queria mais, como aconteceu recentemente e recebi de bom grado, sabendo o que viria e como estariam. Neste caso aqui, era um tiro no escuro.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Como era uma encomenda comum - pois ficaria caro demais Sedex - demorou bastante para chegar, aumentando assim a minha ansiedade. Eu praticamente sonhava com as action figures (ou bonequinhos, como queira) chegando e eu extasiado. Mas a demora continuava. Depois de algumas semanas (talvez um mês, não lembro) acabou chegando a bendita caixa e meu coração estava aos pulos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Cabe aqui dizer que de action figure, a única coisa que tive na infância, foi uma motocicleta do Capitão América, movida a fricção. Quando adulto nunca comprei devido aos preço exorbitantes, mas sempre ficava admirando nas lojas especializadas as que eram vendidas ali. Mas, comprar mesmo, só um Shrek de capacete e espada, que não lembro bem porque diabos comprei.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Uma vez ganhei uma estátua (outra variação dos action figures) do Predador. Muito bem feita, por sinal e pesada que só o inferno. Meu irmão me deu, creio que porque ele não gostava tanto assim dela. E, apesar de gostar muito do personagem, a estátua também não me agradava, não sei exatamente o porque. Acabei me desfazendo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Assim, a chegada da caixa, fazia parecer que uma nova era no que dizia respeito às action figures havia começado. Era o início de uma coleção. Ou era o que eu pensava, até o momento em que abri a caixa.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Pisquei algumas vezes, meio incrédulo, achando que estava vendo coisas. Dentro da caixa havia um emaranhado de bonecos velhos, meio sujos, e alguns faltando partes, como um dragão, pelo que me lembro. O que mais me chamava a atenção era a quantidade. Eram muitos, mas todos partecendo prontos para ir pro lixo. A Lia olhou aquilo e caiu na gargalhada. Ela me escutou falar do bonecos o tempo todo, até a chegada dos mesmos. Quando os viu, só pôde rir mesmo. Até hoje ela me sacaneia com isso.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Depois de me recuperar, só pude deduzir uma coisa: não era que ele quisesse me dar parte de sua coleção, mas queria se desfazer do que ia jogar fora e, já que iria fazê-lo mesmo, melhor dar pra alguém que queria, como eu, por exemplo. Os detalhes eu descobriria na entrega, como aconteceu. Para não ser uma perda total, dei para Lia distribuir entre seus alunos, que não eram tão exisgentes quanto eu. Mas, ainda sobrou, e o técnico de computadores que nos atendia na época viu e quis levar para seu filho. Eu não me fiz de rogado e empurrei mais alguns pra ele.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No fim, sobrou apenas um Hellboy, que me esforcei muito em ficar. Mas o aspecto envelhecido e uma certa sujeira entranhada fazia com que o boneco apenas me irritasse. Sem falar que ele era uma lembrança constante daquela história. No fim das contas ele desapareceu por si mesmo e nunca mais o encontrei. Deve ter ido embora, voltado para o dono original, não sei.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ah, e o Senhor X? Claro, pelo Messenger ele me perguntou o que eu achei, e eu não tinha coragem de dizer a verdade, então, sem muito entusiasmo, disse que eram lindos e maravilhosos. Não sei se ele teria percebido meu tom, mas não demorou muito e ele disse que ia comprar uma action figure do Robocop. Na verdade duas, uma pra ele e uma pra mim. Bom, eu concordei, dessa vez sem esperar nada. E, claro, não estou esperando até hoje.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Bom, talvez isso soe meio mal agradecido, mas o fato é que eu devia ter pedido mais detalhes sobre o estado dos bonecos, me aprofundado mais. Mas, quem, em sã consciência consegue raciocinar direito quando lhe é oferecido algo de graça? Quando você vai ver já está lá, aquela enorme injeção fincada bem no meio da sua testa!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. 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Era eu e um camarada um tanto quanto gordo. A serralheria ficava em uma, digamos assim, ribanceira. Na ribanceira, ele estacionava sua Kombi, virada para a descida. Não lembro bem qual era o problema com o veículo, provavelmente o freio de mão. Só sei que tínhamos de colocar um paralelepípedo para que a Kombi não descesse morro abaixo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Lembro menos ainda o motivo que levou aos acontecimentos subsequentes. Só lembro que, por algum motivo, o dono da Kombi, meu patrão, me mandou tirar o paralelepípedo de debaixo da roda da Kombi. Tenho a mais absoluta certeza de que não faria isso se soubesse o que ia acontecer em seguida. Então, só pode ter sido uma ordem direta. Claro que já sabem o que aconteceu: a Kombi começou a descer o morro.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Fiquei olhando para aquilo, atônito. Ela foi lentamente ganhando velocidade. Eu me virei pra serralheria e o cara estava lá, distraído. Eu só disse: "ei!", e apontei pra Kombi que ia descendo. Claro que isso tudo foi mais rápido do que parece aqui. Agora, pense num gordo correndo como ele nunca correu em sua vida. Foi a coisa mais incrível que já vi na minha vida. Ela devia ter descido uns 10 metros e ele a alcançou, abriu a porta e pulou dentro, parando a Kombi. Até hoje não lembro exatamente o porque dele não me despedir.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Essa foi a única vez que pus um carro em movimento. Não sei dirigir e, para todos os efeitos, eu detesto carros. Sim, é esse o tema deste texto. Não gosto absolutamente nada de carros. São um mal necessário e, me pergunto, se tão necessários assim. Mas, coitados, os carros não são os culpados, evidentemente. Sozinhos eles não podem fazer nada. Acho que deveria dizer que odeio carros com pessoas dentro. Odeio o trãnsito, odeio motoristas e suas atitudes arrogantes, como se dirigir um carro fosse um atestado de liberdade para fazer merda.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Já fui fascinado por carros, quando garoto, como todo garoto é. O primeiro carro que lembro de ter entrado foi em uma Variant, de cor laranja, se não me engano. A Variant do Tio Jorge, ou o carro do Tio Jorge, como chamávamos. O carro parecia combinar com ele, por mais estranho que pareça. Uma Variant, naquela época, mesmo de trocentésima mão, e no lugar onde morávamos, era um sinal de status. Ao menos era assim que meu cérebro de criança pensava.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Era só o Tio Jorge apontar com a Variant e dizer que íamos sair que, num piscar de olhos, já estávamos lá dentro. Não importava o lugar para onde ir, mas sim a viagem. Eu nem mesmo saía do carro, esperando Tio Jorge voltar. Queria desfrutar de cada segundo dentro daquele troço mágico chamado carro. Assim eu me sentia em relação aos automóveis, mas apenas quando garoto. Conforme fui crescendo e tendo de enfrentar o trãnsito dentro dos ônibus, ou atravessando sinais, me dei conta de que carro é um grande pé no saco.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;As notícias sobre desavenças no trãnsito, chegando mesmo ás vias de fato, ou sobre acidentes causados por pessoas embriagadas que dirigem, me deixa ainda mais convicto de que carro, para mim, não serve para nada. Infelizmente, como já disse, a necessidade de locomoção para todos, faz esse mal cada vez mais necessário. As soluções para que o trânsito seja menos problemático parecem muito distantes.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Eu nunca pensei em aprender a dirigir pelo simples fato de que, por mais que eu respeitasse as leis do trãnsito, os outros ao meu redor, poderiam não respeitar. E, mesmo um pedestre pode não saber atravessar uma rua no momento certo, como já vi acontecer. É uma série de coisas que podem dar errado. Também, meus nervos que vivem à flor da pele, não me deixariam ser um motorista tranquilo. Mas, novamente isso não é culpa dos carros em si.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Aqui em Botafogo, abriu-se uma nova rua, há algum tempo. Nela não colocaram sinal de trânsito, mas pintaram as faixas no asfalto e colocaram uma placa dizendo que a preferência é do pedestre. Que eu saiba, esse tipo de coisa não é comum por aqui. Ou seja, nossos motoristas super educados não estão acostumados a esse tipo de cortesia e, como não poderia deixar de ser, atravessar a rua é um exercício de paciência digno do Dalai Lama. E não importa se é idoso, mulher com carrinho de bebê, ou qualquer coisa do tipo. É sempre uma dificuldade. Poucos são os motoristas que param e esperam, com calma, que todos atravessem.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Com o trânsito intenso aqui da Zona Sul do Rio de Janeiro, desanimo até mesmo de tentar andar de bicicleta. Talvez, por isso, nunca fiz força para adquirir uma. E, digo, mesmo os ciclistas não são tão vítimas assim, como querem parecer. Lembro de certa vez estar indo na direção do Túnel Rebouças, a pé, e um ciclista trombou comigo, de lado. Ele caiu em cima de mim. Eu me firmei para não ser jogado ao chão e, com isso, acabei segurando-o também, que se ajeitou e foi embora pedalando, sem dizer uma única palavra, fosse ela qual fosse. Claro que, assim como os motoristas, não são todos assim.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Não gosto dos carros, não gosto do trânsito, não gosto dos motoristas e, para piorar, quando preciso me locomover, e não quero ir de ônibus, faço como a Angélica, vou de táxi, e isso, na maioria das vezes, me faz odiar os taxistas também. Muitos deles parecem simplesmente não conhecer o lugar onde trabalham, não sabem ainda o que é um GPS, ou simplesmente são trambiqueiros mesmo, fazendo percursos mais longos desnecessariamente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Esses dias pedi que o taxista me deixasse "ao lado do Metrô", e ele passou direto da entrada que sairia lá. Pensei que ele estivesse distraído, e disse, era ali a entrada. E ele disse, "mas ali não sai no Metrô, onde você quer ficar". Eu disse, "eu não quero ficar no Metrô., Era só uma referência". O silêncio cai e você não pode fazer mais nada, a não ser que queira arrumar confusão. Já fui roubado por taxista, provavelmente ilegal; já peguei táxi dirigido por um cara de um braço só (e nem era do filme O Fugitivo), provavelmente ilegal; e já fui deixado a pé, tendo que pagar a corrida.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas, novamente, não são todos assim. Alguns rendem boas conversas, como o senhor que contou toda sua vida, desde que veio da Índia até suas viagens pelo Nordeste do Brasil e pelo Iraque, como professor de Arquitetura, que ao se aposentar, resolveu ser taxista. Uma vida inteira em uma corrida.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas, no geral, odeio carros. Porém, claro, há suas excessões. Eu teria um De Lorean, se pudesse, e ele nem precisaria voar. Provavelmente não o dirigiria, mas passaria boa parte do dia dentro dele, assistindo De Volta Para o Futuro.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Até mais, e boa viagem.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. 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Alguns gostavam de designá-lo como um errático. Mas Cartago detestava este tipo de brincadeira. Vivendo no mundo e no tempo em que ele vivia, Cartago não gostava de ser como todas as outras pessoas. Afinal de contas, era o século XXVI. Ano 2577. Não havia porque se apegar a pessoas, coisas, ou lugares. O certo era estar sempre em movimento. E era isso que Cartago fazia.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Graças aos avanços tecnológicos, ele já contava 202 anos de idade, se é que sua memória não estava falhando. E, com essa idade, ele já vira quase tudo que havia pra se ver. Mas, Cartago sabia, o Universo estava sempre pronto a nos surpreender com alguma coisa nova, fosse ela boa ou má. Singela ou caótica. Bastava virar em um quasar diferente e tudo podia mudar, ser novo, assustador, estupefaciante, se é que existia tal palavra.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Era com estes pensamentos em sua mente arredia que James Cartago viajava pelos escombros tecnológicos de uma Cidade-Arquivo. As cidades-arquivo foram um idéia imbecil que, quando não deu certo, foram destruídas sem dó nem piedade. Pelo menos não morreu ninguém. Pelo menos ninguém que fizesse alguma diferença para a Humanidade em geral. Ninguém lamentou o fim das cidades-arquivo. Mas, cartago gostava delas. Conseguia boas coisas por lá, mesmo que, às vezes, tivesse que travar o bom combate com outros pilhadores, mesmo que ele não se denominasse como um. Cartago era um colecionador. Ou gostava de pensar em si mesmo desse modo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Chovia fino, mas constante, dando um ar mais sombrio a todo aqueles prédios entulhados. Cartago deslizava serenamente com sua hoverbike, pouco se importando se estava molhado até os ossos. Gripes e resfriados já não existiam a pelo menos 86 anos. Coisinhas persistentes que eram. Nem o cãncer foi tão difícil de se erradicar. Na garupa da hover, Cartago levava seu fiel amigo Spike. Cabe aqui um adendo, cartago sabia que Spike era um nome óbvio demais para um cão, mas o diacho do cachorro tinha cara de Spike!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ele parecia um pastor alemão, mas Cartago achava que ele era apenas um vira-lata metido a besta. E, talvez por isso, gostasse tanto daquele cão. Não importava o que você era na vida, ma o que você queria ser. Spike era assim. Um pastor alemão, o mundo querendo ou não. Suas pernas traseiras eram biônicas há um bom tempo, e Cartago detestava lembrar o acidente que o obrigou a colocá-las no cão. Na verdade, um dos olhos do cachorro também era biônico. Mas isso era comum. Os humanos e animais de estimação tinha mais partes mecânicas que um liquidificador. Aquelas coisas que trituravam comida. Lembra?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Cartago mesmo tinha o braço direito biônico e 3 dedos da mão esquerda. Esses membros não davam superforça, como nos hiperfilmes que se fazia aos montes. Não que não existissem, mas apenas a polícia e outros agentes da lei podiam usufruir de tais tecnologias. Ah, e claro, alguns criminosos. Mas a falta de conhecimento sobre como utilizar tais coisas, levava geralmente um criminoso a acabar arrancando algum outro membro do corpo, geralmente algum não-recuperável. Cartago não dava a mínima para superforça, ele sabia se virar bem. Armas não rastreáveis, era tudo de que precisava.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Estacionou próximo ao prédio onde lembrava de ter visto o que estava precisando. Deixou Spike vigiando a hoverbike, que ganiu, meio insatisfeito. Spike ganiu, não a hoverbike. Cartago subiu os degraus - era bem estranho existir lugares que ainda tinham degraus - pois não queria gastar energia do e-Teleporte. Nem energia, nem pulsos. Era caro se teleportar pela interweb.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Claro que ao chegar ao andar certo, 16 andares acima, Cartago parecia ter 300 quilos em cada perna. O ruim de tanta tecnologia é que você esquece que seu corpo ainda precisa se movimentar constantemente. Mesmo Cartago, que fazia isso, sentia o peso do Admirável Mundo Novo, em cada uma das pernas. Sem pensar muito ele entrou pela porta arrombada e começou a olhar pela grande sala, onde havia todo tipo de bugiganga. As cidades-arquivo bem poderiam se chamar cidades-museu. Ali estava guardado quase tudo de quase todos os tempos passados. Mas, as pessoas não estavam nem aí para o passado. Na verdade, faziam de tudo para esquecê-lo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Cartago conhecia pelo menos uns 15 idiomas. Uns 3 desses estava esquecidos há alguns séculos. Era o caso do português. Cartago estudou o idioma para um trabalho que precisou fazer e conseguiu reter a maior parte do que aprendeu. Quando estava fazendo a entrega de uma peça a um comprador, um dos amigos do fulano perguntou casualmente se Cartago conseguia músicas. Ele disse que isso era bem difícil. Quase impossível. Nem as cidades-arquivo continham mais esse tipo de material. Ainda mais se fosse tão antiga quanto ele imaginava que alguém daquele circulo de amizades de fulano, poderia estar querendo. Então, só para desencargo de consciência, Cartago perguntou qual era a música que ele estava querendo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quando o homem disse, Cartago sentiu um estranho dèja vu. O título era de uma música em português. Provavelmente do Brasil, hoje conhecido como Ágravar e que, há muito tempo, não falava português. Ele lembrou de alguma coisa. Algo que viu numa das cidades-arquivo. Não pode ter sido a música. Ninguém vê música. Mas foi algo que Cartago viu! Algo a ver com o título da música que o estranho homem velho queria.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Cartago não prometeu nada, mas disse que entraria em contato. Deixou o assunto de lado por vários meses, até que se viu indo na direção da mesma cidade-arquivo relacionada ao dèja vu. Chegando lá foi como se soubesse todo o caminho de cor. Através de toda aquela bagunça, de toda aquela quinquilharia, depois de tudo aquilo, do outro lado da enorme sala, havia uma outra porta. Na porta estava gravado o título, em português, da música que o homem velho queria.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Cartago não entendeu bem, mas foi até lá, e examinou a porta. Não havia tranca. Não havia modo de abrir. Era hermeticamente fechada. Ele a olhou por um bom tempo. Nesse momento desejou que seu braço biônico tivesse superforça. A porta não era nada frágil. Também pensava que entre ele e os 300 mil créditos prometidos pelo homem velho, estava aquela maldita porta.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Depois de refletir um pouco e de ver que apenas o título da música era o que estava na porta e mais nada, Cartago imaginou algo e resolveu pôr em prática: falou em voz alta o título: &lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;a href="http://www.kboing.com.br/nelson-goncalves/1-88589/" target="_blank"&gt;Naquela Mesa&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;! A porta se abriu. Cartago piscou várias vezes. Várias pessoas reunidas ao redor de uma mesa, com instrumentos antiquíssimos, cantavam a tal música:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Naquela mesa ele sentava sempre&lt;br/&gt;e me dizia sempre o que é viver melhor&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Naquela mesa ele contava histórias&lt;br/&gt;que hoje na memória eu guardo e sei de cor&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Naquela mesa ele juntava gente&lt;br/&gt;e contava contente o que fez de manhã&lt;br/&gt;e nos seus olhos era tanto brilho&lt;br/&gt;que mais que seu filho&lt;br/&gt;eu fiquei seu fã&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Eu não sabia que doía tanto&lt;br/&gt;uma mesa num canto, uma casa e um jardim&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Se eu soubesse o quanto dói a vida&lt;br/&gt;essa dor tão doída, não doía assim&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Agora resta uma mesa na sala&lt;br/&gt;e hoje ninguém mais fala do seu bandolim&lt;br/&gt;naquela mesa ta faltando ele&lt;br/&gt;e a saudade dele ta doendo em mim .&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;Cartago só voltou a piscar quando acabou. E, quando acabou, a cena ficou estática. As pessoas imóveis. Demorou alguns segundos para ele entender que era um holograma. Uma representação de uma cena antiga. Como ela foi capturada e colocada ali, ele só podia conjecturar. A tecnologia era inexistente naquela época, claro. O problema é que tudo estava tão real, quase palpável, que... oh, meu deus. Isso são memórias! Memórias de uma pessoa.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ele andava por entre as pessoas da cena. No estabelecimento em que estavam se lia "Bar Carioca". Ele olhava os rostos, as roupas. As pessoas jovens ou de meia idade. As mulheres mais sensuais que propriamente lindas. Uma sensualidade recatada, estranha a Cartago. A música, os intrumentos, tudo parecia trazer uma energia que pairava sobre todos, mesmo com a cena estática. Era como se a música estivesse impregnada neles, e agora em Cartago.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Cartago teve um sobressalto ao ver que um dos homens, o que estava com o instrumento de cordas, lhe era familiar. Familiar demais. Mas, se fosse verdade, o cara teria pelo menos uns 600 anos, ou mais. Mas, Cartago não queria saber. Ainda ouvia a música tocar dentro de sua cabeça. A letra fazendo sentido a cada vez que relembrava. Lembrou de seu pai. Era estranho aquilo tudo. Precisava sair dali, mas tinha de levar a música, só não sabia como.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Aquilo tudo estava armazenado em algum lugar. A música e as imagens. O velho sabia que Cartago conseguiria não apenas a música, mas as memórias dele. Memórias perdidas a 600 anos. Cartago sentia uma vontade estranha de chorar. Detestava aquilo tudo. Queria sair dali. Mas tinha de completar seu trabalho. Precisava de dinheiro. Vasculhou todo o ambiente. A tecnologia ali era avançada, nem entendia porque estava ali, jogada às traças. Algumas coisas tinha até mesmo massa. Ele podia tocar o balcão, por exemplo. Droga, onde estaria o recipiente?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Cartago estava nervoso. O homem que cantou a música parecia acompanhá-lo com os olhos. Não fazia idéia de seu nome, nem queria saber. Ele parecia repreender Cartago, como se ele estivesse roubando. Certo, ele ele estava, mas ao menos era por uma boa causa. Memórias devolvidas. Por um preço, eu sei, mas devolvidas. Cartago esbarrou com a mão em um pino, embaixo do balcão, e empurrou. Um disco do tamanho de um anel caiu em sua mão. Então toda a cena se apagou. Era o recipiente. Respirou fundo e saiu dali.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Sua mente ainda lhe pregava peças. Antes da porta voltar a se fechar pensou ter visto a cena reiniciar, e pensou ter ouvido a música, que se repetia em sua cabeça, mesmo ele tendo a ouvido apenas uma vez. Cartago achava que nunca iria esquecê-la, pelo resto de sua vida. Desceu as escadas correndo e pulou na hoverbike. Spike acordou do cochilo, ganiu e depois voltou a se acomodar. Cartago partiu.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ele entregou a mercadoria. Resolveu não fazer perguntas e o homem velho também não perguntou se era autêntico. Ele parecia já saber. Cartago também não perguntou como ele acessaria aqueles dados. Imaginou que o equipamento para isso custaria milhões de créditos. Mas, imaginou também que o homem tivesse esses milhões. Ele pagou sem pechinchar. Estava como que hipnotizado pelo pequeno disco.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Cartago se despediu, mas antes que saisse, o homem o chamou de volta. Deu-lhe algo embalado num recipiente que parecia couro, ou algo imitando. Era grande. Cheio de curvas. Lembrava algo. O homem não deixou Cartago abrir ali. Só disse, "é seu, vale mais pra mim do que o dinheiro que paguei. Se chama violão. Você vai gostar". Havia uma alça, e Cartago o pendurou nas costas e agradeceu, desconcertado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quando voltou ao hover, abriu. Era o instrumento que o homem tocava, na cena do bar. Estava novo. Se era o mesmo, Cartago não saberia dizer, mas parecia. Lembrou de como o homem usava, na cena e dedilhou. A música veio logo à mente, sem precisar se esforçar. Cartago não sabia tocar, mas o fez mesmo assim, e começou a cantar:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Naquela mesa está faltando...&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Spike começou a uivar muito, muito alto. Cartago parou, olhou para Spike e disse:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Criticar todo mundo sabe.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Nota do autor:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; James Cartago é um personagem que nasceu inspirado em um calçado que comprei a umas semanas, da marca Cartago. Quando cheguei em casa só acrescentei o James.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. Do not manually edit. http://www.zoundry.com --&gt;&lt;br /&gt;  &lt;span class="ztags"&gt;&lt;span class="ztagspace"&gt;Technorati&lt;/span&gt; : &lt;a href="http://technorati.com/tag/James%20cartago" class="ztag" rel="tag"&gt;James cartago&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/Nelson%20Gon%C3%A7alves" class="ztag" rel="tag"&gt;Nelson Gonçalves&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6539486-4359963307821954352?l=rapaduradoeudes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/feeds/4359963307821954352/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6539486&amp;postID=4359963307821954352&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/4359963307821954352'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/4359963307821954352'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/2011/08/estreia-de-novo-personagem.html' title='Estréia de Novo Personagem'/><author><name>Eudes Honorato</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2THx3OS0alk/SQpLDUxVDRI/AAAAAAAAAAM/TIge-gTNYuo/S220/12.jpg'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6539486.post-6884226948971875316</id><published>2011-08-02T16:30:00.000-04:00</published><updated>2011-08-02T16:37:52.285-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filmes'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Johnston e Badham</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;ESSES ILUSTRES DIRETORES DESCONHECIDOS&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;em&gt;Joe Johnston: De Pequeninos a Grande Feitos&lt;br/&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;bbr/&gt;&lt;a href="http://eudesnorato.pixa.us/images/19402709/JoeJohnston" target="_blank"&gt;&lt;img width="267" height="400" border="0" src="http://img7.pixa.us/ee9/19402709.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Joe Johnston&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;O post anterior - sobre o novo filme do Capitão América - me lembrou que só a pouco tempo me dei conta de que o diretor da fita era ninguém menos que Joe Johnston. Porém, algumas pessoas - mesmo algumas que gostam muito de cinema - não devem conhecer muito este nome e de muitos outro diretores que fizeram nossa alegria "fabricando" vários clássicos da Sessão da Tarde.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Talvez por seus filmes serem apenas para diversão pura, e não para a pessoa descobrir o sentido da vida, - que pra quem não sabe é 42 - estes diretores tenham seus nomes tão pouco lembrados, ao contrário de um Steven Spielberg, Francis Ford Coppola, Woody Allen e outros. Mas, o fato é que a indústria cinematográfica sobrevive deles, com seus filmes que nos fazem escapulir da realidade para um mundo alternativo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Johnston é cria de George Lucas, tendo trabalhado na equipe de efeitos especiais da Trilogia Clássica. Também fez parte da equipe de efeitos especiais de Galactica, a série antiga. Ou seja, Joe Johnston não é novato no ramo. Como diretor, seu primeiro trabalho foi pra Disney, e foi memorável. Logo de cara dirigiu o clássico infanto-juvenil, Querida Encolhi as Crianças. A partir daí, nunca esqueci seu nome.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Dois anos depois ele dirigiria sua primeira adaptação de uma história em quadrinhos, bem antes de Capitão América. Seria o não tão conhecido do público em geral, Rocketeer, que no Brasil teve apenas uma Graphic Novel publicada pela Editora Abrirl. Mesmo nos EUA ele teve pouca tiragem. O filme também foi feito pelos Estúdios Disney e se transformou num pequeno clássico. Afinal, quem nunca sonhou em voar com um foguete atrelado às costas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Johnston tem pouco filmes em seu currículo mas, quase todos são marcos da diversão pura e simples. Jumanji, com Robin Williams e outro desses casos. O filme sobre um estranho jogo que transporta as pessoas para dentro dele, se tornou parte da lista de qualquer cinéfilo que goste de aventura. E, para não dizer que fez apenas filmes repletos de efeitos especiais, Johnston ainda mostrou que pode mais, dirigindo o filme Céu de Outubro, sobre adolescência de alguns dos cabeças da Corrida Espacial americana.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Johnston foi a escolha de Spielberg para substituí-lo na terceira parte da trilogia Jurassic Park. Talvez por se tratar de um filme que não era adaptado de livro algum, como os dois primeiros, ou quem sabe por ter de prosseguir o trabalho de outro, Johnston não foi feliz com este filme e ele foi um fracasso, pelo menos de crítica. Então, fugindo outra vez de efeitos especiais grandiosos, ele dirigiu Mar de Fogo (Hidalgo), sobre uma espécie de corrida de cavalos através do deserto. Filme excelente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Afastado da direção desde 2004, quando concluiu Mar de Fogo, Johnston voltou com o remake de O Lobisomem, em 2010. Um filme arriscado, por tentar refazer um clássico da Universal, de 1941, onde Lon Chaney, Jr. era o personagem título. Nesta versão o papel coube a Benicio Del Toro. Como a maioria dos remakes, este também não foi muito bem recebido.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Com Capitão América: O Primeiro Vingador, Johnston volta aos velhos tempos de quando criava clássicos instantâneos. Espero que ele ainda faça muitos e muitos filmes, afinal, acerta mais do que erra!&lt;/strong&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://eudesnorato.pixa.us/images/19402711/Rocketeer-%282%29" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" height="238" border="0" src="http://img7.pixa.us/d25/19402711.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;JOHN BADHAM: TRAVOLTA, JOGOS E HELICÓPTEROS&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://eudesnorato.pixa.us/images/19402712/sjff-02-img0573" target="_blank"&gt;&lt;img width="315" height="400" border="0" src="http://img7.pixa.us/e14/19402712.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;John Badham&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;Se alguém perguntar quem é o diretor de Embalos de Sábado a Noite, talvez nem fãs acirrados do filme saibam responder. John Badham é um dos diretores mais desconhecidos do público em geral, que eu conheço! Sua carreira como diretor, diferente da de Joe Johnston, é mais extensa. Boa parte da década de 70 ele passou dirigindo seriados, sendo que o mais conhecido por aqui era Kung Fu, com David Carradine. Também dirigiu vários longa-metragens para a TV.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas, sua carreira como um diretor desconhecido despontou mesmo foi com o clássico Os Embalos de Sábado a Noite. Um filme com John Travolta que se tornou um nome tão conhecido quanto Joh Badham era um nome ainda estranho a muita gente. Logo após dirigir o drama Whose Life Is It Anyway, estrelado por Richard Dreyfuss, Badham iria agora mexer com um clássico, dirigindo sua versão de Drácula, com o canastrão Frank Langella. Estranhamente esse é o primeiro Drácula que lembro de ter assistido na vida.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas, Badham estava prestes a se torna um dos maiorais da Sessão da Tarde. Dirigiu dois filmes que falavam da alta tecnologia (para os anos 80): Trovão Azul e Jogos de Guerra. O primeiro sobre um super helicóptero cosntruído para combater o crime e o segundo, Matthew Brodderick quase detonando o Holocausto Nuclear ao acessar acidentalmente o computador do pentágono e quase começar uma guerra com a Rússia. John Badham sabia como aprontar "altas confusões".&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Dando uma respirada, Badham dirige o drama Competição de Destinos (American Flyers), um filme sobre ciclismo com Kevin Costner no papel principal. No ano seguinte, 1986, mais combustível para a Sesssão da Tarde: Short Circuit - O Incrível Robô. Muito antes de Wall-E, Badham nos traz um robô com personalidade que, depois de acertado por um raio, foge de seus criadores. O filme ainda gerou uma sequência, mas não dirigida por Badham.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;De 1987 a 1997 dirigiria nada menos que 8 filmes policiais, sendo que os que merecem destaques são Tocaia, com Richard Dreyffus e Emilio Esteves. Dreyfuss se apaixona pela mulher a qual ele esta vigiando. Alta Tensão, comédia que reúne Mel Gibson e Goldie Hawn. A Assassina, refilmagem do francês Nikita. Seu último filme para o cinema foi Incógnito, de 1997, sobre um falsificador de obras de arte. Daí pra diante, Badham voltou ao reduto da TV, novamente dirigindo telefilmes e séries, tendo dirigido episódios de Heroes e Pysch, entre outros. Talvez seja por isso que a Sessão da Tarde anda tão chata.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Bom, vou ficando por aqui e, quem sabe, escrevo sobre outros diretores de que ninguém mais lembra o nome. Até!&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. Do not manually edit. http://www.zoundry.com --&gt;&lt;br /&gt;  &lt;span class="ztags"&gt;&lt;span class="ztagspace"&gt;Technorati&lt;/span&gt; : &lt;a href="http://technorati.com/tag/Joe%20Johsnton" class="ztag" rel="tag"&gt;Joe Johsnton&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/John%20Badham" class="ztag" rel="tag"&gt;John Badham&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6539486-6884226948971875316?l=rapaduradoeudes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/feeds/6884226948971875316/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6539486&amp;postID=6884226948971875316&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/6884226948971875316'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/6884226948971875316'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/2011/08/johnston-e-badham.html' title='Johnston e Badham'/><author><name>Eudes Honorato</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2THx3OS0alk/SQpLDUxVDRI/AAAAAAAAAAM/TIge-gTNYuo/S220/12.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6539486.post-1697710396104420654</id><published>2011-07-30T21:38:00.000-04:00</published><updated>2011-08-01T12:43:44.318-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filmes'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Capitão América</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;CAPITÃO AMÉRICA: O PRIMEIRO VINGADOR&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://eudesnorato.pixa.us/images/19399819/captain-america-the-first-avenger-xlg" target="_blank"&gt;&lt;img width="271" height="400" border="0" src="http://img7.pixa.us/92e/19399819.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;A lembrança mais antiga que tenho de um filme do Capitão América é a de um cara num uniforme que consegue ser totalmente diferente do original: capacete com asas pintadas, visor, máscara por dentro e um escudo provavelmente feito de acrílico. Ele anda pra lá e pra cá em sua motinha, salvando a América do Mal, num filme em que a origem do personagem é tão diferente quanto seu uniforme, como pode ser visto &lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;a href="http://interfilmes.com/filme_23588_Capitao.America-(Captain.America).html" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ou seja, um filme (feito para a TV) tão traumatizante quanto o seriado do Homem-Aranha, produzido na mesma época. Tempos negros para os personagens da Marvel e para os fãs de modo geral. Mesmo quando, em 1990, foi produzido um novo filme do Caps - desta vez para o cinema, e com um uniforme bem mais parecido com o dos quadrinhos - novamente foi um desastre. Albert Pyun estava mais acostumado a dirigir bagaceiras como filmes de cyborgs com Jean Claude Van Damme.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://eudesnorato.pixa.us/images/19399820/1979-cap-01" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" height="286" border="0" src="http://img7.pixa.us/dec/19399820.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Assim sendo, foi com bastante expectativa (assim como a que tive com o primeiro filme do Homem Aranha) que fui assistir ao novo filme do Capitão América. Este agora, inserido numa trama maior que dá origem ao filme dos Vingadores. Uma jogada que, devo dizer, foi genial. Apesar do filme do Thor não ter me agradado, quem sabe dentro do contexto do filme dos Vingadores, ele funcione melhor. Mas, voltemos ao filme do Caps.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Fui assistir convicto de que este era bem mais difícil de estragar do que Thor. Os efeitos especiais que tornaram Chris Evans um raquítico asmático eram perfeitos. Provavelmente comprarei o DVD só pra ver os detalhes disto. A história da origem do super-herói também seguiu fielmente à criada por Joe Simon e Jack Kirby. O rapaz que quer servir ao seu país, é rejeitado por ser muito franzino e acaba entrando para um projeto científico onde se prentende criar uma espécie de supersoldado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Num crosssover cinematográfico, os roteiristas colocam o pai de Tony Stark - Howard Stark (que, provavelmente é uma "homenagem" a Howard Hughes) - como um dos responsáveis pelo Projeto Supersoldado, fazendo assim com que o Primeiro Vingador tenha contato com o pai de seu futuro companheiro na equipe de super-heróis Os Vingadores.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://eudesnorato.pixa.us/images/19399821/1979-cap-french-poster-04" target="_blank"&gt;&lt;img width="300" height="400" border="0" src="http://img7.pixa.us/7ad/19399821.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;A escolha de não colocar Bucky Barnes como sidekcik do Capitão foi ótima. Eles são amigos - até mesmo parceiros - mas sem aquela coisa meio Batman e Robin. Só é lamentável o pouco tempo em que os dois lutam lado a lado, provavelmente por culpa da duração do filme em si. Tommy Lee Jones está ótimo como ele mesmo, sempre deixando uma piada aqui e ali. Ele não vai com a cara de Steve Rogers, mas nem tanto. É praticamente o alívio cômico. Peggy Carter é o interesse romântico do herói que, para quem conhece os quadrinhos, sabe que outra Carter terá importância na vida de Rogers, depois que ele for descongelado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Aqui cabe explicar a quem não conhece tão bem o personagem: o filme começa com o Capitão sendo encontrado, congelado, daí o filme retorna para a Segunda Guerra Mundial, que é onde se passa a nossa história, com Steve Rogers recebendo o soro do supersoldado, se tornando o Capitão América e lutando contra o Caveira Vermelha, interpretado pelo eterno Agente Smith, Hugo Weaving, estreando mais uma adaptação de quadrinhos. A outra foi V de Vingança.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Vale lembrar que Chris Evans já foi outro herói da Marvel, o Tocha Humana, nos sofríveis dois filmes do Quarteto Fantástico. Devo confessar que essa escolha me fez duvidar do êxito do filme, pois Evans não parecia ser Steve Rogers. Mas, não é que ele fosse um péssimo Tocha Humana, e sim que todos os dois filmes do Quarteto eram péssimos. Assim sendo, o Tocha Humana só podia ser péssimo, também. Restava saber com ele se sairia com Steve Rogers.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://eudesnorato.pixa.us/images/19399822/MV5BMjEzNTA3MTgzNl5BMl5BanBnXkFtZTcwMDY3MTQ2NQ%40%40.-V1" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" height="266" border="0" src="http://img7.pixa.us/43f/19399822.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;Steve Rogers é um cara que representa tudo aquilo que o estadunidense pensa que ele é: um ser humano bom, com grandes virtudes não encontradas em muita gente e, é claro, um patriota até o último fio de cabelo loiro. Assim, Evans não poderia ser aquele moleque que ele interpretou, como Johnny Storm. Apesar da cara, ele teria que ser um homem sério, com um leve toque de bom humor. Antes de se tornar um supersoldado, precisaria ser também ser um amargurado, sempre se decepcionando ao tentar servir seu grande país. Acho que a cena da granada foi um excesso em tudo isso, mas tudo bem. Chris Evans passou no teste e deixou o Tocha Humana virar fumaça.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para um herói grandioso, o vilão também teria de ser. Assim como Batman tem seu Coringa e o Homem-Aranha seu Duende Verde, o Capitão tem o Caveira Vermelha, seu eterno inimigo. O vilão, um nazista enlouquecido, quer dominar o mundo e, para isso, passará por cima do próprio Hitler. Conseguindo nada menos que o Cubo Cósmico (apesar de isso não se dito no filme) ele fabrica armas nunca antes vistas. Seu êxito é quase certo, a não ser por um ex-raquítico asmático.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O filme precisou contar a origem do personagem, dar espaço para algum romance e humor, assim como um resgate grandiloquente. A ação e a aventura do filme entram num redemoinho que, logo que você se dá conta, acabou, e você fica esperando mais. Porém, de mais você só pode esperar o final dos créditos para ver o trailer de Os Vingadores, breve em 2012, se tudo não terminar antes! Minha nota, 7.5.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://eudesnorato.pixa.us/images/19399824/captain-america-movie-1990" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" height="300" border="0" src="http://img7.pixa.us/078/19399824.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. Do not manually edit. http://www.zoundry.com --&gt;&lt;br /&gt;  &lt;span class="ztags"&gt;&lt;span class="ztagspace"&gt;Technorati&lt;/span&gt; : &lt;a href="http://technorati.com/tag/Capit%C3%A3o%20Am%C3%A9rica" class="ztag" rel="tag"&gt;Capitão América&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/Chris%20Evans" class="ztag" rel="tag"&gt;Chris Evans&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6539486-1697710396104420654?l=rapaduradoeudes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/feeds/1697710396104420654/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6539486&amp;postID=1697710396104420654&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/1697710396104420654'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/1697710396104420654'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/2011/07/capitao-america.html' title='Capitão América'/><author><name>Eudes Honorato</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2THx3OS0alk/SQpLDUxVDRI/AAAAAAAAAAM/TIge-gTNYuo/S220/12.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6539486.post-1082820822125811510</id><published>2011-07-27T20:52:00.000-04:00</published><updated>2011-07-27T21:01:46.381-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros'/><title type='text'>Marvel Encyclopedia</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;MARVEL ENCYCLOPEDIA E OUTROS LIVROS&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://eudesnorato.pixa.us/images/19395871/%200016e13b" target="_blank"&gt;&lt;img width="346" height="400" border="0" src="http://img7.pixa.us/575/19395870.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Para baixar os scans em inglês,&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.megaupload.com/?d=7PWMRVHF" target="_blank"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;aqui&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;Como eu já disse aqui, eu sempre sonhei (e sonho ainda) chegando em bancas de jornais e encontrando edições de quadrinhos ou relacionados a eles, que eu nunca veria no mundo real. Sempre algum tipo de enciclopédia ou edição especial que só se vê em sonhos mesmo. Mas, esses sonhos eram um reflexo da minha frustração de não poder comprar as edições que eram assim no mundo real.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Lembro que certa vez recortei um cupom que veio em um gibi da Disney e preenchi o pedido da Enciclopédia do Escoteiro Mirim. Eram umas 12 edições, todas de capa dura, que enfileiradas formavam uma imagem. Fiquei com água na boca. Eu não devia ter noção do preço daquilo, para chegar e simplesmente pedir que meu padrasto trouxesse, como quem pede para trazer bala. Mesmo assim ele pegou o cupom e guardou. E eu acabei esquecendo. Obviamente ele não podia comprar aquilo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Acontecimentos desse tipo é que faziam com que, em meus sonhos, eu acabasse tentando conseguir esses livros tão especiais. Mas, como alegria de pobre dura pouco, nem nos sonhos eu conseguia comprar. Eu apenas as "namorava", como fazia na vida real. Acordava frustrado, como já vivia frustrado acordado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas, cresci e as coisas mudaram. Não só pude começar a comprar coisas com as quais antes eu apenas sonhava, como também elas foram se tornando mais acessíveis e encontráveis. Eu estava no Shopping Rio Sul, com a Lia em sua busca pelo celular perfeito, quando entrei na Livraria Saraiva e me deparei com dois livros que nunca havia visto na Saraiva do Shopping aqui mais próximo: The Marvel Encyclopedia e Star Wars Year by Year. Quadrinhos e cinema.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Cada livro estava a R$ 80, e poucos reais. Simplesmente não acreditei. Até uns tempos atrás, livros assim - encadernados de capa dura, papel couché e um grande volume de páginas, importados - estaria a quase R$ 200,00 e fora de cogitação. Tive de levar os dois, urgentemente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Sim, há a desvatagem de serem edições importadas, portanto em inglês. Meu inglês é parco mas, ainda assim, são edições que todo fã de quadrinhos e cinema deve ter. E, de brinde, ainda o força a melhorar seu inglês.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Essa edição da The Marvel Encyclopedia ainda é revisada e estendida. Todos os personagens da editora são listados, num verdadeiro Dicionário Marvel de verdade. Temos suas identidades secretas (quando têm), seus poderes, e a o ano e primeira revista (original) em que apareceram. Infelizmente uma coisa que ainda me irrita nessas enciclopédias de super-heróis é como são ignorados os criadores dos vários personagens. Mas, enfim, nada é perfeito.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;STAR WARS YEAR BY YEAR: A VISUAL CHRONICLE&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://eudesnorato.pixa.us/images/19395873/SWYBYVC-slipcase" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" height="229" border="0" src="http://img7.pixa.us/b9a/19395873.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Sem Scans deste livro&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Star Wars Year by Year é mais um da série Year by Year: A Visual Chronicle, do qual já adquiri o da DC Comics. Praticamente o mesmo preço do livro acima, também é importado. O que chama a atenção neste, é que ele vem num estojo realmente digno da edição. O livro tem ilustrações até dizer chega e informações no mesmo nível.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O conceito da série Year by Year, é simples, e o título já diz tudo. Seja qual o tema do livro, ele é destrinchado ano a ano. No caso do livro da DC Comics, por exemplo, é contada a história da editora desde 1935, ano da sua criação, até o ano da publicação do livro, 2010. No caso de Star Wars é um pouco diferente. Nos é contado a produção dos filmes, desde 1973, ano em que George Lucas surgiu no cenário cinematográfico, até 2010, ano em que ainda surgem desenhos animados, e outros projetos relacionados a Star Wars. Não há lacunas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E, falando em lacunas, mesmo com os mais de 15 anos de diferença entre a trilogia clássica e a moderna, o livro preenche esse espaço com tudo que aconteceu nesse período, fosse com os outros projetos de George Lucas ou mesmo com o que acontecia no mundo do entretenimento em geral. Também há pequenas notas sobre o que acontecia no mundo real, crises e tudo mais. Star Wars Year By Year: A Visual Chronicle é praticamente uma freira, ou seja, não deixa quase nada de fora.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. 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Não que eu não gostasse, toda minha vida tivemos cães e gatos lá em casa. Porém, era uma casa, com espaços abertos e sem preocupação com onde eles iam, pois sempre voltavam, mesmo que um pouco derrotados, devido a uma briga ou outra. Aqui é um apartamento. Não achava que daria certo.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://eudesnorato.pixa.us/images/19384678/DSC04890" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" height="300" border="0" src="http://pixa.s3.amazonaws.com/images/985/19384680.jpg?u=1311283076"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Mas, como já contei aqui, na história de como conseguimos Lucy, a Lia quando põe uma coisa na cabeça, só para quando consegue. Pode demorar o tempo que for, mas se ela está falando naquilo todo santo dia, pode escrever: ela vai conseguir. Foi assim com Lucy. E, claro, me apaixonei por ela assim que coloquei meus olhos, e dei seu nome depois de entrar numa livraria e ver uma coletânea de Peanuts: Lucy Van Pelt.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://eudesnorato.pixa.us/images/19384689/DSC04899" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" height="300" border="0" src="http://pixa.s3.amazonaws.com/images/857/19384690.jpg?u=1311283355"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;Até mesmo a tia de Lia que se opunha á idéia pelos mesmos motivos que eu, e até mais, não resistiu. Adora Lucy tanto quanto nós dois. Então, depois de algumas semanas, comecei a passear com ela, coisa que nunca havia feito antes, passear com um cão. Não demorou muito e Lia sofreu um acidente quebrando o tornozelo e sofrendo uma cirurgia, limitando assim os passeios de Lucy por alguns meses. Mas, assim que ela se recuperou, lá estava eu de volta aos passeios com Lucy, pelas ruas de Botafogo. E, só posso dizer, tem sido um aprendizado.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://eudesnorato.pixa.us/images/19384696/DSC04912" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" height="300" border="0" src="http://pixa.s3.amazonaws.com/images/38e/19384697.jpg?u=1311283754"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Em 10 anos morando na Zona Sul do Rio de Janeiro, sempre percebi a grande diferença que havia entre as pessoas daqui e de onde eu cresci, na Baixada Fluminense. Uma adaptação dificil, que parecia nunca se concluir. Pessoas sempre fechadas, apenas preocupadas em ir e vir. Ou, talvez fosse apenas eu. Ao passear com Lucy, uma nova forma de me comunicar com os outros se evidenciou. Fosse com as que possuiam cães ou mesmo com aquelas que não tinham nenhum. Claro que nem sempre é um sucesso, mas na maioria das vezes, é um exercício de interatividade benéfico e animador.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://eudesnorato.pixa.us/images/19384698/DSC04917" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" height="300" border="0" src="http://pixa.s3.amazonaws.com/images/0f9/19384699.jpg?u=1311284277"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Algumas pessoas realmente não gostam nem que seus cães socializem e arrastam os coitados para longe. Uns acham que Lucy vai mordê-los (a eles ou aos cães) com toda sua ferocidade fofa. Outros apenas parecem bichos do mato, os donos, não os bichos. Mas, em sua maioria, as pessoas são simpáticas e adoram que seus cães parem e "conversem" com outros. Nesse tempo todo passeando, já conheço até mesmo algumas pessoas que sempre fazem o mesmo percurso que eu. E conheço seus cães, também. Há o Johnny, um poodle com problema cardíaco, que é sempre calmo e simpático, mais ou menos como seu dono, um senhor que não cansa de nos cumprimentar.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://eudesnorato.pixa.us/images/19384700/DSC04919" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" height="300" border="0" src="http://pixa.s3.amazonaws.com/images/2cf/19384701.jpg?u=1311284646"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;&lt;em style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;Lucy e os bueiros explosivos de Botafogo&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Há a Bambina, uma cadelinha que foi uma das primeiras com que fizemos amizade. Sua dona é uma senhora estilosa, muito simpática, que gosta de conversar bastante. Há ainda o Big Toy, que não tem nenhum brinquedo grande, caso estejam pensando algo do tipo. É um daqueles cães que parecem uma salsicha, que nunca lembro a raça. Sua dona é uma senhora que sempre me conta como seu outro cão morreu por overdose de anestesia. Há também a Gaia, uma buldogue, com uma dona que meu Deus do céu! Além desses sempre esbarramos com Lukes, Billys e tantos outros com seus donos amáveis.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://eudesnorato.pixa.us/images/19384704/DSC04820" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" height="300" border="0" src="http://pixa.s3.amazonaws.com/images/a31/19384705.jpg?u=1311285242"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Lucy faz amizade também com as pessoas, não apenas com os cães. Algumas já esperam vê-la durante aquele horário de seu passeio: a moça da água de côco, o vigia da farmácia, o dono da banca de livros usados. Além disso, olha para alguns transeuntes tão fixamente que é como se os estivesse reconhecendo de algum lugar. Alguns chegam a ficar até mesmo sem jeito. O pior disso é quando ela tem essa atitude e a mulher é de parar o trânsito. Provavelmente deve pensar que eu a treinei para isso. Certa vez ela parou à porta de uma farmácia, se esparramou no chão e ficou encarando a bela moça que pagava sua conta no caixa.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://eudesnorato.pixa.us/images/19384706/DSC04822" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" height="300" border="0" src="http://pixa.s3.amazonaws.com/images/39a/19384707.jpg?u=1311285652"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;Também há os momentos tristes, como quando uma senhora a viu e desatou a chorar. Ela estava indo comprar um saco de lixo preto, para colocar sua cadela que havia acabado de falecer. Dizia ela que a cadela só esperou ela chegar em casa e morreu. Com um nó na gargante eu pouco sabia o que dizer. Mas, apesar de tudo isso, é sempre um prazer passear com Lucy e vê-la feliz, As pessoas acham que ela os aborda porque sente o cheiro de seus cães. Mas não é. Lucy simplesmente gosta de gente. Gosta de gente e dos meus chinelos, que ela arranca de meu pé, quase me derrubando e faz todos os que estão passando cairem na gargalhada. Só Lucy mesmo.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. Do not manually edit. http://www.zoundry.com --&gt;&lt;br /&gt;  &lt;span class="ztags"&gt;&lt;span class="ztagspace"&gt;Technorati&lt;/span&gt; : &lt;a href="http://technorati.com/tag/Botafogo" class="ztag" rel="tag"&gt;Botafogo&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/Lucy" class="ztag" rel="tag"&gt;Lucy&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6539486-4898389682787574526?l=rapaduradoeudes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/feeds/4898389682787574526/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6539486&amp;postID=4898389682787574526&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/4898389682787574526'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/4898389682787574526'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/2011/07/nao-abra-ate-o-natal.html' title='Não Abra Até o Natal'/><author><name>Eudes Honorato</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2THx3OS0alk/SQpLDUxVDRI/AAAAAAAAAAM/TIge-gTNYuo/S220/12.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6539486.post-1806445112055449339</id><published>2011-07-10T22:20:00.001-04:00</published><updated>2011-07-10T22:27:08.234-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tristeza'/><title type='text'>Eu Voltei</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;O RETORNO DO ASTRONAUTA PERDIDO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://eudesnorato.pixa.us/images/19371824/sci-fi-astronaut-floating-in-space-1966" target="_blank"&gt;&lt;img width="289" height="400" border="0" src="http://img7.pixa.us/2b6/19371824.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;Eu voltei! Eu consegui.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Há mais de um mês terrestre vagando pelo espaço, consegui retornar à base. Não foi simples. Os insurgentes me arremesaram ao infinito, certos da minha morte. Porquê será que eles nunca, mas nunca fazem do modo mais fácil: um tiro na cabeça. Pra minha sorte, existem os clichês.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quando fui lançado, eu consegui apertar o botão no meu traje que acionou um módulo de navegação experimental. Era arriscado, mas entre morrer e morrer, não havia muita escolha. Assim que acionei o P.R.O.B.E. (Não me pergunte o que significa, eu não sei) e saltei. Entrei em uma via de acesso que eu nunca poderia imaginar: a estrada do Conhecimento.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Me agarrei às bordas da sabedoria e me alcei até sua superfície. Ela me levava por entre as estrelas numa velocidade assustadora e, ainda assim, fiquei tranquilo. A sabedoria sempre sabe onde nos levar, calma e tranquilamente. Mas, obviamente, não seria uma viagem tão confortável assim. Chuvas de grandes meteoros de ignorância eram constantes e eu me pegava imaginando de onde eles poderiam estar vindo. Estranhamente, mesmo isso, me fez sentir falta da Terra.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quando fui jogado para fora da Cargo XIII, eu, um simples imediato fiel ao Capitão, não poderia imaginar vir parar aqui, tão longe e tão perto de casa. Foi durantes estes devaneios que um meteoro bem maior, de Intolerância Religiosa, acertou a superfície da Sabedoria onde eu viajava. Esta se manteve intacta, mas eu fui arremessado novamente para o espaço.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Fui atingindo por uma chuva de &lt;em&gt;Dèja Vu&lt;/em&gt; e de repente me vi observando a três cópias de mim mesmo, em seus devidos trajes espaciais, exatamente iguais aos meus. Não era uma viagem no tempo. Era um encontro &lt;em&gt;in loco&lt;/em&gt;. Todos eles pareciam não se dar conta uns dos outros e tampouco de mim. Aquela sensação de &lt;em&gt;dèja vu&lt;/em&gt; era a mais diferente que já senti. Ver a mim mesmo, tão próximo. Por um instante senti um pouco de pena deles, pois estavam tão perdidos quanto eu.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Então, como poeira espacial, minhas cópias se dissiparam. E a chuva de &lt;em&gt;Déja Vu&lt;/em&gt; cósmico cessou. Eu comecei a ser levado pela gravidade da estrada do Conhecimento, que parecia ter algum tipo de propulsão. Ou seria apenas eu?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Fui arremessado para as profundezas da Filosofia, mas sentia que minha rota continuava firme. Aliás, graças a muito da Filosofia é que o módulo P.R.O.B.E. pôde ser inventado e, aqui estou eu, servindo de cobaia para comprovar seu funcionamento. Este é apenas um de três módulos. Me apresentei como voluntário e o governo aprovou. Não teria nada a perder e uma aventura a mais sempre é bem-vinda. É a minha filosofia de vida.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Um vento platônico corrige meu curso e entro na corrente aristotélica. A estrada da Filosofia é longa e com muitas direções, preciso manter o curso para chegar em casa. Mas, não fico por ali muito tempo. Um redemoinho de Teologia quase me engolfa, mas sou salvo por um pedaço de Raciocínio Lógico. Procuro então os ventos mais calmos da Ficção-Científica. Me distraio um pouco e quase sou acertado pelos devaneios de H. G. Wells.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A viagem é longa, e meu alimento é todo tipo de saber que a estrada me proporciona, assim me fortaleço para a fase final: a estrada do Auto Conhecimento. Só assim conseguirei chegar em casa, à base operacional e sair do P.R.O.B.E. sem grande danos. Porém, ao mesmo tempo, ser jogado dentro de si mesmo, pode ser um pouco doloroso e traumático. Mas, é isso ou morrer no espaço.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Pego o desvio e entro na estrada. Ela me leva direto para meu sentimentos mais profundos e alguns até mesmo desconhecidos por mim. Escuto as palavras de meu pai, mas elas são silenciosas. Não há conhecimento, não há conselhos, nem ensinamentos. É como um buraco negro. Um grande nada. Mas, não posso fraquejar, mesmo na falta de uma estrada onde andar, eu busco um desvio, para onde as sábias palavras de minha mãe estão. E não só as suas palavras, mas tudo que aprendi na vida.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Vejo lá embaixo algo como as luzes de um espaçoporto. Cada luz é um sinal, uma representação do aprendizado de uma vida inteira. Estabilizo o corpo, e mesmo com a turbulência da minha ignorância interior - pois estamos sempre aprendendo - eu consigo aterrisar. Como um paraquedista, eu caio de joelhos e saio da estrada do conhecimento, para emergir na base terrestre de Colmar-Temert. O P.R.O.B.E. me trouxe são e salvo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Eu voltei! Eu consegui.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. 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Às vezes andando pela rua, às vezes no banho ou mesmo quando estou aqui sentado aqui, pensando no que escrever. Geralmente não existe uma história por trás dela, apenas a frase. Tento desenvolver mentalmente o que escrever em seguida, mas não vou muito longe. Como estava pensando em escrever um conto de ficção científica antes mesmo de "receber" essa frase, eu tento encaixar uma história a partir daí. E isso eu só consigo fazer enquanto escrevo no editor de posts Zoundry, que os envia para o blog. Em resumo, vem do nada, como se pode ver a seguir.&lt;/em&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Apesar de ser dia ainda, o tempo fechado faz parecer que é quase noite. Ou algo pior do que a noite, devido à própria chuva mal-cheirosa. Sinto uma dor de cabeça que faz um lado do meu cérebro latejar. Nada deu certo durante todo este maldito dia. Paro em um ponto de espera e aguardo a chegada de um Autocoletivo. Estou todo molhado mesmo estando com minha capa de chuva. O botão para secar está quebrado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;em&gt;Nesta fase ainda não tenho a mínima idéia do que estou escrevendo. Não sei nem mesmo quem é o personagem, nem para onde ele vai. Me pergunto seriamente se ele vai a algum lugar ou se terei de deletar tudo isso aqui e deixar este post pra lá, como já aconteceu algumas vezes no decorrer da escrita de alguns outros anteriores. Uma sensação de derrota e frustração faz com que eu evite que isso aconteça mais vezes. Penso, e daí que pode ficar um grande cocô, não vou ganhar nehum tostão mesmo. Então, deixa de frescura e continua!&lt;br/&gt;&lt;/em&gt;&lt;br/&gt;Há apenas mais um cara no ponto. Sentado e ncostado à parede envidraçada ele parece imune à chuva ou a qualquer outra coisa que aconteça ao seu redor. Olha para os sapatos (horríveis, por sinal) como se estes pudessem responder a alguma coisa que ele tem em mente. Ele fuma, mesmo sendo proibido fumar ali. A fumaça viaja até mim, como se soubesse que eu sufoco ao inalá-la. Prendo a respiração o máximo que posso. Mas, não posso me preocupar com sujeitos estranhos e seus cigarros, preciso chegar ao Centro o mais rápido possível e esse Auto parece que não vai chegar hoje.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;em&gt;Introduzo (com carinho, claro) mais um personagem na trama, sem nem ao menos saber o que ele vai fazer. Na verdade, não sei absolutamente nada até aqui e rezo para que isso funcione de algum modo. Sinto que estou enrolando e o texto está lento, e não cria um interesse imediato. Talvez a idéia de fazer um guia de como é escrever um texto a la Eudes Honorato esteja atrapalhando, já que isso aqui também é de improviso. Na verdade, não sei qual é o texto real aqui, se é o conto sobre o cara na chuva que fede a óleo diesel ou se é esse guia.&lt;/em&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O Auto demora demais. O cara acende outro cigarro. A chuva aumenta, o cheiro de óleo diesel aumenta. Minha dor de cabeça aumenta. E a fumaça do cigarro vem em minha direção novamente. Desisto de bancar o cara legal e vou pedir gentilmente ao fulano que apague seu cigarro e se ele engrossar, bom, eu estou armado, mesmo que seja com um canivete que uso como chaveiro. Porém, quando estou prestes a falar com o fulano dos sapatos feios, ele olha em minha direção, aperta alguma coisa em sua capa de chuva (que penso ser o botão de secar) e some. Desaparece. Por um instante esqueço a chuva e o cheiro de diesel, pois um cheiro de eletricidade fica no ar. Se é que eletricidade tem cheiro.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;em&gt;Tento injetar algum movimento à história, mas isso parece apenas me complicar mais. Não sei bem o que estou tentando fazer. Mas, depois de chegar até aqui, é aquele momento de onde não há mais volta. Preciso continuar mesmo que isso fique uma bomba homérica, o que é o mais provável. Afinal de contas, não sabemos o que o personagem principal quer, porque o cara dos sapatos feios sumiu, e nem se isso é relevante dentro de tudo isso. Quer dizer, eu não sei. Aceito sugestões. Mas, não há tempo. Preciso continuar.&lt;br/&gt;&lt;/em&gt;&lt;br/&gt;Não estou sabendo de nenhuma nova tecnologia que tenha criado o teletransporte. Ainda nos locomovemos como há 200 anos atrás, por meio de máquinas que nos levam pra lá e pra cá. Fico aturdido tentando entender o que aconteceu. Dou uma olhada onde ele estava sentado e vejo que não foi nenhuma alucinação minha ao constatar que algo ficou para trás. Uma espécie de cartão de apresentação, só que sem muita coisa escrita. Apenas uma palavra "OMTEC". O cartão é de um metal muito fino, quase cortante. Levanto e olho contra a pouca luz que ainda resta do dia e não consigo ver mais nada além de OMTEC.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;em&gt;E lá estou eu, me complicando cada vez mais. Esse é um ótimo guia de como se escrever um conto, diga-se de passagem: não explica nada e ainda me atrapalha o desenvolver da história. Mas, a idéia inicial era essa mesma, então vamos até o fim e seja o que os deuses dos escritores de blog quiserem.&lt;/em&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Guardo o cartão no bolso no momento em que o Auto chega. Entro e digito meu destino. CENTRO. Tento não pensar no assunto do cara que sumiu no ar. Mas aquilo não me sai da cabeça. Olho em volta e no Auto estão apenas mais três pessoas. Um homem e duas mulheres. Meto a mão no bolso e novamente tento ver se há mais alguma coisa escrita. É quando começa o caos. Assim que levanto o cartão o ônibus pára e os outros três passageiros se levantam e avançam correndo para cima de mim, totalmente insanos. Pulo e acerto o homem no plexo solar enviando ele pro outro lado. Uma das mulheres agarra meu braço e morde. Uma dor desgraçada. A outra tenta arrancar minha cabeça puxando meu cabelo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;em&gt;Apesar de estar começando a gostar do texto, me pego pensando como vou me livrar de tudo isso no final. Como vou dar sentido à coisa toda, ou se terei de fazer uma manobra evasiva, do tipo, final em aberto e essa coisa toda de quem não sabe como terminar uma história.&lt;/em&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Já percebi que querem o cartão e, imbecilmente, eu resolvo não entregar. Eles não dizem nada, apenas me atacam selvagemente. Quando o homem está voltando pra me pegar e as duas mulheres quase me imobilizaram, eu chuto o botão de emergência fazendo com que as janelas caiam para fora. Aquilo as distrai por alguns segundos, o bastante para que eu me solte, esmurre mulher a mais próxima e salte pela janela. Caio de mau jeito, mas me ponho logo de pé, pois já estão vindo atrás de mim. O cartão ficou comigo. Saio correndo o mais rápido que posso, com a chuva martelando minha cabeça, gotas grossas. Posso dar adeus ao meu compromisso no Centro.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;em&gt;Já consigo vislumbrar um possível final para a história. Em parte, devido ao cansaço que é escrever um conto que precisa terminar em um único post. Se não fizer isso, ficará tão grande que ninguém se dará ao trabalho de ler. Não quero ter de fazer uma continuação, pois há grandes chances de eu não ter ânimo para escrevê-la. É tudo ou nada. Apenas Jerusalem Jones sobreviveu a mais que apenas um conto.&lt;/em&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A chuva é tão intensa que acaba me ajudando a despistar os três malucos. Não os vejo mais atrás de mim. Não entendi o que aconteceu. Pareciam pessoas totalmente desconhecidas umas pras outras. Acho que o cartão as afetou. Mas, por que não me afetou? Será porque estou com ele? Tiro-o do bolso novamente, meio que tremendo ainda. De repente, do meio do barulho da chuva torrencial eu escuto um clamor que parece aumentar. Olho para os dois lados da rua e, através da chuva, vejo uma coisa assustadora: uma multidão de pessoas alucinadas, como as do ônibus, vindo em minha direção. É o cartão, o maldito cartão. A solução parece ser largá-lo e deixar ali para que eles façam bom proveito. Mas... eu não consigo!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;em&gt;Acabo extendendo mais ainda o que eu pensava que terminaria agora. Mas é ilusão. Não que eu vá conseguir explicar alguma coisa, mas ao menos preciso finalizar de um jeito que fique convincente, nem que seja apenas para mim mesmo. Assim sendo, é agora ou nunca.&lt;/em&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Estou prestes a ser engolfado por uma multidão de loucos alucinados e não há para onde fugir. Meu cérebro funciona a toda velocidade, não relembrando minha vida toda em 10 segundos, mas relembrando os últimos acontecimentos. Paro, como que em câmera lenta, na figura do cara dos sapatos feios, com seu cigarro nojento e sua capa de chuva quase igual a minha. Sem grandes diferenças. Ele apenas apertou o botão de secar e se foi. O cartão ficou. Por quê?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;em&gt;É, por quê, sabidão. Responde!&lt;br/&gt;&lt;/em&gt;&lt;br/&gt;Não foi a capa que o transportou, foi o cartão. Quando já estão quase em cima de mim eu aperto o botão de secar... e desapareço. Só que, diferente de ver alguém sumir, eu agora é que estou nessa viagem que não faço idéia de onde vai dar. Sinto como se meu corpo fosse sugado por um buraco negro e depois lançado por um estilingue gigante em direção ao nada. Paro abruptamente, sentindo o empuxo acumulado. Bato a cabeça contra uma janela de vidro. Estou dentro de uma espécie de cápsula que cabe apenas uma pessoa. Eu. Um rosto com uma máscara cirurgica aparece do outro lado. Ele usa um crachá onde se lê "OMTEC". Ele abre a janela da cápsula e pergunta: - Conseguiu trazer o cartão? - Meto a mão no bolso e o cartão não está lá. Ficou para trás. Sinto que isso não é bom.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ele percebe que não tenho cartão nenhum. Demonstra um leve incômodo, como se aquilo já tivesse acontecido muitas e muitas vezes e ele estivesse se acostumando. Aperta alguma coisa no ouvido e fala um pouco mais alto: "Próximo Andróide-robô de resgate. Enviar". Em seguida aperta um botão ao lado da cápsula onde eu estou e ouço um zumbido forte, sinto um calor extremo por microssegundos e cheiro de eletricidade. E desapareço, dessa vez para sempre.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;em&gt;Bom, é isso. Como alguém que dispara nos últimos metros de uma corrida, eu arranco para o final e espero que tenha funcionado. Muitas perguntas sem respostas, outras podem ser deduzidas pelo diálogos finais e você pode até mesmo construir o antes e o depois dentro da sua própria cachola. Lúdico, não?!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Até a próxima!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;P.S. Pra meu azar, existe mesmo uma OMTEC (mas, não era um nome tão criativo assim).&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. Do not manually edit. http://www.zoundry.com --&gt;&lt;br /&gt;  &lt;span class="ztags"&gt;&lt;span class="ztagspace"&gt;Technorati&lt;/span&gt; : &lt;a href="http://technorati.com/tag/Cheiro" class="ztag" rel="tag"&gt;Cheiro&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/Chuva" class="ztag" rel="tag"&gt;Chuva&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/Diesel" class="ztag" rel="tag"&gt;Diesel&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6539486-592852696242933866?l=rapaduradoeudes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/feeds/592852696242933866/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6539486&amp;postID=592852696242933866&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/592852696242933866'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/592852696242933866'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/2011/05/veja-so-voce.html' title='Veja Só Você'/><author><name>Eudes Honorato</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2THx3OS0alk/SQpLDUxVDRI/AAAAAAAAAAM/TIge-gTNYuo/S220/12.jpg'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6539486.post-8297490497507236717</id><published>2011-05-18T09:31:00.001-04:00</published><updated>2011-05-18T09:31:27.495-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desenho Animado'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Arte'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Notícias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Animação'/><title type='text'>Leda Está Aqui!</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;RESUMO DA EDUCAÇÃO NO RN E NO BRASIL&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;em&gt;Professora Amanda Gurgel: Uma Voz na Escuridão&lt;/em&gt;&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://youtu.be/7iJ0NQziMrc" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="388" border="0" src="http://i56.tinypic.com/2ljmb77.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Casado com uma professora, eu sei bem do que a professora Amanda está falando. Minha esposa trabalha há uns 25 anos nesta profissão e, apesar de ser querida por alunos e pais de alunos, de fazer mais do que se exige dela e de trabalhar mesmo em condições precárias, nunca é reconhecida - assim como toda a classe - por nenhum governo que tenha passado pelo RJ ou pelo Brasil. A situação dela e de todos os professores brasileiros é a mesma: uma vergonha. Me pergunto como ainda existem pessoas dispostas a seguir esta carreira.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Divulguem o vídeo que vi pela primeira vez no Facebook da minha amiga @vane_zombie, ela mesma também professora. Para algo tão importante ele ainda tem poucas visualizações. Divulguem como puder.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;RAPADURA AÇUCARADA E A PIXRA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://youtu.be/0xON-OWjsmk" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="239" border="0" src="http://i54.tinypic.com/33p8ojo.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Clique sobre a fig. para ver o vídeo&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Depois do grande "sucesso" perpetrado por mim e meu tio em sabe-se lá quando, &lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;a href="http://youtu.be/8Im1VrnGtAc" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;a luminária e seu filhote&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;, agora, diretamente do Ceará, onde ele está morando, ele me envia a animação acima, em que Luxor, o mascote da Pixar, se vê diante de um problema. Homenagem muito bacana ao blog que vos fala.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Entrando no canal dele (claro, que depois de um jantar à luz de velas) pode-se ver que ele está trabalhando com animações desse estilo, assim, qualquer contato que queiram fazer é só enviar um email para&lt;/strong&gt; &lt;a href="mailto:3dsalvio@gmail.com" target="_blank"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;3dsalvio@gmail.com&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. 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Na pequena banca de livros usados e semi-novos sempre encontro livros que são vendidos ao dono pela mesma pessoa. Aparentemente eu e essa pessoa temos um gosto parecido. Nas primeiras páginas dos livros ela deixa a impressão que teve sobre a edição, em poucas palavras, escritas a lápis. Os livros estão sempre como novos, denotando que ela os leu com muito cuidado. Na primeira página de Ritual, estava escrito "Ótimo!" de uma forma bem entusiasmada. A sinopse em si não parecia denotar algo de tão extraordinário: mão decepada encontrada por mergulhadora da polícia e policial enncarregado com trauma de infância devido ao desaparecimento de seu irmão. Mas, aquele "Ótimo!" parecia não estar mentindo e, em outras ocasiões, aquelas anotações não me decepcionaram. Então, paguei os 15 reais pelo livro, praticamente novo. E descobri uma excelente nova escritora que acrescebto à minha lista de prediletos(as) desde já: Mo Hayder.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para mim, um livro tem que se definir em suas primeiras páginas. É por elas que eu sei se vou lê-lo rápido, devagar, ou se não vou nem passar do primeiro capítulo. Quando li a primeira página de Ritual, onde, nesta única página, há a descrição de um lugar de mergulho radical, que fica em uma província da África do Sul, chamado Boesmansgat (Bushman's Hole), eu sabia que não ia conseguir parar de lê-lo até terminar. A dona original do livro o leu em dois dias, segundo suas anotações. No entanto, o livro não é sobre mergulho, apesar de uma das personagens centrais ser uma mergulhadora da polícia. E, apesar de o livro ser um suspense policial com toques de terror, ele também não é apenas sobre essas coisas. É um livro sobre pessoas. Pessoas, em sua maioria, complexas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A história inicia com Pulga Marley (sim, Pulga é um apelido), mergulhadora da polícia, encontrando uma mão decepada num dos portos de Bristol, onde nossa história se passa. Designado para cuida do caso, Jack Caffery é um policial que veio de Londres, fugindo de seu passado traumático. Tanto ele quanto Pulga têm um passado que os faz carregar o fardo de uma culpa que, na verdade, não é deles. Pulga perdeu os pais em um acidente que o livro demora para revelar, por isso não o farei aqui. Já Jack teve seu irmão sequestrado, estuprado e assassinado, quando os dois eram crianças. O livro deixa isso claro logo de início, nos dizendo que foi por um pedófilo, morador doas arredores. Como nunca conseguiram provas, o homem nunca foi preso. Com o passar dos anos o homem acabou se suicidando e Jack amarga o fato de a justiça verdadeira não ter sido feita.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;.Se o livro virasse filme, logo de cara, devido a esse ponto em comum, provavelmente Jack e Pulga viveriam um tórrido romance ou se tornariam parceiros contra o crime, perseguindo os bandidos e "aprontando altas confusões". Mas não é o que acontece no livro. Pulga é mergulhadora, não investigadora. Os dois são quase como dois personagens em duas histórias distintas, mas ligados pelo fio condutor da mão decepada o do mistério que a envolve. E esse mistério parece ser sombrio, assustador, inenarrável.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Entremeando as histórias de Pulga e Jack, há o relato paralelo de Mossy, um viciado tentando se livrar das drogas, mas que, no fundo, não tem a força de vontade necessária, e está apenas atrás de mais droga, com as pessoas que frequentam os centros de recuperação. É quando ele é abrodado por um africano jovem como ele, e pequeno, tão pequeno que poderia se passar por uma criança. Ele tem uma proposta sinistra para Mossy: levá-lo até um lugar distante, vendado, para que lá possa tirar um bocado de seu sangue, em troca de uma boa quantidade de heroína. Mossy percebe o quanto é perigosa, estranha e sinistra a proposta, mas está em crise de abstinência e resolve confiar em Magrelo (o apelido do pequeno africano). Daí pra diante, acompanharemos a trajetória de Mossy através do livro, por capítulos entremeados.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Enquanto isso, a investigação continua e revela uma segunda mão decepada, mas nenhum corpo. Apesar de terem sido achadas na água, descobre-se que elas foram originalmente enterradas em frente a um bar, e essa localização e o fato de o dono do bar ser africano, dão as pistas de que tudo isso pode fazer parte de rituais supersticiosos envolvendo contrabando de partes humanas para suprir todo tipo de crença vinda dos confins da África para a Inglaterra.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E, cada vez mais somos apresentados a personagens que recheiam o livro e tornam a história cada vez mais complexa. Pulga tenta descobrir mais sobre o acidente de seus pais usando uma droga alucinógena para tentar entrar em contato com sua mãe morta. Droga essa legal, segundo amigo de Pulga desde que ela era menina e que conheceu seus pais. Pulga acha que conseguirá as respostas que precisa e que a farão ter paz.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Jack Caffery pediu transferência de Londres para Bristol não apenas para fugir do passado. Além de estar no caso das mão decepadas, ele persegue um sem-teto, um assassino condenado que cumpriu sua pena e agora anda por vários lugares, aparentemente a esmo, tendo ganhado assim o apelido de Andarilho. Jack sabe que o Andarilho não deve mais nada a justiça e não é procurado, mas quer encontrá-lo para saber algo. Porém, o que o Andarilho tem para contar não sairá assim de graça.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Apesar de estarem todos no mesmo livro é como se esses personagens orbitassem sobre si próprios. Estão distantes uns dos outros, mas ligados ao mesmo tempo. O livro parece conter várias histórias separadas, mesmo que elas aconteçam ao mesmo tempo, no mesmo lugar. Podemos acompanhar os dramas de Pulga, Jack e Mossy. Podemos ter medo do Andarilho e do Tio (chefe de Magrelo) mesmo sem esse nunca aparecer. Podemos sentir a entidade que parece permear toda a história: a superstição!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Não se sabe se é isso que mais assusta ou se os dramas das pessoas, suas culpas e seus traumas. Coisas que podem acontecer no mundo real e que não dependem de nenhum escritor.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mo Hayder surpreende criando uma história sombria, tenebrosa, onde o maior terror parece estar em descobrir a nós mesmos e ter a coragem de olhar em nossos próprios olhos escuros.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. 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Explico: Vanessa e Vítor me chamaram pra ir até o bar aqui perto, onde eles estavam bebendo. Minha mãe estava aqui em casa e ela é paranóica com pessoas que se conhece na internet. Assistindo frequentemente as notícias na TV sobre tais assuntos, ela achava que meus amigos estavam tramando para me sequestrar, retirar meus órgãos e sabe-se lá o que mais. Porém, a primeira hipótese aventada por ela, era que, na verdade, eu estaria dizendo que ia ao bar, quando na verdade estaria indo me encontrar com "outra".&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Não adiantou a Lia dizer que já conhecia os dois, que eram gente boa. Também não adiantou a tia da Lia dizer a mesma coisa. Ela não estava confiando nem na palavra de uma senhora de 84 anos. Ela queria ver com seus próprios olhos. Sabendo disso, eu já deixei as coordenadas para que, caso ela quisesse me achar, era só ir ao bar tal. Na cabeça dela, isso era só pra despistar.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Pois bem, lá estava eu, no bar com Vanessa e Vítor, quando aparecem ao meu lado, minha mãe e a tia da Lia. Minha mãe a arrastara com o pretexto de que foram "comprar cigarro" pra Lia e passaram por ali. A tia me explicou depois que foi levada sob alegações de "quero ver com meus próprios olhos". Como já estou acostumado - afinal são 42 anos de mãe - eu levei tudo na esportiva e meus amigos, apesar de estarem morrendo de rir por dentro, fingiram que aquilo tudo era normal.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Depois de fiscalizar se eu estava mesmo bebendo guaraná e de dizer quatrocentas vezes que eu voltasse "cedo" para casa, ela se foi para o outro lado, como quem ia realmente comprar cigarro. E agora meus amigos e minha mulher estão com uma história ótima pra contar para os amigos sempre que quiserem fazer os outros caírem na gargalhada! Mas, como eu já disse, eu já estou acostumado. Na verdade, eu entendo ela.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Minha mãe sempre foi assim e sempre será. Creio que ter criado quatro filhos praticamente sozinha a fez ser superprotetora e ela não consegue mais desencanar disso, por mais velhos que fiquemos. Mesmo sabendo que não éramos modelos de obediência, ela fazia sempre as mesmas recomendações. A sorte dela era que todos os quatro realmente não tinham vocação para delinquentes ou piriquetes. Talvez ela pensasse que se não batesse na mesma tecla como fazia, poderíamos acabar nos sentindo abandonados e aí sim, chutaríamos o pau da barraca.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O fato, tudo tendo sido dito, é que eu não poderia ter uma mãe melhor. Ela nunca foi uma mãe realmente repressora, nem nos tratou como se fôssemos de porcelana. Ela sempre fez o que toda mãe faz (ou deveria fazer): se preocupou e se preocupa. Talvez, em meu caso, as coisas sejam ainda sejam mais intensas devido ao fato de eu ter quase morrido quando bebê e de, quando adulto, ela ter passado pelo menos 10 anos sofrendo junto comigo com minhas constantes crise de pânico e epilepsia. Ela é cuidadosa com todos, mas sinto que comigo é como se eu ainda fosse aquele bebê doente, mesmo eu estando bem e com minha família.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Pelo menos minha esposa tem a melhor sogra do mundo, que se desabala no mundo para ver se estou com outra (acho que isso é alguma forma de "valorizar meu passe" perante a Lia) e meus amigos podem se divertir sempre, vendo o Eudes sendo advertido pela mamãe diante de dezenas de pessoas, num bar lotado. Portanto, se beber, não diga.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;BELA ASSASSINA - NOTO E PALMIOTTI&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;em&gt;Feliz Aniversário, &lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;a href="https://twitter.com/viciadissima" target="_blank"&gt;Vanessa @viciadíssima&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://tinypic.com?ref=2qdvo76" target="_blank"&gt;&lt;img width="259" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="400" border="0" src="http://i51.tinypic.com/2qdvo76.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Para baixar, clique&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.megaupload.com/?d=FOXTZ81P" target="_blank"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;aqui&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;Hoje é aniversário da minha amiga do Twitter, Vanessa @viciadíssima. Como notei que ela é fã de scans, sendo amiga de outros camaradas desta comunidade de digitalizadores, como o &lt;a href="http://www.coringa-files.com/" target="_blank"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;Coringa Files&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, por exemplo, nada melhor que um scan de presente para ela, e que ela me permitiu dividir com vocês.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Bela Assassina é sobre uma garota, filha de um casal de espiões, cuja pele é sem melanina, possui habilidades especiais e foi criada em uma ilha remota, convivendo apenas com seus pais até a adolescência, quando eles são encontrados por aqueles de quem procuravam se esconder e manter sua filha em segredo. Com a moret dos pais a bela assassina procura por vingança, indo atrás daqueles que sabem os segredos que faz com que ela seja como ela é. Uma aventura escrita por Jimmy Pamiotti e desenhada por Phil Noto.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. Do not manually edit. http://www.zoundry.com --&gt;&lt;br /&gt;  &lt;span class="ztags"&gt;&lt;span class="ztagspace"&gt;Technorati&lt;/span&gt; : &lt;a href="http://technorati.com/tag/Jimmy%20Palmiotti" class="ztag" rel="tag"&gt;Jimmy Palmiotti&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/Phil%20Noto" class="ztag" rel="tag"&gt;Phil Noto&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/Vanessa%20%40viciad%C3%ADssima" class="ztag" rel="tag"&gt;Vanessa @viciadíssima&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6539486-4305176093416282779?l=rapaduradoeudes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/feeds/4305176093416282779/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6539486&amp;postID=4305176093416282779&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/4305176093416282779'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/4305176093416282779'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/2011/04/true-brit-forever.html' title='True Brit Forever'/><author><name>Eudes Honorato</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2THx3OS0alk/SQpLDUxVDRI/AAAAAAAAAAM/TIge-gTNYuo/S220/12.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i55.tinypic.com/22aslw_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6539486.post-5905950073983904183</id><published>2011-04-19T23:15:00.001-04:00</published><updated>2011-04-20T13:35:49.463-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Memórias'/><title type='text'>Diagramando Com Amor</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;E SE MEUS EMPREGOS FOSSEM SÉRIES DE TV?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://tinypic.com?ref=25oxbop" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="260" border="0" src="http://i53.tinypic.com/25oxbop.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;Um emprego é quase igual a uma série de TV. Alguns duram apenas aguns episódos, outros várias temporadas. Geralmente são uma mistura de comédia e drama. Uma das diferenças é que cada episódio não dura apenas alguns minutos, mas se estende por horas intermináveis e não há como mudar de canal. Você é o protagonista, mas recebe um salário de figurante. Na maioria das vezes eles são cancelados à sua revelia. Assim sendo, vamos ver se todos (ou quase todos) os meus empregos tivessem sido séries de TV, como seriam. Roda a fita:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;Everybody Hates Joaquim&lt;/span&gt;: As aventuras de um garoto num armazém, onde acaba apelidado de Clark Kent e Caixote (sim, dois apelidos num único seriado) por seus colegas de trabalho. Ao apaixonar-se por uma menina que aparece em seu emprego, acaba sendo mais zoado ainda. No episódio piloto é colocado para tirar poeira de todos os ovos do armazém. O Joaquim do título é o dono. Participação especial de um botijão de gás que quase cai em seu pé. 1 Temporada&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;Eu, Meu Patrão e Sem Mulher&lt;/span&gt; - As aventuras de um garoto em uma padaria onde conhece Denise, 6 anos mais velha que ele, que o inicia nos prazeres do... hábito de ler Agatha Christie. Seu chefe, Sr. Fausto, se finje de surdo o tempo todo para saber o que as pessoas estão falando dele, enquanto bebe cerveja preta quente. Ainda no elenco vários pés-de-cana que são os responsáveis pela maior parte das risadas. 3 Temporadas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;Hoje é Dia de Mariazinha&lt;/span&gt; - As aventuras de um garoto em uma lanchonete - cuja a dona se chama Mariazinha - onde vive grandes emoções enquanto come coxinhas e joga fresbee com a menina que trabalha no armarinho ao lado. Uma série dramática, onde o sobrinho da dona, mais velho que ele, está no Rio de janeiro, para se tratar de câncer enquanto entorna todas as cervejas possíveis e impossíveis, além de tentar fazer com que nosso protagonista beba na mesma quantidade. O episódio &lt;em&gt;"Você Sabe Quem Sou Eu?"&lt;/em&gt; tem a participação especial do sambista &lt;em&gt;Nelson Sargento&lt;/em&gt;. 1 temporada e meia.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;Sóbrionatural&lt;/span&gt; - As aventuras de... ah, vocês já sabem... em um pequeno bar, onde aprende mais sobre si mesmo e os que o cercam, como por exemplo, como ficar de olho no moleque desgraçado, com um taco de sinuca, que pode acertar seu braço com o lado mais grosso do taco e quase te mandar pro hospital. Acompanhe as emoções ao assisti-lo todo dia se entupindo de bolo de abacaxi da venda ao lado, jogando sinuca, e ouvindo coisas surreais como: &lt;em&gt;"Deixa de ser burro! Se o lobisomem é americano, claro que ele só pode estar em Londres!"&lt;/em&gt; Apenas alguns episódios, pois foi cancelado abruptamente devido ao ator ter abandonado a série.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;Gramachofornication&lt;/span&gt; - As aventuras de um adolescente (agora mudou) trabalhando em um bar e restaurante onde acompanha a cada episódio a construção de um dos malditos Brizolões, enquanto tem que aguentar as aventuras sexuais do dono, que pega qualquer coisa viva que passe na sua frente, inclusive a dona do imóvel onde fica o bar, mãe de seu melhor amigo. Também insiste para que o protagonista deixe de lado as convenções de beleza e atração física e sirva-se das mesmas "beldades" que ele tem coragem de enfrentar. Destaque para o episódio &lt;em&gt;"Quem tem um amigo assim..."&lt;/em&gt; onde o intrépido dono do bar solta um rojão dentro do quarto onde um amigo seu está, digamos, acasalando. 1 temporada.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;Dois Biscoitos e Meio&lt;/span&gt; - As aventuras de um cara em uma fábrica de biscoitos e massas, onde ele passa o tempo procurando novas formas de evitar o trabalho em um tempo que não existia internet. Seja apostando corrida nos carrinhos hidráulicos, seja jogando dominó feito de caixas de papelão, até ser pego pelos seguranças da fábrica. Série com grande elenco, onde novos personagens são inseridos a cada nova temporada. Drama, comédia, terror, suspense. Destaque para o episódio &lt;em&gt;"Fogo na seção dos outros é refresco",&lt;/em&gt; onde um misterioso incêncio coloca em risco o emprego de nosso herói. 5 temporadas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;Som, Fúria e Maconha&lt;/span&gt; - As desventuras de um homem que trabalha de auxiliar de sonoplastia ao lado de um ex-hippie, desiludido com os filhos que são caretas demais e não gostam de puxar um fumo. O episódio piloto se passa durante as filmagens de um clip dos Titãs, onde nosso herói não faz praticamente nada, já que de som não entende porra nenhuma, e não sabe porque diabos o chamaram pra fazer aquilo. A única parte boa de tudo é a comida e poder ver celebridades da música sofrendo pra gravar um clip, como por exemplo, levando jornal velho pela cara. Baseado em... bom, apenas baseado. Não passou do episódio piloto.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E este são alguns que dariam boas séries, vou ficando por aqui, e pensando já no próximo post. Até mais, cambada&lt;/strong&gt;!&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. Do not manually edit. http://www.zoundry.com --&gt;&lt;br /&gt;  &lt;span class="ztags"&gt;&lt;span class="ztagspace"&gt;Technorati&lt;/span&gt; : &lt;a href="http://technorati.com/tag/Empregos" class="ztag" rel="tag"&gt;Empregos&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/S%C3%A9ries" class="ztag" rel="tag"&gt;Séries&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/TV" class="ztag" rel="tag"&gt;TV&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6539486-5905950073983904183?l=rapaduradoeudes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/feeds/5905950073983904183/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6539486&amp;postID=5905950073983904183&amp;isPopup=true' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/5905950073983904183'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/5905950073983904183'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/2011/04/diagramando-com-amor.html' title='Diagramando Com Amor'/><author><name>Eudes Honorato</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2THx3OS0alk/SQpLDUxVDRI/AAAAAAAAAAM/TIge-gTNYuo/S220/12.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i53.tinypic.com/25oxbop_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6539486.post-4396723453714482705</id><published>2011-04-13T20:59:00.001-04:00</published><updated>2011-04-13T21:46:12.624-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigo'/><title type='text'>O Tempo, Apenas O Tempo</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;SOMOS UM E SOMOS UMA MULTIDÃO&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://tinypic.com?ref=30llxnc" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="213" border="0" src="http://i55.tinypic.com/30llxnc.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;em&gt;"Não sei se será possível, mas gostaria de ver um post seu sobre o comentado tiroteio na escola pública. Você nunca escondeu seu perfil de alguém que é nerd, viciado em internet, gosta de atividades solitárias, conviveu/convive com sindrome relacionada a saúde mental, ex-Testemunha de Jeová, pessoa reservada e talvez até tímida . Como também me enquadro em quase todo este perfil, me preocupa procurarem a causa da tragédia de forma simplista como se ter este perfil fosse a causa deste indivíduo ter feito a atrocidade que fez."&lt;br/&gt;&lt;/em&gt;&lt;br/&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;Carlos&lt;/span&gt; (nos comentários do post anterior a este)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Carlos, é um assunto complicado. Não me sinto preparado para dar meu parecer sobre esse caso. Sim, tenho minha opinião, mas ela chega a ser simplista também. Não como essa que você colocou aqui, e que tenho visto realmente ser propagada pela mídia. Mesmo uma pessoa tendo todas essas caracteristicas que você mencionou sobre mim e que a mídia coloca como sendo a razão de tudo que aconteceu, o que determina o que alguém será é uma coisa bem simples: a pessoa precisa ser feliz consigo mesma e com os a sua volta. É piegas, é clichê, mas é a verdade.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E eu sou. Tenho problemas como qualquer ser humano comum e os enfrento. Sou casado há dez anos e acho que isso ajudou a me tornar uma pessoa mais madura e responsável. Quando mais novo sempre fui visto como diferente por &lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;parecer&lt;/span&gt; um tanto CDF (porque ser mesmo, era dificil, ja que estudar não era meu forte, apesar das aparências) e sim, algumas pessoas implicavam comigo por causa disso, mas nada radical. Me tornei adulto, a infância ficou para trás, e o que me lembro dela são, em geral, as coisas boas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mesmo com meus pais sendo separados desde os meus 8 anos de idade, eu cresci com o apoio de uma mãe maravilhosa. Isso fez muita diferença. A religião, mesmo eu não tendo seguido-a por discordar de seus métodos, no fim das contas serviu para um propósito: eu aprendi a dar valor a coisas que eu estava relegando a segundo plano devido a ela.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Enfim, o que eu acho que determina nossa índole (é a minha opinião pessoal) é como usamos em nossa vida aquilo que ganhamos, aquilo que perdemos e aquilo que nos foi dado como um fardo para carregar. E cada um vai agir de um modo diferente a isso. Uns para o bem, outros nem tanto. O que nos torna livres também pode nos aprisionar, que é a liberdade de escolha.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Não, não é eu estar sentado aqui, no computador, por uma boa parte do dia; não é eu gostar de ler livros e ver filmes mais fantasiosos; não é eu ser tímido e um pouco reservado, às vezes; não é eu ter sido de determinada religião; não é eu tomar remédios que evitam crises de pânico. Não, nada disso. O que vai determinar quem eu sou são as minhas escolhas, e estas podem ser feitas por pessoas com qualquer perfil.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Peço desculpas por não discorrer sobre a tragédia de Realengo como talvez você quisesse, mas eu não me sinto realmente à altura disto. É um assunto delicado demais. Problemático demais. Posso dizer até, perto demais. A única coisa que posso dizer de tudo que aconteceu é que espero que alguma coisa seja aprendida com isso, e que não seja hostilizar pessoas com um perfil que a mídia ignorante elabore.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. Do not manually edit. http://www.zoundry.com --&gt;&lt;br /&gt;  &lt;span class="ztags"&gt;&lt;span class="ztagspace"&gt;Technorati&lt;/span&gt; : &lt;a href="http://technorati.com/tag/Carlos" class="ztag" rel="tag"&gt;Carlos&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/Realengo" class="ztag" rel="tag"&gt;Realengo&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6539486-4396723453714482705?l=rapaduradoeudes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/feeds/4396723453714482705/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6539486&amp;postID=4396723453714482705&amp;isPopup=true' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/4396723453714482705'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/4396723453714482705'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/2011/04/o-tempo-apenas-o-tempo.html' title='O Tempo, Apenas O Tempo'/><author><name>Eudes Honorato</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2THx3OS0alk/SQpLDUxVDRI/AAAAAAAAAAM/TIge-gTNYuo/S220/12.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i55.tinypic.com/30llxnc_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6539486.post-901188019726419755</id><published>2011-04-04T12:43:00.000-04:00</published><updated>2011-04-04T12:47:03.731-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lucy'/><title type='text'>Storm of The Century</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;LUCY ULTIMATE VIDEO COLLECTION&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;em&gt;As Peripécias da Cachorrinha Atômica&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=NA8-O8jge2w" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="320" border="0" src="http://i56.tinypic.com/29fpj7c.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=9bx6I0NkbI8" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="320" border="0" src="http://i56.tinypic.com/10xuhsp.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=gymrynAx29U" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="313" border="0" src="http://i54.tinypic.com/scrpdt.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=c_eSBT47Slo" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="316" border="0" src="http://i54.tinypic.com/15fymq.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=1M9dgcosEPI" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="311" border="0" src="http://i54.tinypic.com/2w7hmp5.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=rTK7b_bnEoE" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="312" border="0" src="http://i55.tinypic.com/5wc6s9.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. 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Tudo bem, eu não tenho, mas serve também &lt;em&gt;"#fazer poses ridículas com o sabre de luz da sua irmã adotada, enquanto ela tira fotos".&lt;/em&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Tudo isso depois de ter ido assistir Fringe pela primeira vez, com ela, depois um filme espanhol sobre viagem no tempo, fazer amizade com o boxer gigante dela, comer pão de salame, e ouvir o seu marido recitar um poema escrito por ele mesmo, sobre ultraviolência. Talvez eu tenha entrado em uma outra dimensão, Além da Imaginação, não sei, só sei que foi assim.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://coisaviva.tumblr.com/post/4269118650/sabre-de-luz-pose-talk-to-my-hand" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="300" border="0" src="http://i54.tinypic.com/10roagz.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Melhor do que um amigo nerd, são dois amigos nerds e esses amigos serem um casal e, mais ainda, esse dois ainda conhecerem mais dois, também um casal (Dani e Flux/Rael) e esses dois terem pôster autografado por Neil Gaiman na sala e trocarem correspondência eletrônica com Alan Moore. Mas, não pára por aí. Aí você vai e descobre que o marido da Dani, o Flux/Rael, por uma incrível coincidência, foi um dos colaboradores do Rapadura Açucarada, quando ele estava começando! Não acredita, pois veja:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com?ref=15gumiw" target="_blank"&gt;&lt;img width="245" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="500" border="0" src="http://i55.tinypic.com/15gumiw.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;em style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Matéria publicada em junho 2003&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Vai ver que é a Força que interliga tudo, ou apenas uma grande coincidência! Mas, não deixa de ser interessante. Bom, pra finalizar, quando fui pra casa, dormir, acabei sonhando ser um jedi em Tatooine, acompanhado por um cachorro gigante que lambia a minha cara depois de SUCK YOUR ROBOT BALLS (eu sei, eu sei, também odeio piadas internas, mas convivo com isso).&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://coisaviva.tumblr.com/post/4269598806/sabre-de-luz-suck-my-robbot-balls" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="296" border="0" src="http://i52.tinypic.com/261opyq.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. Do not manually edit. http://www.zoundry.com --&gt;&lt;br /&gt;  &lt;span class="ztags"&gt;&lt;span class="ztagspace"&gt;Technorati&lt;/span&gt; : &lt;a href="http://technorati.com/tag/Jedi" class="ztag" rel="tag"&gt;Jedi&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/Ludwig" class="ztag" rel="tag"&gt;Ludwig&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/Sabre%20de%20Luz" class="ztag" rel="tag"&gt;Sabre de Luz&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6539486-6193270797791366320?l=rapaduradoeudes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/feeds/6193270797791366320/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6539486&amp;postID=6193270797791366320&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/6193270797791366320'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/6193270797791366320'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/2011/04/se-demorar-eu-espero.html' title='Se Demorar, Eu Espero!'/><author><name>Eudes Honorato</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2THx3OS0alk/SQpLDUxVDRI/AAAAAAAAAAM/TIge-gTNYuo/S220/12.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i55.tinypic.com/df991f_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6539486.post-459930203514664280</id><published>2011-03-26T14:33:00.000-04:00</published><updated>2011-03-26T14:48:42.434-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Scans'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Quadrinhos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='eBook'/><title type='text'>Crazy People</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;A BUSCA PELO GIBI DO FUTURO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;em&gt;O Futuro do Amanhã dos Quadrinhos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/15842535" target="_blank"&gt;&lt;img width="350" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="300" border="0" src="http://i56.tinypic.com/2ij5kxw.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;O vídeo acima me foi enviado pelo camarada &lt;em&gt;Plastik_Fantastik&lt;/em&gt;. É uma produção sua, sobre a busca pelo Gibi do Futuro. É um ótimo vídeo, feito a partir de fotos que ele foi montando para mostrar a sua busca, por entre sua vasta coleção de quadrinhos (vasta mesmo!) até que ele encontra o que pode ser o futuro dos quadrinhos. Ele mesmo deixa claro ao final do vídeo, que isso ainda é uma incógnita. Será que os quadrinhos digitais substituirão os de papel?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Sabe que até o advento dos tablets eu tinha forte convicção de que isso não iria acontecer. Mas, ao assistir o vídeo, em que Plastick nos mostra o tablet, com um scan, ao lado do original, eu acho que não tenho mais tanta certeza assim. Fiquei lisonjeado por ele usar o scan do &lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;Dicionário Marvel&lt;/span&gt; para fazer a demonstração. No caso de scans antigos, restaurados, como é o caso aqui, a utilidade é ainda mais surpreendente. Mas, quem sabe, com os quadrinhos atuais também se popularizando, sendo mais baratos que os de papel, isso acabe mudando totalmente o modo de colecionar gibis e livros. Pelo menos, seria ecologicamente correto.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A única desvantagem é algo que eu vi alguém dizer, em algum lugar da internet, um livro (ou gibi) não descarrega a bateria. Mas, só o futuro dirá o que é reservado a nós, os que gostamos tanto de ler. E, falando em gostar de ler...&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;BLOG: CHEIRO DE LIVRO NOVO&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://livrosdobiel.blogspot.com/" target="_blank"&gt;&lt;img width="450" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="254" border="0" src="http://i52.tinypic.com/2nbg46a.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;Como ele mesmo deixa claro, o Gabriel tem 12 anos e é aficcionado por livros e filmes, como eu era no meu tempo. Mas, no meu tempo, o máximo que eu podia fazer para divulgar essas paixões era esperar que aparecesse uma pessoa que também gostasse de livros para que se pudesse conversar e trocar figurinhas sobre o assunto, o que acontecia a cada vinda do cometa Halley. No caso de filmes era mais fácil, sempre se podia conversar com or irmão ou o amigo, mas com livros a coisa ficava mais difícil. Eu nunca sonharia que, um dia, poderia falar deles pra várias pessoas ao mesmo tempo. Mas, faço isso agora como adulto. O Gabriel é um jovem ainda (chamar de "criança" nem cabe aqui). E ele fala de suas paixões pra várias pessoas no seu blog chamado "&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;a href="http://livrosdobiel.blogspot.com/" target="_blank"&gt;Cheiro de Livro Novo&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;".&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E, ele vai mais longe ainda. Mais até do que eu iria. Ele grava vídeos comentando os livros que leu recentemente. Não é qualquer um que consegue encarar uma câmera para falar de algo assim. Mesmo com uma certa timidez, ele não se deixa... se intimidar. Gabriel é um exemplo de como a internet pode ser usada para algo bom.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ele não se prende apenas a alguma série de livros famosa e cita livros (que leu todos) bem variados. Fica a dica para que, se não você que acompanha o blog, por achar que alguns livros não se encaixam no seu estilo de leitura, quem sabe favoritar o blog para seus filhos, irmãos mais jovens, sobrinhos e etc. Para se gostar da leitura, o que se precisa, às vezes, é um incentivo, vindo de alguém da mesma faixa etária, pode ser melhor ainda. Fonte: &lt;a href="http://nerdvulgare.blogspot.com/" target="_blank"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;Nerd Vulgar&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. Do not manually edit. http://www.zoundry.com --&gt;&lt;br /&gt;  &lt;span class="ztags"&gt;&lt;span class="ztagspace"&gt;Technorati&lt;/span&gt; : &lt;a href="http://technorati.com/tag/Dicion%C3%A1rio%20Marvel" class="ztag" rel="tag"&gt;Dicionário Marvel&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/IPad" class="ztag" rel="tag"&gt;IPad&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/Quadrinhos" class="ztag" rel="tag"&gt;Quadrinhos&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6539486-459930203514664280?l=rapaduradoeudes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/feeds/459930203514664280/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6539486&amp;postID=459930203514664280&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/459930203514664280'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/459930203514664280'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/2011/03/crazy-people.html' title='Crazy People'/><author><name>Eudes Honorato</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2THx3OS0alk/SQpLDUxVDRI/AAAAAAAAAAM/TIge-gTNYuo/S220/12.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i56.tinypic.com/2ij5kxw_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6539486.post-3228403197828759685</id><published>2011-03-24T19:10:00.001-04:00</published><updated>2011-03-24T19:19:16.967-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Blogs'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Quadrinhos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sci-Fi'/><title type='text'>No Hope</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;DIVULGANDO O NERD VULGAR&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;em&gt;Um Blog Sabor Kriptonita&lt;/em&gt;&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://nerdvulgare.blogspot.com/" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="165" border="0" src="http://i55.tinypic.com/e7l3li.png"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Sim, podem acreditar, é mais um blog. Mas, prometo, é o último... eu acho. Eu estava precisando de um blog onde eu pudesse postar algo especificamente nerd, voltado mesmo pra cultura inútil, bobagens, filmes, quadrinhos e etc. Mesmo que o Rapadura Açucarada seja descaradamente um blog nerd, as coisas aqui funcionam de forma um tanto quanto aleatórias. Pra quem é novo, basta dizer que até poesias já tivemos aqui... escritas por mim!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Também não é um blog que eu me veja na obrigação de escrever todo dia, deixando sem atualizar às vezes dias e dias e, quando estou mesmo sem paciência, semanas! Num blog que já inicio com a proposta de ter apenas posts curtos, posso postar nem que seja um ao dia, sem precisar pensar muito para escrever. Ainda assim, não vejo isso como uma obrigação. Mesmo querendo que tenha posts todo dia, vejo como uma diversão fazê-lo. E é assim que pretendo que seja.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O blog é apenas para postar links de notícias, curiosidades, e outras doideiras que eu encontrar pela web e, quem sabe, até mesmo fora dela. Como está começando, ainda tem muito o que "aprender". O trabalho que deu fazer o banner fez com que eu quisesse me empenhar em que ele seja bom. Não pretendo competir com os vários outros sites que levam "nerd" no nome, já que isso só estragaria a diversão. Espero que vocês também curtam tanto quanto curtem o RA.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ah, outra coisa em que ele é diferente de qualquer outro blog que já fiz, é que ele está totalmente isento de qualquer tipo de arquivo pra download. Não foi feito pensando nesta proposta. Ele é apenas uma coisa de um nerd. E, falando nisso, o que são coisas de nerd? O que faz um nerd? Isso nos leva ao texto seguinte:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;SER NERD É...&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://tinypic.com?ref=30xin9f" target="_blank"&gt;&lt;img width="325" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="427" border="0" src="http://i52.tinypic.com/30xin9f.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;01 - Cheirar livro novo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;02 - Comprar gibi repetido, porque esqueceu que já tinha.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;03 - Entrar em todas as bancas de jornais por onde passa.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;04 - Ler enquanto anda.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;05 - Comprar gibi fiado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;06 - Imaginar as vozes que dublariam os personagens que você está lendo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;07 - Corrigir quem chama action figure de "bonequinho".&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;08 - Corrigir quem chama quadrinhos de "revistinha".&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;09 - Falar de livro ou quadrinhos mesmo com quem não tá nem aí.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;10 - Falar de Star Wars com quem gosta de Star Trek.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;11 - Falar de Star Trek com quem gosta Star Wars.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;12 - Ter pelo menos um bonequinho em casa.. quer dizer, action figure.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;13 - Corrigir quem chama Comic Shop de livraria.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;14 - Corrigir quem chama nerd de esquisito.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;15 - Ficar puto ao ser chamado de nerd pelas pessoas erradas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;16 - Detestar a nova trilogia Star Wars&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;17 - Detestar a Saga do Clone.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;18 - Detestar Joel Schumacher.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;19 - Detestar quem defende o Joel Schumacher.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;20 - Querer casar com a Princesa Leia&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;21 - Querer ter um caso com a Amidala.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;22 - Fazer o sinal do Spock e desejar "Vida Longa e Próspera".&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;23 - Acreditar ser um jedi&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;24 - Ficar imaginando como fazer pra ter um DeLorean.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;25 - Comprar a Edição Definitiva e depois a Ultimate e depois a Super Mega Boga da mesma coisa.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;26 - Querer trabalhar na Pixar.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;27 - Vender gibi pra comprar mais gibi.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;28 - Ler o livro, ver o filme, e comprar a adaptação para quadrinhos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;29 - Querer ser jedi como Luke Skywalker, fodão como Han Solo, mas acabar sendo incompreendido como o Chewbacca.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Ter um blog nerd.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;em&gt;(*Obviamente a lista varia de nerd pra nerd)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. Do not manually edit. http://www.zoundry.com --&gt;&lt;br /&gt;  &lt;span class="ztags"&gt;&lt;span class="ztagspace"&gt;Technorati&lt;/span&gt; : &lt;a href="http://technorati.com/tag/Eudes%20Honorato" class="ztag" rel="tag"&gt;Eudes Honorato&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/Nerd%20Vulgar" class="ztag" rel="tag"&gt;Nerd Vulgar&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6539486-3228403197828759685?l=rapaduradoeudes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/feeds/3228403197828759685/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6539486&amp;postID=3228403197828759685&amp;isPopup=true' title='17 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/3228403197828759685'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/3228403197828759685'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/2011/03/no-hope.html' title='No Hope'/><author><name>Eudes Honorato</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2THx3OS0alk/SQpLDUxVDRI/AAAAAAAAAAM/TIge-gTNYuo/S220/12.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i55.tinypic.com/e7l3li_th.png' height='72' width='72'/><thr:total>17</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6539486.post-7440428838140922188</id><published>2011-03-21T18:17:00.001-04:00</published><updated>2011-03-21T19:18:27.956-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Contos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Humor'/><title type='text'>And Vanish!</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;OS ALIENÍGENA SÃO FODA!&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;A Verdade Está Lá em Cima&lt;/em&gt;&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://tinypic.com?ref=2dja05w" target="_blank"&gt;&lt;img width="350" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="350" border="0" src="http://i56.tinypic.com/2dja05w.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;XIII CONGRESSO CICLO-LUZ DE GERENCIAMENTO TERRESTRE:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Pois bem, amigos interplanetários, estamos aqui mais uma vez para fazer um balanço de nossas incursões ao planeta Terra e tentar ajustar algumas coisas que não estão indo muito bem, desde que um dos nossos incursores resolveu brincar com a água do planeta e de lá saiu o que hoje conhecemos como "seres humanos". Bom, mas não vamos repisar o passado e nem citar nomes, não é Sr. Plimb?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O caso é que precisamos agora, cuidar para que o planeta sobreviva ao cidadãos terráqueos e, ao fazer isso, precisamos também ser discretos em nossas incursões, o que não tem sido um grande suces... Sr. Corticy, eu agradeceria se o senhor parasse de vir aos congressos com esse traje com a legenda "I S2 Roswell". Esse tipo de piada já perdeu a graça há alguns anos-luz. Se não quiser ser reintegrado, eu pediria que se retirasse. Obrigado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Continuando: desde que o maldito homem começou a raciocinar, e com isso a observar o que se passa a sua volta, ele tem visto nossas naves e/ou nossos incursores. Logo que aprendeu a se comunicar através da escrita e da arte, registrou isso desde as paredes de suas cavernas até sites de internet. Com a nossa tecnologia avançadíssima, conseguimos driblar alguns desses avistamentos. Lançamos por exemplo o iBlur, que torna as fotos de nossas naves totalmente borradas para os instrumentos fotográficos medievais dos humanos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Em seguida conseguimos elevar a qualidade de nossos despistamentos com o iLight, que funciona quase como aquelas canetinhas laser, terráqueas, onde desviamos a atenção de nossas embarcações reais, com pontos de luz que não têm uma rota coerente. Para nossa sorte, o cérebro dos humanos costuma aceitar as coisas mais absurdas!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Não demorou muito e nossos cientistas tiveram uma idéia melhor ainda: o iMeter. Devo dizer que não gostei muito do nome, mas a praticiade supera isso. Trata-se, como todos aqui sabem, de uma imitação de balão metereológico terráqueo, que é deixado nos locais em que nos avistam. Não funcionou muito bem na época de Roswell. Teríamos evitado muita dor de cabeça se não fosse um protótipo ainda e não teríamos perdido nossos v-valiosos companheiros... - desculpem, fico emocionado ao lembrar - ... para autópsias grotescas feitas por açougueiros humanos. Por sorte, nossa equipe de Descrédito Instantâneo conseguiu resolver tudo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Com os avanços na nossa tecnologia, criamos também o iFluor, que, adicionado a pasta criada pelo nosso cientista, Dr. Kolynys, faz com que os humanos fiquem com as mentes embotadas acerca de nossa existência. Só não entendi até hoje porque eles acharam que aquilo era para passar nos dentes, quando era para ser usado no... sim, qual é a pergunta?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Sim, sim, o flúor também é adicionado à água, e temos vários outros produtos desenvolvidos recentemente, como componentes que os humanos cismam em chamar de &lt;em&gt;diets&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;lights&lt;/em&gt;, sabe-se lá porque. O medo que eles têm de engordar faz com que esse artíficio funcione, mesmo eles não percebendo que continuam engordando do mesmo jeito.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quero também agradecer ao pessoal do Departamento de Desinformação. Receberam seus devidos méritos pelos filmes Contatos Imediatos do Terceiro Grau, E.T. O Extraterrestre, Independence Day entre outros. Mas, o assim chamado Incidente Shyamalan não pôde passar em branco. Um funcionário do D.D. deixou vazar como podemos ser detidos e tivemos que arquitetar uma contra-ofensiva, fazendo uma lobotomia química no terráqueo M. Night Shyamalan, para que este não revelasse mais nenhum outro segredo nosso em seus filmes. Como efeito colateral, claro, sua capacidade mental não é mais a mesma. Eu vi Dama da Água e quase fiquei com pena do que aconteceu a ele. Com O Último Mestre do Ar, vi que a coisa é irreversível. Mas, são baixas de guerra, como tantas outras.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Outro elemento em minha pauta é mais uma vez um alerta aos engraçadinhos de plantão para pararem de brincar de Pé Grande, Monstro de Loch Ness e político honesto. Os terráqueos sabem que essas coisas não existem, mesmo que um pequeno grupo insista em levar adiante tais boatos. Também reitero meu pedido ao agente B-Triny que pare de voltar à Terra como Elvis Presley. Aquilo era uma missão temporária. É bom esquecer essa bobagem de Rock'n Roll. Foi um desvio da missão.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Os politicamente corretos em nosso meio vêem reclamando de alguns efeitos colaterais do iFluor, como por exemplo, as pessoas começaram a ler coisas como Paulo Coelho, Stephanie Meyer e Dan Brown. Só posso dizer a esses pacifistas de plantão que os fins justificam os meios. Proteger a Terra vai além de banalidades como terráqueos lendo lixo literário. O iFluor aleija mas não mata.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Vamos tratar também do uso dos buracos de minhoca para nossas viagens. Os cientistas humanos mais céticos juram de pé junto que é impossível que prováveis seres de outro planeta alcancem a Terra e queremos que eles continuem pensando assim. E, por falar nisso, gostaria que parassem de importunar o Sr. Hawkins. Mesmo não tendo lá muito apreço pelos humanos, ainda assim é brincadeira de mau gosto.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Por ora é só, e quero agradecer a presença de todos, principalmente dos grays, do pessoal das Plêiades, dos nosso amigos reptilianos, que ainda desfrutam de certa fama depois daquele seriado televisivo V: A Batalha Final, que voltou a ser exibido com novos atores terráqueos. Se soubessem o quanto vocês curtem fazer tricô e ler um bom livro, ficariam decepcionados. Aliás, falando em seriados é bom monitorizarem aquele tal de Fringe. Arquivo X já nos deu muito trabalho.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Que a Força esteja com vocês. Sim, sim, podem rir, mas sou viciado naquelas porcarias de filmes. Adeus!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;em&gt;(Esse conto foi inspirado pelos meus amigos &lt;a href="http://twitter.com/Vane_Zombie" target="_blank"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;@vane_zombie&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; e seu marido, Vítor)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com?ref=9qix69" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="289" border="0" src="http://i55.tinypic.com/9qix69.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. Do not manually edit. http://www.zoundry.com --&gt;&lt;br /&gt;  &lt;span class="ztags"&gt;&lt;span class="ztagspace"&gt;Technorati&lt;/span&gt; : &lt;a href="http://technorati.com/tag/Aliens" class="ztag" rel="tag"&gt;Aliens&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/Disco%20Voador" class="ztag" rel="tag"&gt;Disco Voador&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/Terr%C3%A1queos" class="ztag" rel="tag"&gt;Terráqueos&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6539486-7440428838140922188?l=rapaduradoeudes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/feeds/7440428838140922188/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6539486&amp;postID=7440428838140922188&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/7440428838140922188'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/7440428838140922188'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/2011/03/and-vanish.html' title='And Vanish!'/><author><name>Eudes Honorato</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2THx3OS0alk/SQpLDUxVDRI/AAAAAAAAAAM/TIge-gTNYuo/S220/12.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i56.tinypic.com/2dja05w_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6539486.post-453662343256773872</id><published>2011-03-16T12:23:00.001-04:00</published><updated>2011-03-19T10:17:44.514-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Memórias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros'/><title type='text'>Biutiful</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;OS VÁRIOS TIPOS DE LIVROS&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;Claro que sob a minha óptica&lt;/em&gt;&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://tinypic.com?ref=214pahf" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="251" border="0" src="http://i55.tinypic.com/214pahf.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Nos últimos dois anos li mais livros que em todos os anos precedentes. Não sei bem o que causou esse &lt;em&gt;boom&lt;/em&gt; de leitura, mas sei que comecei a ler freneticamente, conhecendo novos autores e devorando seus livros, como foi o caso de Matthew Reily, do qual li três livros (todos eles chumaços) em um curto espaço de tempo: Área 7, Estação Polar e Templo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Não vou enganar ninguém e dizer que leio José Saramago, Isabel Allende ou mesmo Machado de Assis. Minha leitura é mais como junk food: para ser devorada rapidamente e não tem nenhum valor nutritivo. Nada tenho contra tais autores, apenas não tenho paciência suficiente para lê-los. E, até mesmo na leitura junk food há aqueles livros que não passam pela garganta nem com muito catchup.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Com esse meu retorno à leitura incessante de livros e, ao mesmo tempo, à compra dos mesmos, noto que há tipos de livros formando certas classes, segundo o meu modo de pensar. E aqui vão eles:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com?ref=25q7ivo" target="_blank"&gt;&lt;img width="254" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="400" border="0" src="http://i53.tinypic.com/25q7ivo.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;O Livro Big Mac&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; - Se é pra ingerir junk food, que seja big. Os livros dessa "categoria" são devorados em poucos dias. A leitura prende tanto a atenção que largá-lo é quase impossível e você só pensa na hora de voltar a ler. Alguns é por prometer um final chocante, outros porque simplesmente a ação e/ou o suspense, são ininterruptos. É assim com livros de Dan Brown, Michael Crichton, Robin Cook, entre outros.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Os livros constumam ser extensos, ter muita pesquisa, apresentar "fatos" intrigantes e deixar tudo muito bonito, como um Big Mac num cartaz. Mas, claro, não sobrevivem a um escrutínio muito profundo. Porém, como o correlativo alimentício, você quer apenas ser feliz por alguns instantes, sem se preocupar com o mal que possa fazer ao seu organismo com o passar do tempo ingerindo o dito cujo constantemente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Um livro nessa categoria que estou terminando de ler é Gravidade de Tess Gerritsen. Uma ficção científica assustadora sobre um organismo inofensivo que se torna um vírus mortal em microgravidade e começa a matar os astronautas de uma estação espacial. Terror, suspense e tecnologia espacial que você não se importa se é crível ou não.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com?ref=29yi29v" target="_blank"&gt;&lt;img width="273" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="400" border="0" src="http://i55.tinypic.com/29yi29v.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;O Livro Quem Vê Cara Não Vê Coração&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; - Se eu tivesse paciência para ler eBooks, talvez eu evitasse cair na armadilha que é comprar os livros desse tipo. Uma capa interessante, uma sinopse instigante e lá vamos nós embarcando numa furada. Você começa a leitura, mas a coisa simplesmente não engata. Não se adquire nenhuma empatia com os personagens, com o texto, com nada. Passar do primeiro capítulo é um trabalho hercúleo. Você não que se dar por vencido e vai até o segundo, mas é tarde demais. Foi dinheiro jogado fora mesmo e o jeito é parar de ler.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O livro Dossiê Drácula, de James Reese, entra nessa categoria. Com a narrativa feita através de cartas que são trocadas entre os protagonistas, ele se torna cansativo, chato, e burocrático. Em resumo, um porre. A ideia é simplesmente desastrosa. A trama que tinha tudo para ser interessante - Bram Stocker encontra Jack, O Estripador - perde toda a força devido ao estilo de narrativa escolhido.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Outro livro que sofre do mesmo mal - uma boa ideia estragada - é A Adaga de Médici. Um menino de 10 anos, órfão, foge de um homem que o obriga roubar, e acaba sendo ajudado por Leonardo Da Vinci. Porém, novamente a escolha da narrativa é um desastre. O livro é narrado pela ótica do menino de 10 anos, com um linguajar rebuscado demais para um garoto daquela idade. Não se sabe se ele está adulto e rememora o que lhe aconteceu, ou se está relatando in loco.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com?ref=95q5qe" target="_blank"&gt;&lt;img width="270" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="400" border="0" src="http://i54.tinypic.com/95q5qe.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;O Livro A Esperança é a Última Que Morre&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; - Este é aquele tipo de livro que você não desiste mesmo que a leitura esteja um tanto quanto difícil, lenta, como se você tentasse correr na areia da praia. Mas, como a trama é boa, você não desiste e continua lendo. Alguns vencem você e não tem como chegar até o final, como é o caso, por exemplo, de Orgulho e Preconceito e Zumbis. Consegui chegar até a metade do livro, mas não passei daí. Os zumbis me pegaram e me devoraram. Novamente é uma boa ideia, que não deu muito certo, pelo menos para mim. Claro que o livro virou um campeão de vendas e vai até virar filme (que espero, seja melhor), mas eu não gostei. Creio que o sucesso se deu pela novidade de pegar um clássico e colocar zumbis nele.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Alguns livros de ficção científica, como O Homem do Castelo Alto, de Phillip K. Dick são lentos, mas a trama faz com que você queira ler o livro até o fim, se aprofundando mais e mais. Neste caso, não para chegar ao final rapidamente, mas para saborear a leitura. Neste caso aqui, mergulhar em um mundo onde a Alemanha nazista venceu a guerra e, durante a década de 60, a história de várias pessoas é contada e um final revelador (para quem não ler a sinopse) nos deixa de boca aberta.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Também O Fim da Inocência, de Arthur C. Clark, onde alienígenas transformam a terra em uma utopia, mesmo sob a constante desconfiança dos terráqueos, é assim. Calmo e constante, mas nos faz querer seguir em frente, como se a narrativa fosse um rio calmo a ser navegegado, sem pressa.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com?ref=2hcdzkn" target="_blank"&gt;&lt;img width="259" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="400" border="0" src="http://i52.tinypic.com/2hcdzkn.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;O Livro Vale a Pena Ver de Novo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; - Confesso que tenho poucos livros nesta categoria. São aqueles livros que você relê de tempos em tempos, em várias fases de sua vida e você sempre acaba tendo uma nova perspectiva do que lê. O livro não mudou em nada, mas você mudou. Talvez o tenha lido na adolescência, depois quando adutlo e mais tarde, na meia idade.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Creio que um livro com o qual deve acontecer muito isso é O Pequeno Príncipe. Sei que é clichê e, mesmo eu não sendo miss nem nada, eu o li algumas vezes em várias etapas da minha vida. Piegas ou não, sua mensagem é muito pungente e universal. Ler com olhos de criança não é o mesmo que ler com olhos de adulto.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Outro livro que li mais de uma vez foi Meu Pé de Laranja Lima. Não sei porque, mas quando criança o achava sombrio e tinha medo dele. Talvez devido ao pai de Zezé, que me assustava. Lendo mais tarde, fui entender que a história era do próprio autor e aquilo me deixou intrigado. Assisti a um das novelas baseadas no livro, mas não era a mesma coisa.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Por fim, o livro de ficção-científica e terror Invasores de Corpos, também foi uma das minhas leituras recorrentes. O livro me fascina e, como não sabia das teorias sobre suas implicações políticas, isso não me afetava e eu não o lia sob essa ótica. Para mim, era um livro sobre um homem lutando contra uma invasão alienígena e pronto.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com?ref=2yzh6wg" target="_blank"&gt;&lt;img width="262" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="400" border="0" src="http://i52.tinypic.com/2yzh6wg.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;O Livro Por Onde Andarás&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; - É aquele livro que você leu há muito tempo atrás, gostou e nunca mais conseguiu encontrar de novo. O meu medalha de ouro nessa categoria é o livro First Blood ou, como foi publicado aqui, Rambo, de David Morrell. Sem nunca ter assistido ao primeiro filme de John Rambo, com Sylvester Stallone, a leitura foi bem interessante. O livro é mais violento e Rambo realmente entra em um surto psicótico, com mania de perseguição, devido aos traumas da guerra do Vietnã. Diferente do filme, não há mocinho nem bandido, apenas pessoas enfrentando seus problemas e tentando resolvê-los cada um à sua maneira. O livro tem um final totalmente diferente do filme, o que impediria uma sequência. Mas, com o sucesso de Rambo II nos cinemas, o autor do livro, miraculosamente, escreveu uma sequência.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Outro livro que nunca mais encontrei é Os Sete Minutos, de Irving Wallace. Um chumaço que li na adolescência, sobre um rapaz que é acusado de estupro e de ter sido influenciado por um livro erótico chamado Os Sete Minutos. Com isso, o julgamento agora envolve não só o rapaz, mas o livro, escrito por um desaparecido J. J. Jadway (acho que é isso, já que estou escrevendo de memória). O final do julgamento é surpreendente e nunca o esqueci.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Enfim, este é um texto que se refere aos meus gostos e ao meu ponto de vista, sendo que nada aqui é regra ou deva influenciar alguém. Cada um tem suas preferências e não deve se guiar pelo que os outros dizem. Se você discorda de tudo escrito aqui, ou mesmo de uma parte, bom, não se amofine com isso, e vá ler um bom livro&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;E PARA MATAR A SAUDADE: LUCY&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://tinypic.com?ref=dup7k" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="300" border="0" src="http://i56.tinypic.com/2ec3jhl.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. Do not manually edit. http://www.zoundry.com --&gt;&lt;br /&gt;  &lt;span class="ztags"&gt;&lt;span class="ztagspace"&gt;Technorati&lt;/span&gt; : &lt;a href="http://technorati.com/tag/David%20Morrell" class="ztag" rel="tag"&gt;David Morrell&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/Jack%20Finney" class="ztag" rel="tag"&gt;Jack Finney&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/Jos%C3%A9%20Mauro%20de%20Vasconcelos" class="ztag" rel="tag"&gt;José Mauro de Vasconcelos&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/Tess%20Gerritsen" class="ztag" rel="tag"&gt;Tess Gerritsen&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6539486-453662343256773872?l=rapaduradoeudes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/feeds/453662343256773872/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6539486&amp;postID=453662343256773872&amp;isPopup=true' title='17 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/453662343256773872'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/453662343256773872'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/2011/03/biutiful.html' title='Biutiful'/><author><name>Eudes Honorato</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2THx3OS0alk/SQpLDUxVDRI/AAAAAAAAAAM/TIge-gTNYuo/S220/12.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i55.tinypic.com/214pahf_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>17</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6539486.post-3438641067979901150</id><published>2011-03-10T21:10:00.001-04:00</published><updated>2011-03-10T22:20:43.893-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Blogs'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filmes'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comédia'/><title type='text'>SS Enterprise</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;O QUE APRENDI COM O FEITIÇO DO RIO&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;em&gt;Como ver o lugar onde você mora com outros olhos&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://tinypic.com?ref=28whtmx" target="_blank"&gt;&lt;img width="266" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="400" border="0" src="http://i51.tinypic.com/28whtmx.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Para baixar clique &lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;a href="http://supercarvao.blogspot.com/2011/03/blame-it-on-rio.html" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;Todo ator ou atriz, por melhor que seja, sempre tem uma mancha em seu passado. Michael Caine é um deles.... e a culpa é do Rio! O filme O Feitiço do Rio (Blame It On Rio) talvez tenha ficado mais conhecido anos depois de seu lançamento (1984), quando o polêmico episódio dos Simpsons que se passava no Rio de Janeiro ganhou o título de "Blame It On Lisa", uma referência óbvia ao filme com Michael Caine e uma desconhecida Demi Moore.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O filme não é um fracasso total, eu mesmo dei umas risadas em algumas cenas e em outras que não eram bem para ser engraçadas. Vale a pena também pelos belos peitos da atriz Michelle Johnson, que ofusca os de Demi Moore, num topless das duas, em que Demi ainda procura cobrir os seus melõezinhos com os cabelos longos, enquanto Michelle não está nem aí e desfila seus dotes à vontade quase o filme todo. Sorte de Michael Caine.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A atriz, na época com 19 anos, é o interesse romântico de Caine. O único problema é ela ser filha de seu melhor amigo. A garota se apaixona por Michael Caine, que se vê em palpos de aranha, tentando não se envolver com ela, para não ficar mal com o amigo, mas não consegue evitar. Ao mesmo tempo, sua filha (Demi Moore) descobre o caso, mas procura não atrapalhar, mesmo tendo ressentimentos para com o pai e sabendo que sua mãe não vai gostar nada.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A esposa de Michael Caine, aliás, foi para Bahia, para dar um tempo na relação. Já a esposa do amigo de Caine (Joseph Bologna), está se separando do mesmo. Assim, os dois foram para o Rio com suas respectivas (e assanhadas) filhas. Enquanto Demi Moore se contenta com a fauna local, Michelle Johnson está a fim mesmo é de uma panela velha, para segurar o cabo quente. Ouch!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Vale acrescentar que o diretor de Blame It On Rio é ninguém menos que Stanley &lt;em&gt;"Dançando na Chuva"&lt;/em&gt; Donen, que dirigiu, além desse clássico dos filmes musicais, muitos outros filmes de sucesso, mas que terminou a carreira com filmes como este e uma Ficção-Científica trash, chamada Saturn 3. Pelo menos isso não foi culpa do Rio, eu garanto.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com?ref=2n7gy0x" target="_blank"&gt;&lt;img width="300" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="400" border="0" src="http://i51.tinypic.com/2n7gy0x.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A primeira faz tchan, a segunda faz tchum&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Feitiço do Rio desfila aqueles velhos estereótipos ao qual estamos tão acostumados nos filmes que tentam retratar o Brasil, mais especificamente o Rio de Janeiro, e consequentemente apenas passam a sua visão distorcida e, claro, muito disso é culpa nossa, não resta dúvidas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Por isso, seguindo o exemplo da minha amiga twitteira&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://twitter.com/Vane_Zombie" target="_blank"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;@vane_zombie&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;, que em seu blog&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://secretcaixa.blogspot.com/" target="_blank"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;Caixinha Secreta&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;, tem discorrido sobre o que aprendeu com filmes trash, aqui vai a minha lista, já que não deixa de ser um filme um tanto quanto trash:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;em&gt;O Que Aprendi em O Feitiço do Rio:&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;01 - Maridos vão para o Rio, esposas vão para a Bahia&lt;br/&gt;02 - Se você for aos Estados Unidos tem que falar inglês, se eles vierem ao Brasil, temos de falar inglês, também&lt;br/&gt;03 - O Rio de Janeiro visto do avião é preto e branco&lt;br/&gt;04 - Michael Caine conhecia a Aracy de Almeida de quem emprestou os óculos.&lt;br/&gt;05 - Em 1984 toda mulher fazia topless nas praias do Rio.&lt;br/&gt;06 - Em 1984 não existia peito caído, mesmo se você fosse mãe.&lt;br/&gt;07 - As pessoas vão à praia com seus macacos de estimação (sempre eles).&lt;br/&gt;08 - Iguanas e pássaros tropicais andam pelas casas de veraneio cariocas.&lt;br/&gt;09 - Nunca peça para beijar a noiva em um casamento umbandista.&lt;br/&gt;10 - Demi Moore sabe falar "Tchau" e "Beijô" em português.&lt;br/&gt;11 - José Lewgoy tinha alguma treta com diretores americanos.&lt;br/&gt;12 - Rômulo Arantes atuava melhor nessa época.&lt;br/&gt;13 - Que para fazer um filme americano no Rio, tem que ter praia, umbanda, bossa nova, mulata, samba e capoeira.&lt;br/&gt;14 - Uma mulata, obrigatoriamente, tem que se esfregar no gringo. Se ele for o Michael Caine, fica mais engraçado.&lt;br/&gt;15 - Se você comer a filha quase adolescente de seu melhor amigo, a culpa não é sua, a culpa é do Rio.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;E NÃO DEIXEM DE VISITAR O BLOG:&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://posteriormente.tumblr.com/" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="203" border="0" src="http://i55.tinypic.com/esloup.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;O QUE A VANE ZOMBIE APRENDEU COM DINOSAURUS?!&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;em&gt;A visão de uma morta-viva sobre um filme trash&lt;br/&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://secretcaixa.blogspot.com/2011/03/um-filme-trash-pode-ficar-pior.html" target="_blank"&gt;&lt;img width="265" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="400" border="0" src="http://i52.tinypic.com/k2juw8.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Clique na imagem e vá ao post dela&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. Do not manually edit. http://www.zoundry.com --&gt;&lt;br /&gt;  &lt;span class="ztags"&gt;&lt;span class="ztagspace"&gt;Technorati&lt;/span&gt; : &lt;a href="http://technorati.com/tag/Demi%20Moore" class="ztag" rel="tag"&gt;Demi Moore&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/Michael%20Caine" class="ztag" rel="tag"&gt;Michael Caine&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6539486-3438641067979901150?l=rapaduradoeudes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/feeds/3438641067979901150/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6539486&amp;postID=3438641067979901150&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/3438641067979901150'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/3438641067979901150'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/2011/03/ss-enterprise.html' title='SS Enterprise'/><author><name>Eudes Honorato</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2THx3OS0alk/SQpLDUxVDRI/AAAAAAAAAAM/TIge-gTNYuo/S220/12.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i51.tinypic.com/28whtmx_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6539486.post-6742265954238945995</id><published>2011-03-07T10:49:00.001-04:00</published><updated>2011-03-07T11:01:44.934-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros'/><title type='text'>Carnaval?! Onde?</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;A PROFECIA ROMANOV - STEVE BERRY&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://tinypic.com?ref=30k5yyo" target="_blank"&gt;&lt;img width="200" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="302" border="0" src="http://i56.tinypic.com/30k5yyo.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;Ainda bem que a Editora Record não raciocina de modo oportunista. Digo isso depois de ler A Profecia Romanov, de Steve Berry e entender que se fosse outra editora, provavelmente teria colocado o título do livro de "O Código Romanov" ou "O Código Rasputin", para poder vender em cima do aclamado e odiado O Código Da Vinci de Dan Brown. E, por falar em Dan Brown, uma citação deste sempre acompanha a capa frontal dos livros de Steve Berry, onde ele diz que Berry escreve "com a segurança de um escritor veterano". Segundo Berry, Dan Brown até mesmo o ajudou em início de carreira. Seja como for, acho que aqui vale a máxima de que o aluno superou o mestre.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Steve Berry não segue uma fórmula tão repetitiva quanto Dan Brown. O que fica patente em cada livro dele é que algo precisa ser encontrado e isso será feito através de toda a história contada ali. No primeiro livro que li do autor (e na verdade o último publicado aqui no Brasil), &lt;em&gt;A Busca de Carlos Magno&lt;/em&gt;, o protagonista tem que encontrar um submarino desaparecido há décadas. Seu pai desapareceu junto com o mesmo e um grande segredo que pode afetar toda a humanidade despareceu com a embarcação e sua tripulação. No segundo livro que eu li (o primeiro do autor), &lt;em&gt;A Sala Âmbar&lt;/em&gt;, um casal de advogados divorciados se vê envolvido na busca de uma sala totalmente feita em âmbar, presente dada a uma imperatriz russa. A sala desaparecida desde a segunda guerra é cobiçada por dois grandes colecionadores de arte que farão de tudo para consegui-la. Aqui em &lt;em&gt;A Profecia Romanov&lt;/em&gt;, uma pessoa é que precisa ser encontrada.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Dentro dessa premissa de busca por algo (ou alguém) impossível de se encontrar, Berry consegue diversificar bem melhor do que Dan Brown. Não há vilões caricatos, com uma maldade inerente, apenas pessoas que procuram atingir ou proteger um objetivo. Em A &lt;em&gt;Busca de Carlos Magno&lt;/em&gt;, quase se consegue simpatizar com um dos vilões. Em &lt;em&gt;A Sala de Âmbar&lt;/em&gt; há um embate entre os vilões entre si, pelo objetivo a ser alcançado. Nem sempre há códigos mirabolantes a serem seguidos, como em todo livro de Dan Brown. Como se não fosse possível escrever um livro sem essa "ferramenta". Nos 3 livros que li, apenas a Profecia Romanov chega perto de um "código" a ser desvendado. No caso a tal profecia.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O livro tem uma premissa interessante. Depois do fracasso da União Soviética como um país comunista, o povo votou que quer um novo czar. Para isso, uma comissão julgará e escolherá a pessoa mais adequada, ou seja, aquela que for um descendente dos Romanov, a linhagem que governou a Rússia por séculos até seu extermínio por Lenin, em 1919.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Obviamente, com o assassinato de toda a família Romanov, não há um descendente direto, assim sendo, devem escolher entre os vários candidatos que são descendentes mais próximos possíveis. Entre eles está Stefan Baklanov. Este é apenas uma marionete nas mãos de conspiradores que desejam governar a Rússia dos bastidores. Entre os membros de tal liga conspiradora existem membros do governo e da máfia rússia entre outros. Para garantir que isso seja possível, uma firma de advocacia americana é contratada para que se possa angariar fundos de investidores americanos interessados num governo manipulado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Porém, tudo deve parecer legal, assim Taylor Hayes - o cabeça da firma de advocacia - designa Miles Lord, um de seus advogados especialista em tudo que diz respeito à Rússia, para investigar a vida pregressa de Stefan Baklanov, para saber se há algo que impeça-o de se tornar czar. O que Miles Lord não sabe é que tudo é apenas uma fachada e que seu trabalho é apenas para inglês ver. No caso aqui, para os russos verem, e deduzirem que o trabalho de Hayes é sério e honesto. Porém, Hayes trabalha no interesse dos conspiradores, coisa que Miles Lord não sabe.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Esse é um ponto interessante também. Algo que só seria revelado no final, se fosse um livro de Dan Brown, é dito logo nos primeiros capítulos. Taylor Hayes, chefe de Miles Lord, o herói do livro, é um dos vilões. Hayes quer sua parte no quinhão do que virá a ser a nova Rússia. Mas, logo as coisas começam a dar errado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O livro abre o primeiro capítulo com Miles Lord sofrendo uma tentativa de assassinato. Logo entendemos o porquê. Contratado para seu papel de fachada, pesquisando sobre Stefan Baklanov, Lord acaba esbarrando em um documento importante, esquecidos nos porões da Rússia, que até então não deixava ninguém pesquisá-los. Lord se vê diante de uma profecia de Rasputin, o bizarro religioso que parecia manipular a família Romanov. Depois de prever a própria morte e a da família Romanov, Rasputin profere uma mensagem em código que deixa claro que os Romanov se erguerão novamente, no futuro.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Lord não dá muita atenção, achando que são apenas delírios de um louco. Porém é contatado por um grupo que se autoproclama protetores do Czar. Lord quer saber como isso é possível se, em todos esses anos, não existiu czar. Miles é convencido de que ele existe e de que Lord é o escolhido para encontrá-lo, juntamente com Akilina Petrovna, uma artista de circo que Lord conheceu num trem enquanto fugia de mais uma tentativa de assassinato. O chefe do grupo de protetores do czar diz que os dois são citatos na profecia, como "O Corvo e Águia". Lord apenas pergunta: "Só porque eu sou negro?"&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quando Taylor Hayes, chefe de Lord percebe que ele está na pista de algo que pode levar por água abaixo seus planos, decide que Lord precisa ser morto, e Hayes tentará de todos os modos conseguir isso, antes que Lord encontre um herdeiro ao trono da Rússia que tenha um parentesco bem mais direto do que Baklanov. Como isso é possível?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Uma das lendas mais recorrentes na história dos Romanov é que nem todos teriam morrido naquela noite fatídica e dois dos filhos do czar poderiam ter sobrevivido. Essa lenda gerou alguns filmes e até mesmo um desenho animado baseado na história de Anastácia, que se acreditava ter sobrevivido. Até mesmo uma mulher foi encontrada, que se dizia ser a princesa, porém com o tempo descobriu-se ser apenas um engodo. Porém, Miles Lord pode estar na pista certa e pode encontrar algum descendente de Anastácia e da outra criança que pode ter escapado. Apenas o Corvo e a Águia podem ter sucesso nesta missão, diz a profecia.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mesmo não acreditando, Lord é convencido a tentar e Akilina Petrovna, uma russa que teve sua vida afetada pelo regime comunista e se ressente disso, insiste com Lord que devem tentar. Lord, que se sente atraído por Akilina, resolve ir em busca de tal impossibilidade, seguindo pistas que se ligam uma a outra, cada vez que a anterior é decifrada. Steve Berry tem o bom senso de fazer com que isso aconteça durante vários dias e não em 24 horas, como é costume de Dan Brown.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Falando assim, parece que não gosto de Dan Brown. Gosto, mas sua fórmula seguida à risca a cada livro, tira um pouco do prazer da leitura. Não há muitas surpresas, o que ele tenta contrabalançar com um final inesperado... em todo livro seu. Outra característica de Berry é exatamente o oposto disso. Não há revelações surpreendentes, nem o amigo do herói se revela na verdade um vilão apenas no final. Berry conduz o livro para a conclusão a que ele se propôs desde o início, a descoberta de algo que parecia impossível de existir ou de ser encontrado. Talvez seja isso que buscamos, a maravilha de encontrar algo que ninguém acreditava existir.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Steve Berry ainda não conseguiu a mesma projeção de Dan Brown, apesar de já ser bem conhecido no meio literário. Escreveu um livro que também envolveu a Igreja Católica - O Terceiro Segredo (que ainda vou ler) -, isso 2 anos depois de O Código Da Vinci. Mas, aparentemente, seu livro não era tão polêmico, apesar de mexer com o terceiro segredo de Fátima. Ou, quem sabe, a Igreja Católica já estava de saco cheio de fazer barulho por causa de escritores, desde O Código Da Vinci.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Só sei que, mesmo seguindo os passos de seu mentor, Dan Brown, Steve Berry caminha por uma senda que ele mesmo escolheu. Não duvido que o sucesso de O Código da Vinci o tenha inspirado, haja visto ele ter lançado seu primeiro livro - A Sala de Âmbar - no mesmo ano que Código Da Vinci foi lançado. Que a Editora Record continue publicando seus livros por aqui e que Berry continue desvendando os segredos de lendas perdidas.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. 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Onde?'/><author><name>Eudes Honorato</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2THx3OS0alk/SQpLDUxVDRI/AAAAAAAAAAM/TIge-gTNYuo/S220/12.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i56.tinypic.com/30k5yyo_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6539486.post-7154963029471416926</id><published>2011-02-28T21:23:00.001-04:00</published><updated>2011-02-28T21:29:16.769-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Humor'/><title type='text'>Qualquer Título</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;POST SONOLENTO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://tinypic.com?ref=2rfetes" target="_blank"&gt;&lt;img width="337" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="311" border="0" src="http://i53.tinypic.com/2rfetes.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;Cheio de sono e sem ideias para um post. Então, para não ficar muito tempo sem atualizar, resolvi escrever com sono mesmo. Milhares de ideias sobre o que escrever me passaram pela cabeça, mas não consegui desenvolver nada. E sim, estou escrevendo me controlando para não digitar errado. Provavelmente vou errar, mas depois eu faço uma revisão sonolenta.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Pensei em escrever uma paródia às sagas de super-heróis, em que a humanidade é que enfrenta-os para acabar com a palhaçada dos superpoderosos, que só fazem lutar com supervilões bizarros e os problemas do mundo mesmo não resolvem. Enquanto eles lutam com palhaços maquiados e megalomaníacos carecas, o mundo continua lidando com o terrorismo e serial killers.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Sem contar que a política de não matar irrita as pessoas. Que frutinhas! Então a humanidade se une, as barreiras religiosas, patrióticas e tudo mais, caem para que juntos eles acabem com todos os superpoderosos, sejam heróis ou vilões. A maior saga de todos os tempos, em que apenas um lado sobreviverá. O título poderia ser algo como Guerra Civil na Crise das Infinitas Noites Densas. Ou algo assim.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Estou com esse sono todo porque tomei um calmante lá pelo meio da tarde. Ele costuma me dar sono, só que sem horário certo. Parece que eu tomei todas, só que sem a tonteira, apenas sono mesmo. Eu poderia tomar um banho pra despertar. Mas acho que dormiria embaixo do chuveiro. Se algumas frases não fizerem muito sentido, bom, água mole em pedra dura tanto bolo de laranja ao redor do mundo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Hã... bom, depois eu abandonei a idéia da saga humanos contra super-heróis. Muito complicado. Não queria usar os nomes dos heróis conhecidos e ia ter de ficar inventando correlativos. Fora que poderia fugir ao meu controle e coisa e tal.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Nem mesmo Lucy me enchendo a paciência, comendo os tacos da casa, me despertam.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Também pensei em escrever sobre a época que eu colecionava álbuns de figurinhas. É, eu colecionava figurinhas e também os álbuns, já que eu os acumulava, todos sem completar. O problema é que eu já havia escrito sobre isso, mesmo não tendo sido pra cá, ainda assim detesto requentar texto.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;...&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;... Oh, desculpem. Eu cochilei.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mais tarde pensei em escrever sobre o lugar onde moro agora, há mais de 10 anos, a Zona Sul do RJ e comparar com o lugar onde eu morava antes, a Baixada Fluminense. Não comparar o lugar em si, mas minha estadia nos dois. Pensei em colocar o título "Mora ou Pertencer". É, na Baixada Fluminense, mais exatamente no Parque dos Ferreiras, eu não apenas morava, eu pertencia. Aqui eu apenas moro, mas não pertenço. Mesmo esse tempo todo. Mas achei o assunto deprê demais.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Os assuntos surgem e se vão com uma rapidez incrível. Fico pensando se todo blogueiro é assim. Sem atualizar a quatro dias, isso se torna cada vez mais constante, conforme o tempo vai passando. Não queria deixar o blog como estava há uns tenpos atrás, sem atualizar até mais de mês. Então, minha mente fica procurando um assunto.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Algumas vezes a preguiça é que impede que se escreva alguma coisa. Ou, na verdade, o cansaço devido a outras atividades. Fico protelando, olhando a tela, pulando de lá pra cá, no Twitter, Tumblr, tentando fugir do blog. Mas eu o prezo demais para que fique abandonado por completo. Acho que o sono me deixa piegas, como os bêbados ficam.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Acho que agora o assunto acabou de vez. Deixa ver... hmmmm..... cérebro... cérebro... pensa... pensa... pensa... nada de interessante pra contar? Nossa, que vida mais monótona!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ah sim, pensei em escrever sobre o Oscar que assisti ontem. Estava animado para fazer isso, antes dele começar. Depois, só queria esquecer que assisti. Muito chato. Fora que 99% do pessoal iria escrever sobre o mesmo assunto. Eu poderia tentar uma abordagem diferente e tal, mas a cerimônia foi tão ruim que não tinha como. Pelo menos Rede Social não ganhou como melhor filme. Seria o ó.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Bom, antes do sono me atacar, eu criei um novo blog no Tumblr, onde vou colocar os pôsteres de filmes antigos, quandos os cartazes eram bem mais trabalhados que hoje em dia, onde tudo é Photoshop. No mais, tô tentando terminar isso logo, pra ir pra minha cama... e meu deus! Não são nem 10 e meia ainda. Esse maldito ermédio, me fazendo parecer ... bom,tenho que revisar isso antes de enviar. Té mais.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://posteriormente.tumblr.com/" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="188" border="0" src="http://i51.tinypic.com/2j5hv6h.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. Do not manually edit. http://www.zoundry.com --&gt;&lt;br /&gt;  &lt;span class="ztags"&gt;&lt;span class="ztagspace"&gt;Technorati&lt;/span&gt; : &lt;a href="http://technorati.com/tag/Sono" class="ztag" rel="tag"&gt;Sono&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/sono" class="ztag" rel="tag"&gt;sono&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6539486-7154963029471416926?l=rapaduradoeudes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/feeds/7154963029471416926/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6539486&amp;postID=7154963029471416926&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/7154963029471416926'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/7154963029471416926'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/2011/02/qualquer-titulo.html' title='Qualquer Título'/><author><name>Eudes Honorato</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2THx3OS0alk/SQpLDUxVDRI/AAAAAAAAAAM/TIge-gTNYuo/S220/12.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i53.tinypic.com/2rfetes_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6539486.post-6600326082045039256</id><published>2011-02-24T22:10:00.001-04:00</published><updated>2011-02-24T23:38:35.808-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Scans'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Quadrinhos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Animação'/><title type='text'>Empty Garden</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;PRYDE OF THE X-MEN - HQ E DESENHO&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;em&gt;Scans 2.0 by Eudes Honorato&lt;br/&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://tinypic.com?ref=2hok01u" target="_blank"&gt;&lt;img width="308" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="400" border="0" src="http://i52.tinypic.com/2hok01u.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Para baixar, clique&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;a href="http://www.megaupload.com/?d=4UZBJXSX" target="_blank"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;aqui&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;Creio que todo o tempo que eu li X-Men, na minha adolescência e já adulto, foi com os argumentos de Chris Claremont, que foi quem deu ao supergrupo o status que ele tem hoje. Devo ter iniciado na fase desenhada por Dave Cockrum, e isso não me animou muito, de início. Os desenhos de Cockrum não me agradavam. Mas tenho de admitir que, sem ele, muito do que X-Men é atualmente, nem existiria.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas, quando John Byrne entrou para a equipe criativa, então eu me tornei realmente fã dos mutantes. Enquanto os desenhos de Cockrum pareciam duros, os de Byrne fluíam muito mais. As sagas desenhadas por ele eram verdadeiras viagens. Sua Fênix tinha força e, mais tarde, a Fênix Negra, assustava. Mesmo com o personagem preferido de Byrne sendo o Wolverine, o meu era o Cíclope. Provavelmente devido à minha índole.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mesmo fazendo bastante sucesso, X-Men ainda continuava apenas na mídia impressa. Naquela época não havia como ventilar esse tipo de sugestão, como é feito hoje em fóruns e sites. Ou seja, que se fizesse uma animação ou filme com os heróis. E, assim ficou por um bom tempo. Até que um dia chegou uma revista da série Graphic Marvel às bancas. Era a número 8. Lembro que eu não colecionava esta série, mas comprei este número por curiosidade.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Outra coisa diferente de hoje, era que não havia como saber o que estava acontecendo no mundo do entretenimento como hoje em dia, em que se sabe sobre um filme, antes mesmo dele sequer ter começado a ser escrito. Ou de uma animação, só de se ouvir um boato. As publicações sobre o assunto eram muito limitadas. Então, fui descobrir que existia uma animação dos X-Men assim, comprando a revista que quadrinizava a animação.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://www.ioffer.com/fs_img.html?/img/item/113/126/723/uvS4WwWwQ4mDhPI.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="274" border="0" src="http://i53.tinypic.com/28jds7t.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Para baixar a animação, clique&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://supercarvao.blogspot.com/2010/09/pryde-of-x-men.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;aqui&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;A graphic novel era uma quadrinização diferente. Não era uma adaptação escrita e desenhada especialmente para o formato quadrinhos, era sim, capturas de quadros da animação, com balões de diálogos. Era o único meio de ver a animação aqui no Brasil. Lendo-a.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O desenho tinha 22 minutos e animou muita gente, fazendo-nos pensar em, quem sabe, uma série animada. Série essa que não veio. Pelo menos não na esteira desta animação. Isso só aconteceria 3 anos mais tarde. A animação Pryde of The X-Men é de 1989, e a série animada oficial dos mutantes só foi retomada em 1992. Só que desta vez sem, justamente, Kitty Pride. Em seu lugar colocaram a insossa Jubileu. Mas, ao menos, a qualidade da série animada era a mesma do episódio de 89.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Assim como já aconteceu várias vezes, depois que comecei a usar a internet para baixar arquivos de vídeo, só consegui assistir a Pryde of The X-Men, nesta época atual. Um longo caminho desde 1989. Pena que, em matéria de animações, os Novos Titãs não tiveram a mesma sorte. Os dois supergrupos não compartilham a mesma qualidade em termos de animações, mas compartilharam uma aventura, há muitas eras, direto do Túnel do Tempo.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;X-MEN &amp;amp; NOVOS TITÃS&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br/&gt;&lt;em&gt;Scans 2.0 by Eudes Honorato&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://tinypic.com?ref=2zgdt9s" target="_blank"&gt;&lt;img width="400" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="282" border="0" src="http://i54.tinypic.com/2zgdt9s.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Para baixar, clique&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.megaupload.com/?d=3HVBJCFU" target="_blank"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;aqui&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;A mesma animação que eu tinha para ler X-Men, eu tinha para ler Os Novos Titãs. Talvez até mais. Enquanto Chris Claremont e John Byrne criavam aventuras fantásticas na Marvel, Marv Wolfman e George Perez não deixavam por menos na DC. Tenho certeza de que se Guerras Secretas tivesse ficado na mão de Claremont e Byrne, como Crise nas Infinitas Terras ficou na mão de Wolfman e Perez, a história teria sido outra, literalmente falando.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O fato é que eu cultuava os dois grupos e as duas equipes criativas. Quando a série Grandes Heróis Marvel lançou o crossover entre os dois grupos, eu fui ao delírio. Mas, ao abrir a revista logo notei que o desenhista não era nem Byrne, nem Perez, e sim Walt Simonson, mais conhecido, na época, por seu trabalho em Thor. Simonson é um excelente artista, mas não fazia parte do staff dos dois grupos o que deixou a coisa meio estranha. Mas, no final, o trabalho ficou tão bom quanto se esperava. O encontro se revelou um dos melhores crossovers, superando até mesmo, em qualidade, o lendário Super-Homem Versus Homem Aranha.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;O DEMÔNIO DA MÃO DE VIDRO&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;em&gt;Scans by Eudes Honorato&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://tinypic.com?ref=25jumvk" target="_blank"&gt;&lt;img width="305" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="400" border="0" src="http://i51.tinypic.com/25jumvk.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Para baixar, clique&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.megaupload.com/?d=VJXXJPUU" target="_blank"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;aqui&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="COLOR: #8000ff"&gt;&lt;strong&gt;Sinopse:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; Vinte mil anos no futuro a Terra sofre uma invasão alienígena com o objetivo de dominar os humanos. Porém, quandos os alienígenas menos esperam, as 70 bilhões de pessoas que existem naquele época, simplesmente somem, todas elas. Agora resta apenas um único homem, chamado Trent. E ele viajou para o passado distante, acordando e encontrando no lugar onde deveria haver uma mão de carne osso, uma mão de vidro, que é, na verdade, um computador.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Trent não sabe porque está com aquela mão. A resposta depende de outras partes que compõe o artefato. Para encontrar as outras partes e descobrir as respostas para os enigmas que o assolam, Trent pecisa encontrar e ao mesmo tempo fugir dos invasores alieníegnas que são enviados ao passado onde ele está. Eles procuram recuperar a mão e reuni-la às outras partes. Trent precisa fazer isso antes deles.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com?ref=219cod5" target="_blank"&gt;&lt;img width="288" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="208" border="0" src="http://i52.tinypic.com/219cod5.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Para baixar o episódio do seriado Quinta Dimensão (Outer Limits) em que A Graphic Novel acima é baseada, é só ir ao Space Monster, e baixar o &lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;a href="http://cinespacemonster.blogspot.com/search?q=outer+limits" target="_blank"&gt;episódio 5&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;. Dica do&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://twitter.com/BetoPlacido" target="_blank"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;@BetoPlacido&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;BIG GUY E RUSTY: O MENINO-ROBÔ&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;Scans 2.0 by Eudes Honorato&lt;br/&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://tinypic.com?ref=fmlac0" target="_blank"&gt;&lt;img width="300" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="400" border="0" src="http://i51.tinypic.com/fmlac0.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Para baixar, clique&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.megaupload.com/?d=8ZMRQYOX" target="_blank"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;aqui&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="zoundry_bw_tags"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. Do not manually edit. http://www.zoundry.com --&gt;&lt;br /&gt;  &lt;span class="ztags"&gt;&lt;span class="ztagspace"&gt;Technorati&lt;/span&gt; : &lt;a href="http://technorati.com/tag/Novos%20Tit%C3%A3s" class="ztag" rel="tag"&gt;Novos Titãs&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/Stan%20Lee" class="ztag" rel="tag"&gt;Stan Lee&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://technorati.com/tag/X-Men" class="ztag" rel="tag"&gt;X-Men&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6539486-6600326082045039256?l=rapaduradoeudes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/feeds/6600326082045039256/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6539486&amp;postID=6600326082045039256&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/6600326082045039256'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6539486/posts/default/6600326082045039256'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rapaduradoeudes.blogspot.com/2011/02/empty-garden.html' title='Empty Garden'/><author><name>Eudes Honorato</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='22' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_2THx3OS0alk/SQpLDUxVDRI/AAAAAAAAAAM/TIge-gTNYuo/S220/12.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://i52.tinypic.com/2hok01u_th.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6539486.post-3102255019095790885</id><published>2011-02-22T21:29:00.001-04:00</published><updated>2011-02-22T22:00:36.547-04:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filmes'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Terror'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Memória'/><title type='text'>Where</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;O CINE SÃO FRANCISCO NO LOTE XV&lt;br/&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;em&gt;Minha infância passada numa sala de cinema&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a href="http://tinypic.com?ref=fvure9" target="_blank"&gt;&lt;img width="268" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="400" border="0" src="http://i56.tinypic.com/fvure9.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;&lt;strong&gt;Lá estava eu, naquela sala escura, iluminada apenas pela tela, assistindo a um filme chamado&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0077210/" target="_blank"&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;strong&gt;Barracuda&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;. Na época eu não sabia que era apenas mais um filme que aproveitava o sucesso de Tubarão, de Steven Spielberg. Na verdade, eu ainda não havia assistido Tubarão, então tentava me divertir com aquilo mesmo. Mas, era quese impossível. Mesmo criança ainda, eu sabia que o filme era ruim de doer. Que porcaria de peixes assassinos eram aqueles? Mas isso não importava. Nada importava. Bastava eu estar ali, curtindo o que eu mais gostava: cinema. O local? O Cine São Francisco, no bairro Lote XV.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Muito antes de eu ir a cinemas de "verdade", ver filmes lançados recentemente, eu ia ao Cine São Francisco, onde via filmes que eram qualquer coisa, menos lançamento. Os motivos para eu ir eram vários:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;1) Era uma diversão barata. Não lembro agora quanto era cobrado, mas não duvido que fosse algo equivalente a, quem sabe, R$ 3,00 hoje em dia, para se assistir a DOIS filmes. A minha constância se dava por esse motivo, entre outros.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;2) Não havia restrição de idade. Quer dizer, pelo menos não para minha idade. Eu devia ter de 11 para 12 anos quando comecei a ir e não parei mais. O dono do cinema (coincidentemente - ou não - de nome Francisco) era quem ficava na bilheteria, e deixava todos nós, moleques, passar, fosse que filme fosse.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;3) O terceiro motivo era que eu não fazia idéia de que aqueles filmes não eram lançamentos. Para mim, caía na rede era peixe. Creio que ele tinha apenas o cuidado de não colocar filmes que já estivessem passando na TV. Fora isso, qualquer filme da década de 70 (e quem sabe até mais antigo) era lançamento ali, no início da década de 80.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;4) E, por último, sempre tinha um filme ou outro de mulher pelada. E, novamente, a restrição era nenhuma.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;a href="http://tinypic.com?ref=2e53wa1" target="_blank"&gt;&lt;img width="268" alt="Image and video hosting by TinyPic" height="400" border="0" src="http://i52.tinypic.com/2e53wa1.jpg"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;strong style="FONT-FAMILY: Verdana,sans-serif"&gt;Não faço idéia de quantos filmes eu assisti lá. Dezenas, talvez mais de uma centena. Mas, infelizmente, nao lembro o título da maioria, como gostaria. Lembro de cenas - algumas bizarras - soltas de filmes que não sei quais são. Também, o fato de ter assistido muitos filmes na TV, na mesma época, faz com que me confunda e não saiba se vi o filme no cinema, ou em casa mesmo. Mas três desses filmes me marcaram e lembro bem o título deles até hoje.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Um deles é o já citado Barracuda. Esse título ficou na minha mente por toda minha vida. Não sei bem o porque. Talvez seja a sonoridade do nome ou o absurdo de um filme com um título desses. Ou talvez seja o simples fato de eu ter detestado o filme com todas as minhas forças e isso tenha feito com que eu nunca mais o esquecesse. Ainda assim, eu o assisti até o final . Se hoje em dia eu acredito que ele existiu é graças a sites como o IMDB, que me proporcionou encontrá-lo em seu banco de dados e ver que eu não sonhei - tive pesadelo - com aquilo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Outro filme foi &lt;span style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0077402/" target="_blank"&gt;Zumbi: O Despertar dos Mortos&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;. Na época eu não fazia idéia de quem era George Romero, e nem de que o filme era parte de uma trilogia. E mais, até aquele momento, eu nunca assistira a um filme de zumbi. Meus filmes de terror eram aqueles da TV, água com açucar se comparado. No máximo um Abominável Dr. Phibes, que já era suficientemente assustador para uma criança. Gente comendo gente só tinha visto em revista de sacanagem.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O fato é que quando eu vi um zumbi tirando um naco de carne do braço de uma pessoa, eu fiquei de olhos estatelados. Acho que acreditei que a cena era real, de tão bem feita, para a época (ou seria, para meus olhos?) Por um bom tempo aquela cena e aquele filme, com as pessoas presas dentro daquele shopping, ficou na minha mente. Na verdade, ficou por tanto tempo, que não esqueci até hoje, e estou aqui escrevendo sobre ela.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas, o terror só perdia para o quesito, filmes de sacanagem.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-AL
